Mooshe (Moisés) é o maior Profeta.

Não houve antes, nem em seu tempo e nem depois dele que como ele tenha se levantado como Profeta.

Pois seu nome Mooshe = משה é um anagrama de “O Nome” = השם (palavra hebraica cuja pronuncia é Shem, e que significa o nome).

Os dois nomes estão muito próximos.

Ele não era filho de Shehmaa, ele não era um anjo.

Ele era o Mensageiro.

Ele era e sempre será o homem mais modesto da terra.

Mooshe encorajava a profecia.

Ele desejava que todos os povos de Shehmaa sejam profetas de que Shehmaa irá esconder seu espírito sobre eles.

Ele foi o maior de todos os profetas.

Ele nos entregou a Lei mais perfeita que não precisa de nenhum acréscimo.

É suficiente para qualquer pessoa seguir todos os mandamentos escritos da Torá de Mooshe para ser integro, completo.

Ele escreveu a primeira Torá que lhe foi dada por Shehmaa e ordenou a liderança de seu povo para colocá-lo para sempre perto das Duas Tábuas na Arca da Aliança de Shehmaa.

Mooshe cumpriu a maior missão, que ninguém fez nem antes ou depois dele.

Ele levou um povo inteiro da escravidão para uma vida de liberdade, livre os levou para a terra que fora prometida a Abraão, Isaque e Jacó.

Vinte anos, ele foi criado no palácio de Pirau(faraó).

Aos sessenta anos ele estava com Yitroo, seu sogro e outros quarenta anos com seu povo, o povo de Israel, e os guiou até os limites das fronteiras da terra prometida.

Mooshe foi o Mensageiro mais perfeito.

Ele recebeu uma missão e a cumpriu.

Na sua humildade, ele recusou repetidamente a sugestão de Shehmaa de que se criasse um outro grande povo a partir dele mesmo.

Ele sempre fez o bem para Israel.

Ele foi o único homem que viu e conversou com Shehmaa face a face e falou com ele como se fossem dois amigos.

Três vezes ele subiu ao cume do Monte Sinai, e ficou lá por quarenta dias e quarenta noites.

A primeira vez que recebeu as duas tábuas, na segunda vez subiu para expiar o pecado dos Filhos de Israel que fizeram um bezerro de outro; e na terceira vez subiu para para receber as tábuas da Torá pela segunda vez.

Três vezes ele foi até a residência sagrada.

Três vezes foi dada a oportunidade de ser eterno como os Anjos, mas ele sempre retornou ao seu povo para completar sua missão.

Ele aceitou a morte que veio e morreu como qualquer ser humano.

O lugar que está enterrado permanece desconhecido para não encorajar a adoração em seu túmulo, d que é proibido pela Torá.

Cada vez que os samaritanos israelitas mencionam ou lêem ou cantam o nome de Mooshe, eles estão movendo a palma da mão direita na face até o queixo, para escondê-los da luz de sua glória e dizem:

A Paz de Shehmaa seja concedida a ele (Shaalom Shehmaa ‘alo) שלום ה’ עליו

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm