O Mashiach

A Torá não fala a respeito da “vinda de um messias

A palavra “Messias” em hebraico é “Mashiach” e significa “ungido

Esta palavra é usada apenas para o Sumo Sacerdote que é um homem ungido com óleo para o oficio sagrado!

Vaikrá(Lev) 6:22

כב כל זכר בכהנים יאכל אתה קדש קדשים הוא

Também o sacerdote, que de entre seus filhos for ungido em seu lugar, fará o mesmo; por estatuto perpétuo será ela toda queimada ao Shehmaa.

A Torá não faz promessas de um homem ungido (messias) salvando a humanidade.

O livro de Daniel faz parte dos livros escritos no período do exílio babilônico!

Na Babilônia judeus foram influenciados por outras religiões e culturas…

Foi na babilônia que nasceu a doutrina do “messias“.

Eles queriam ser livres do exílio babilônico e escreveram “profecias messiânicas”.

Mas a Torá não fala de nenhum messias salvando a humanidade!

Muitos justificam a ideia de um messias com base nas palavras de Isaías , Jeremias, Ezequiel e outros…

Entretanto é preciso compreender sob outro angulo os supostosprofetas“!

Traremos a luz os fatos relacionados a Isaías, mas é preciso entender também que outros “profetas” como Jeremias, Ezequiel, Daniel… eles são  na verdade “profetas da babilônia“!

O homem chamado Isaías, viveu entre 765 AEC e 681 AEC, durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 AEC.

O livro de Isaías:

Ao contrario do que as pessoas imaginam, o livro de Isaías tratam-se de vários supostos “oráculos proféticos” escritos em épocas diferentes!

A redação final de Isaías pode ter ocorrido aproximadamente em 400 AEC, ou até mesmo depois!

Quando saíram do exílio, judeus ainda liam suas palavras, crendo estar vivendo em um período por ele predito.

Quem escreveu o livro de Isaías ?

Este livro teve dois autores, ou seja, “dois Isaías” escreveram este livro.

O Proto-Isaías

Ele escreveu parte dos capítulos 1 a 39 do Livro de Isaías.

Ele admoestava Israel pelas convulsões sociais e pela sua política externa, pronunciou-se contra a ameaça dos Assírios e foi o primeiro a mencionar a espera de um Messias.

É importante comentar que os capítulos 24 a 27 e 33 a 39 no livro de Isaías foram posteriormente adicionados! 

Quem foi fato outro autor do livro de Isaías?

O Dêutero-Isaías

Chamamos de Dêutero-Isaías o primeiro autor que viveu por volta de 550-539 a.C. e suas palavras eram de consolo ao povo Judeu que era prisioneiro e vivia no Cativeiro Babilônico.

Ele também escreve sobre um homem… um “messias” que iria trazer o povo de regresso a Israel.

Os capítulos 55-66 do Livro de Isaías são acréscimos posteriores ao Dêutero-Isaías, e por volta do ano 1900, até mesmo se acreditou existir um terceiro Isaías, e realmente podem ter existido muitos “Isaías“.

Estes homens foram influenciados pelo desespero do exílio, enquanto eram escravos na babilônia… esses textos visavam motivar a todos a ter esperança para sair daquele lugar!

Por isso esses supostos profetas (Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel) exaltam Jerusalém!

Por isso citam David como o grande herói e só profetizam um “messias” semelhante a David!

Eles queriam um homem que os libertasse, que fosse o novo herói para o povo e que libertasse Jerusalém da opressão de outros povos!

Não, em Devarim (deut) 18:18 não fala sobre um “messias“, não fala sobre um homem “ungido”!

leia novamente o texto… onde está a palavra “messias” ?

Não temos a palavra messias no texto de Devarim(deut) 18:18!

O texto fala sobre um “PROFETA“!

Sabemos que trata-se do Taheb, o profeta que virá cumprir a profecia de Mooshe!

Devarim(deut) 18:18 não se refere a Jesus!

Devarim(deut) 18:18 não se refere a Muhammad!

Devarm (deut) 18:18 se refere ao Profeta, o Taheb, que ainda virá!

O Taheb será um profeta e não um rei sobre todas as nações!

Simplesmente teremos um ambiente de fato adequado para seguir a Torá e nada mais.

O Taheb, apenas um Profeta

Por que o Eterno nos enviará um profeta?

Acaso haverá profecias?

Sim, haverá!

O Eterno estará no Santo Monte Gerizim no Santo Tabernáculo e voltará a usar um profeta para falar com o povo!

Se reiniciará a Era da Benevolência Divina!

O Taheb, o profeta que será semelhante a Mooshe!

O Taheb não será mais um profeta…

Ele será “O Profeta”, que encontrará o Tabernáculo, e terá também autoridade para fazer os sinais e prodígios de Mooshe (as 10 pragas).

O Taheb irá reinaugurar a Era da Graça Divina, onde a Presença Divina voltará a se manifestar como foi outrora nos dias de Mooshe!

Vejamos alguns outros textos da literatura judaica relacionados a esse assunto.

Observem agora atentamente aos conceitos que foram ou adulterados ou abandonados…

Eles podem ser vistos nos textos do livro de Ezequiel, onde a afirmações da Torá são negligenciadas por motivos tribais ou políticos;

Ezequiel 37:19

יט דבר אלהם כה אמר אדני יהוה הנה אני לקח את עץ יוסף אשר ביד אפרים ושבטי ישראל חברו ונתתי אותם עליו את עץ יהודה ועשיתם לעץ אחד והיו אחד בידי

19- Tu lhes dirás: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu tomarei a vara de (José que esteve na mão de Efraim, e a das tribos de Israel, suas companheiras, e as ajuntarei à vara de Judá), e farei delas uma só vara, e elas se farão uma só na minha mão.

Façamos um paralelo com Bereshit(Gen) 49:10

Bereshit(Gen) 49:10

לא-יסור שבט מיהודה ומחקק מבין רגליו עד כי-יבא שילה ולו יקהת עמים:

10- O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos

Este texto literalmente significa:

Não se afastará o cetro de Yehudah, e nem o comandante dentre seus estandartes* até que venha tributo para ele (שי לו).

Vamos agora olhar as palavras de Oséias…

Oséias 1:10-11

10- Todavia o número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não pode medir-se nem contar-se; e acontecerá que no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo.

11- E os filhos de Judá e os filhos de Israel juntos se congregarão, e constituirão sobre si uma só cabeça, e subirão da terra; porque grande será o dia de Jizreel.

Vejam, o texto acima está apenas na versão da bíblia cristã nesse capitulo…

Na versão hebraica do texto acima está em Oséias 2:1-2

א והיה מספר בני ישראל כחול הים אשר לא ימד ולא יספר והיה במקום אשר יאמר להם לא עמי אתם יאמר להם בני אל חי

ב ונקבצו בני יהודה ובני ישראל יחדו ושמו להם ראש אחד ועלו מן הארץ כי גדול יום יזרעאל

1- E o número dos filhos de Israel será como o mar azul que ensinou a não contar e no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo.

2- E serão reunidos os filhos de Judá e os filhos de Israel, juntos e constituirão sobre si uma só cabeça, e subirão da terra; porque grande será o dia de Jizreel.

Historicamente vemos que até hoje o “comando” pertenceu a tribo de Judá, mas isso acontecerá até a manifestação de um homem que será “da tribo de Efraim ou Menashe“, ele virá das terras de Shiló, do Norte de Israel!

Fica mais evidente que o período do governo de Judá é temporário!

Ele acontecerá “Até que” chegue esse homem, que irá restaurar o poder.

O texto de limita o poder de Judá a um tempo que prescreve com a chegada do restaurador, um descendente da casa de José, filho de Jacob!

Veja:

Bereshit(Gen) 49:10

לא-יסור שבט מיהודה ומחקק מבין רגליו עד כי-יבא שילה ולו יקהת עמים:

10- O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos

O “governo ou domínio” (simbolizado pelo “cetro ou bastão” não sairá de judá até que venha Siló!

Bereshit(Gên) 48:15-19

טו ויברך את יוסף ויאמר האלהים אשר התהלכו אבתי לפניו אברהם ויצחק–האלהים הרעה אתי מעודי עד היום הזה
טז המלאך הגאל אתי מכל רע יברך את הנערים ויקרא בהם שמי ושם אבתי אברהם ויצחק וידגו לרב בקרב הארץ
יז וירא יוסף כי ישית אביו יד ימינו על ראש אפרים–וירע בעיניו ויתמך יד אביו להסיר אתה מעל ראש אפרים–על ראש מנשה
יח ויאמר יוסף אל אביו לא כן אבי כי זה הבכר שים ימינך על ראשו
יט וימאן אביו ויאמר ידעתי בני ידעתי–גם הוא יהיה לעם וגם הוא יגדל ואולם אחיו הקטן יגדל ממנו וזרעו יהיה מלא הגוים

15- E abençoou a José, e disse: O Elowweem, em cuja presença andaram os meus pais Abraão e Isaque, o Elowweem que me sustentou, desde que eu nasci até este dia;

16- O anjo que me livrou de todo o mal, abençoe estes rapazes, e seja chamado neles o meu nome, e o nome de meus pais Abraão e Isaque, e multipliquem-se como peixes, em multidão, no meio da terra.

17- Vendo, pois, José que seu pai punha a sua mão direita sobre a cabeça de Efraim, foi mau aos seus olhos; e tomou a mão de seu pai, para a transpor de sobre a cabeça de Efraim à cabeça de Manassés.

18- E José disse a seu pai: Não assim, meu pai, porque este é o primogênito; põe a tua mão direita sobre a sua cabeça.

19- Mas seu pai recusou, e disse: Eu o sei, meu filho, eu o sei; também ele será um povo, e também ele será grande; contudo o seu irmão menor será maior que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações.

Atenção a esse texto da Torá:

Devarim(Deut) 33:17-19

יז בכור שורו הדר לו וקרני ראם קרניו–בהם עמים ינגח יחדו אפסי ארץ והם רבבות
אפרים והם אלפי מנשה {ס}
יח ולזבולן אמר שמח זבולן בצאתך ויששכר באהליך
יט עמים הר יקראו–שם יזבחו זבחי צדק כי שפע ימים יינקו ושפני טמוני חול {ס}

17- Ele tem a glória do primogênito do seu touro, e os seus chifres são chifres de boi selvagem; com eles rechaçará todos os povos até às extremidades da terra; estes pois são os dez milhares de Efraim, e estes são os milhares de Manassés.

18- E de Zebulom disse: Zebulom, alegra-te nas tuas saídas; e tu, Issacar, nas tuas tendas.

19- Eles chamarão os povos ao monte; ali apresentarão ofertas de justiça, porque chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia.

O verso 17 fala dos milhares de Manassés, lembrando a todos que Manassés fazia parte do reino do Norte.

Não podemos ignorar que os atuais Israelitas Samaritanos são oriundos das tribos de Efraim, Menashe e metade da casa sacerdotal!

O verso 19 fala do chamamento de todos os povos ao monte!

Devarim(Deut) 33:19

יט עמים הר יקראו–שם יזבחו זבחי צדק כי שפע ימים יינקו ושפני טמוני חול {ס}

19- Eles chamarão os povos ao monte; ali apresentarão ofertas de justiça, porque chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia.

A pergunta a ser feita:

Que Monte é esse e onde os povos da terra apresentarão ofertas de justiça ?

Quem Monte é esse onde haverá abundancia de alimentos e de tesouros ?

Esses versos significam sustento espiritual, alimento espiritual para todos os povos!

Certamente este é o único Monte na Torá que é chamado de Monte da benção!

O Monte Gerizim!

Um semi-deus?

Torá não promete um “semi-deus” eterno glorioso!

Não é isso!

O homem tem em sua alma a habilidade da profecia…

Entretanto cada ser humano tem graus diferentes dessa habilidade!

O Taheb terá essa habilidade semelhante a Mooshe e o Eterno fará uso dessa habilidade!

Ele será um ser humano comum… portanto morrerá como qualquer um de nós!

Não há qualquer razão para ser diferente disso!

O Criador não prometeu que o Taheb seria eterno!

Viverá 120 anos ?

Você deseja saber como nós sabemos que o Taheb viverá 120 anos…

Nossos sábios nos ensinaram a Torá…

E a Torá promete um profeta semelhante a Mooshe!

Veja as palavras proféticas de Mooshe quanto a isso!

Devarim(Deut) 18:15

טו נביא מקרבך מאחיך כמני יקים לך יהוה אלהיך אליו תשמעון

15- O Shehmaa, teu Elowweem, te suscitará dentre os teus irmãos um profeta como eu: é a ele que devereis ouvir.

Moshe teve como limite 120 anos de vida.

Devarim(Deut) 34:7

ז ומשה בן מאה ועשרים שנה–במתו לא כהתה עינו ולא נס לחה

7- Mooshe tinha cento e vinte anos no momento de sua morte: sua vista não se tinha enfraquecido, e o seu vigor não se tinha abalado.

E foram 120 anos de vida com atividade plena, sem que o seu vigor fosse abalado!

Hoje em dia vemos histórias de raríssimas pessoas que até se aproximam dessa quantidade de anos, entretanto, sem saúde, sendo carregado pelas pessoas a sua volta, sem visão, ou sem lucidez…

Mas não foi assim com Mooshe…

Devarim(Deut) 34:7

7- … “sua vista não se tinha enfraquecido, e o seu vigor não se tinha abalado”.

E o limite da vida humana está declarado na Torá:

Bereshit (Gên) 6:3

ג ויאמר יהוה לא ידון רוחי באדם לעלם בשגם הוא בשר והיו ימיו מאה ועשרים שנה

3- O Shehmaa então disse: “Meu espírito não permanecerá para sempre no homem, porque todo ele é carne, e a duração de sua vida será de cento e vinte anos.”

Com base nesse firme fundamento, sabemos que o Taheb será como Moo

she, um homem comum, com família, etc…

E viverá como Mooshe, 120 anos, que é o limite estabelecido por Shehmaa para ele.

Por que não o templo da visão de Ezequiel ?

Ezequiel teve uma visão semelhante a ideia da uma “cidade santa” oriunda da mitologia cristã, de onde imaginam uma cidade descendo dos céus, com ruas de ouro e cristal..

Um total devaneio… para que um espirito iria precisar de ruas de ouro ou cristal ?

Mas essa ideia maluca de uma cidade descer do céus foi inspirada em outra ideia igualmente maluca de Ezequiel que tem uma visão de outro templo nos céus…

Tanto João no apocalipse como Ezequiel na babilônia entraram em supostos “êxtases” e passaram a “ver coisas“!

Não cabe a nós desvendar os mistérios da mente humana, deixo isso para psicólogos e psiquiatras que dominam esta área em questão.

Tais devaneios também são fruto do momento de opressão vivenciados durante o periodo do exilio babilônico.

Esse ambiente também influenciou homens como Isaías, que tambem foram influenciados pela rica cultura babilônica que o cercava.

Não é de se estranhar que em meio ao sofrimento buscarem a figura de um “herói semelhante a David” para salva-los da opressão do exilio babilônico.

Hoje, entretanto,  não há judeus presos na babilônia (atual Iraque), portanto não se trata de uma profecia fiel ou verdadeira.

Um messias em cada geração

Existe uma a falsa doutrina que apregoa que exista um messias para cada geração!

Esta adoutrina defende a ideia de que em todas as gerações nasce um messias, nem sempre reconhecido, e que este suposto messias cumpre sua missão junto a humanidade, mas nós é que o ignoramos.

Uma grande falácia tal doutrina, pois a Torá (Pentateuco) nada fala a respeito de um messias em cada geração.

Na verdade a Torá apenas fala de Messias em referência direta ao Sumo Sacerdote, que eram homens ungidos, portanto são eles Cohanim haGadol Mashiach(Sumo

Portanto fora o Sumo Sacerdote ungido, não temos qualquer referência dentro da Torá que sustente a ideia de um homem como Mashiach(messias) salvador da humanidade.
E não só o judaísmo apregoa doutrinas “messiânicas”, mas o cristianismo também fala sobre messias!
Dessa forma há quem aponte que Mooshe, Jesus ou mesmo o rebe fossem “messias” para a redenção da humanidade!
Mas a Torá é autoridade, e ela não fala nada sobre messias redentores da humanidade!
Trata-se apenas de mais um raciocínio equivocado.

Pois Moisés não foi “ungido”!

Jesus não foi um “ungido”, pois nunca deitaram o azeite da “unção” sobre ele!

 

Menachem Mendel Schneersohn – O Rebe Lubavitch não foi um “ungido”, pois nunca deitaram o azeite da “unção” sobre ele!

Na foto em hebraico: – “Eis o nosso Elohim [Deus]; Ele é YHWH, o qual nós esperávamos: o Rebe de Lubavitch. Que ele viva uma vida longa. Amém”.

Mas a palavra Mashiach em hebraico significa “ungido” !E esse termo não se enquadra a nenhum destes três homens.

Afinal, nenhum deles foi ungido!

Basta um honesto questionamento para desfazer tal doutrina.

Pergunte a si mesmo:

– Onde na Torá está escrito a respeito de um Messias (Mashiach) redentor ?

 Isso simplesmente não existe!

Liturgia Samaritana

Um interessante texto sobre a Liturgia Samaritana!

* LlTURGIA SAMARITANA

Sob este título nos propomos a tratar do ritual formal dos Samaritanos, incluindo suas doutrinas mais importantes, usos, detalhes, dados recolhidos a partir de fontes documentais; reservando alguns detalhes adicionais quanto à sua prática atual.

1- RITUAL

A literatura litúrgica dos samaritanos é muito extensa, e possui certo valor poético. Ela consiste principalmente de hinos e orações para sábado e dias de festa, e de orações ocasionais em núpcias, circuncisões, enterros, e afins.

O Museu Britânico possui dezenove volumes de orações e hinos, que são descritos pelo Heidenheim em sua Vierteljahrsschrift, 1, 279 sq .; 408 sq Vários também foram publicados pelo Heidenheim, por exemplo, Um Hino para o Dia da Expiação. (Ibid 1, 290 sq..);

Uma petição de Vanah ben-Marka (ibid p 432..);

Uma petição de Meshalma de Daphne (ibid p 438 sq…);

A oração de Ab. Gelugah, a partir de um MS Vaticano. (Ibid 2, 213 sq..);

A oração de Marka, ao final do qual corre assim:

“Senhor, por causa dos três mais perfeitos!

Por causa de Joseph, o intérprete de sonhos!

Por causa de Moisés, chefe dos profetas!

Por causa dos sacerdotes, os mestres dos sacerdotes!

Por causa da Torá, mais sagrado dos livros!

Por causa do Monte Gerizim, o Monte Eterno!

Por causa dos anfitriões de anjos!

Destrua os inimigos, todos inimigos!

Receba nossas orações!

Oh eterno!

Livra-nos desses problemas!

Abra para nós tesouros do Céus”;

Uma oração do sumo sacerdote Pinchas para a celebração da Lua Nova (contido no Cod 19, 020 Add MSS…);

Dois Hino para o Dia da Expiação, um pelo padre Abraham, o outro pelo padre Tobias (ibid . 4, 110 metros quadrados .; contida no Cod 19, 009 Add MSS);…

a oração de Marka e que de Amram, ambos contidos no profético.

SENHORA. (Ibid. 4, 237 metros quadrados .; 390 sq.).

Dos hinos para a Páscoa falaremos mais adiante.

Em Gesenius, Carmina Samaritana, fragmentos de liturgias de Damasco foram publicados, o que Kirchheim publicou com emendas em seu Karme Shomron.

Um hino na Unidade de Deus, e se dirigiu לית אלה אלא אחד, ou seja, “não há senão um só Deus”, funciona assim:

Não há senão um só Deus

1.
אלהי ם קעימה
O eterno Deus
דקעי ם עד לעל ם
Quem vive para sempre
אלה על כל חילין
Deus acima de todos os poderes
וממן כן לעל ם
E que assim permanece para sempre.

2.
בחילרִבה נתרחוֹ
Em teu grande poder deve nós confio,
דאת הו מין
Pois tu és nosso Senhor;
באלהותדִאנדית
Em teu Deus; porque tu criaste
עלמה מן רישה
O mundo do começo.

3.
גבורתכִסיה
Teu poder estava escondido
,! וטהרוִרחמי
E a tua glória e misericórdia.
גלין גליאתה וכסיאתה
Revelado são ambas as coisas que são reveladas, e aqueles que não são reveladas,
בשלטן אלהותוִכו
Antes do reinado de Deus sobre a tua cabeça.

Petermann publicou três “orações de Moisés e Josué” e cinco “orações dos anjos” em seu Gramatica Samaritana, p. 418 sq.

Um volume de orações também está no Paris Bibl. Nat. Anciens Fonds, 4, Peiresc.

Os presentes samaritanos tem duas coleções, que eles chamam Dunrran ( “colar de pérolas”) e Defter ( “livro”), este último compreendendo o primeiro, o arranjo dos quais eles atribuem a Amran-ez-Zeman ou Amram- Dari.

A língua em que estão escritas varia; alguns estão em quase clássico hebraico, outros em um dialeto semelhante à da Targums, contendo uma mistura de Arabismos e Hebraísmos.

O medidor também difere consideravelmente.

2- DOUTRINAS

Dos vários hinos e documentos existentes, os Samaritanos têm cinco principais artigos de fé:

Os cinco artigos de fé

1. Deus é um só, sem parceiro ou associado, sem corpo e paixões, sendo a causa de todas as coisas, preenche todas as coisas.

2. Moisés é o mensageiro e profeta de Deus por todos os tempos, o fim da revelação, o amigo e servo fiel de Deus; ninguém será como ele.

3. A lei é perfeita e completa, destinada por todos tempos, para nunca ser complementada ou revogada por uma posterior revelação.

4. Gerizim é a morada de Deus na terra, a casa da vida eterna; sobre ele é o Paraíso, e daí vem toda benção.

5. Haverá um dia de retribuição, quando o Piedoso vai subir novamente; falsos profetas e seus seguidores, então, serão lançados no fogo e queimados.

Outros pontos em seu credo pode ser notado.

A partir da oração de Tobias 5, 24, parece que os Samaritanos reconhecem a existência do pecado desde Adão.

“Por causa de Adão e por conta do fim de toda a carne, perdoa e perdoa toda a congregação.”

Esta oração para o Dia de Kippur, vemos a doutrina sobre o Logos é conhecida entre eles. Heidenhelm, Vierteljahrsschrift, 4, 126 sq.

Eles creem em anjos e astrologia, isso pode ser visto de uma oração dada pelo Heidenheim , lc p. 545 sq.

A crença na vinda do Messias, ou “restaurador”, que deve ser o filho de José, é corrente entre os samaritanos desde os tempos remotos, e esta crença é baseada em tais profecias messiânicas como Ge 15:17; Ge 49:10; Nu 24:17; e De 18:15.

Tudo o que eles tinham a dizer sobre este ponto está contida na carta de Marchib Ibn-Jakub dirigida a Thomas Marshall, onde lemos:

“Você falou da chegada do grande Profeta. Ele foi anunciado pelo nosso pai Abraão, como está escrito:

Apareceu em “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” (Ge 15:17);

“para ele que os povos submeter-se” (ibid 49:10.);

dele também é dito (Nu 24: 17)
“, ele destruirá todos os filhos de Sete, e Israel faz valentemente; “

Dele, “o Senhor teu Deus elevar-te acima de meio teus irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis”(De 18:15)

Os nossos mestres têm dito sobre este ponto que este profeta deverá erguer-se, acima de todos.

As pessoas deverão submeter-se a ele e crer nele e na lei e no Monte Gerizim; que a religião de Moisés, filho de Amram, aparecerá então na glória, e que que o início do nome do profeta que surgirá será M; ele vai morrer e será enterrado perto de Joseph, “o ramo frutífero;” que o Tabernáculo aparecerá por seu intermédio e será estabelecido no Gerizim.

Assim é dito em nossos livros e no livro de Josué, filho de Nun “(Eichhorn, Repertorium, 9, 11 sq.).

O que foi dito nesta e em outros textos e trabalhos é meramente um extrato de um hino composto pelo sumo sacerdote Abisha ben-Pinchas para o Dia da Expiação, e contidas no Cod. 19, 651 Add. MSS. do Museu Britânico (comp. Heidenheim, 5, 170 sq.).

Em que tempo surgirá, isso é incerto.

“Ninguém sabe a sua vinda, mas apenas o Senhor”, diz Ab Zehuta em 1589 (comp Eichhorn, 13, 266.);

“É um grande mistério em relação ao Messias que está para vir e que irá manifestar o seu espírito; felizes seremos quando ele chega”, escreve Salameh, em 1811 (ver De Sacy, não et Extr 12, 122..).

“O aparecimento do Messias”, escreve Petermann, em 1860,

“Terá seu lugar 6.000 anos após a criação, após este tempo decorrido;”.

Consequentemente ele agora, embora tudo inconscientemente, vai sobre sobre a terra Em 1853, os samaritanos esperava um grande revolução política, mas em 1863 os reis da terra se, de acordo com eles, montar o mais sábio dentre todas as nações, a fim de conselho mútuo para descobrir a verdadeira fé dos israelitas, isto é, samaritanos, um será enviado, e ele. será o Taheb.

Ele chegara um dia, e os levará ao Monte Gerizim, onde, sob as 12 pedras encontrará os 10 mandamentos (ou toda a Torá), e sob a pedra de Betel os utensílios do tabernáculo e o Maná.

Então todos vão acreditar na Tora, e vão reconhecê-lo como sendo o Rei e Senhor de toda a terra, Ele irá converter e igualar a todos os homens, e viverá 110 anos sobre a terra, em seguida, morrerá e será enterrado perto Monte Gerizim; porque, sobre aquela montanha pura e santa, que é de quinze jardas superiores Ebal, nenhum sepultamento pode ter lugar, depois a terra permanecerá algumas centenas de anos mais até os 7000 se concluírem, e então o julgamento final virá em “(Herzog, R.-Encykl. 13, 373 sq.) .

3- USOS

– Hoje em dia Samaritanos comemoram sete festas ao ano, embora apenas uma, a Páscoa, é observada com solenidades. Um momento interessante relatado nas cerimônias desta festa, como celebrado em 1853, é dada por Petermann, na Herzog, R.-Encykl 13, 378.; também por Stanley, Hist. . da Igreja judaica, 1, 513 sq

A liturgia para esta festa é muito rica; assim, todas as noites durante a festa do “Sonho do Sacerdote Abisha” é lido, só os mais velhos são permitidos a ouvir.

Este sonho está contido em Cod. 19, 007 Add. MSS. Brit. Museu.

Há hinos pascais compostas pelos sumos sacerdotes Marka, Pinchas, e Abisha (qv), dadas por Heidenheim, 3, 94 sq., 357 sq., 475 sq.

Existe também uma história do Êxodo, um chamado Pesach- Hagqgadah, que o Dr. S. Kohn publicada com uma tradução alemã em Abhandlungen der DMG 5, No. 4 (Leips. 1876).

A segunda festa, celebrada no dia 21 de Nisan, ou o último dia dos pães ázimos, é marcada por uma peregrinação a Gerizim.

A terceira festa é Pentecostes;

A quarta festa é das Trombetas;

A quinta festa é o Dia da Expiação.

Os primeiro e oitavo dias de Sucot (Tabernáculos) contam os dias de festa restantes.

O sábado, aliás, é mantido com grande rigor; os anos de jubileu e libertação também são observados.

Os samaritanos tem mais dois dias de montagem, embora eles não contá-los como feriados, denominado צמות.

Todo ano em que o número da congregação é tomada, e em troca a cada homem com mais de vinte anos de idade apresenta o sacerdote com metade de um shekel (três piasters), de acordo com Ex 30: 12-14, recebendo dele um calendário para os próximos seis meses preparados a partir de uma tabela em sua posse – originalmente, é dito, composto por Adão e comprometido a escrever no tempo de Finéias.

A partir destas ofertas, os dízimos dos rendimentos da congregação, e outros pequenos presentes, o padre ganha a vida.

Ele pode consagrar qualquer de sua família que ele agrada ao sacerdócio, desde que o candidato seja vinte e cinco anos de idade e nunca ter sofrido seu cabelo a ser cortado.

Como outros orientais, ele nunca tira o turbante, e, portanto, não é fácil de ser distinguido do resto da congregação; mas, de acordo com Le 10: 6, ele não “rasga suas roupas”, vestindo uma fenda em sua manga como outros samaritanos; e quando o rolo da lei é tirada da arca, ele, como seus assistentes, coloca um pano, que eles chamam טלית, tallith, ao redor de sua cabeça.

Eles usam turbantes brancos; normalmente eles são obrigados, por via de distinção de maometanos, para usá-los de uma cor vermelho claro.

Eles podem cortar o cabelo ou não, como quiserem, mas não suas barbas, este sendo proibido em Le 19:27; Le 21: 5.

As mulheres devem deixar o cabelo crescer, e não usam brincos, por causa deles o bezerro de ouro foi feito.

Por medo de escandalizar os maometanos, ninguém senão os antigos aventurar a assistir à sinagoga.

Quando nasce um menino, grande regozijo é realizada; sua circuncisão ocorre sempre no oitavo dia após o nascimento, mesmo que se trate de um sábado.

Meninos se casam cedo com quinze ou dezesseis anos, meninas com doze.

Os samaritanos pode se casar com meninas cristãs ou judaicas, desde que se tornem samaritanas.

Quando um homem tem uma mulher sem filhos, ele pode ter uma segunda; mas se ela também é estéril, não podera ter uma terceira.

Divórcios, embora permitidas, são incomuns.

Os mortos são preparados para o enterro de seus próprios amigos; todo o corpo é lavado, mas especialmente as mãos (três vezes), boca, nariz, face, orelhas, tanto dentro como fora (tudo isso no estilo maometano), e por último os pés.

O enterro acontece, se possível, antes do por do sol no mesmo dia, acompanhada com a recitação da lei e hinos.

O que se segue é uma parte de uma ladainha para os mortos

ִ יאדונינו משה ובו
ובכבודוִבאדונינן אברה ם ויצחק ויעקב אדני יהוה אלהי ם ברחמיוִבוִבשמ

Senhor Deus, Elohim, por tua misericórdia, e para teu, e para teu nome, e por tua glória, e para o bem do nosso Senhor Abraão e Isaac e Jacob, e nossos senhores Moisés e Arão, Eleazar, e Itamar, e Finéias, e Josué, e Caleb, e os santos anjos e os setenta anciãos, e no monte santo de Gerizim, Beth El. Aceitas [תשי ם] esta oração [מקרא = leitura], possa lá de diante de teu santo semblante um presente enviado para proteger o espírito do teu servo, IS II) j [N. filho de N.], dos filhos de [-], filha [-] dos filhos de [-]. O Senhor Deus, em tua misericórdia tem compaixão dele (, [ou] ter compaixão por ela), e descansar seu (sua) alma no jardim do Éden; e perdoá-lo (, | [ou] ela), e toda a congregação de Israel, que migram para o monte Gerizim, Beth El. Um homem.
Através de Moisés, de confiança. Amém, Amém, Amém.

Estas leituras são feitas todos os dias ate o próximo sábado, as mulheres da família assistindo perto da sepultura.

No sábado é visitado por toda a congregação (exceto os parentes próximos), que comem juntos lá, recitando parte da lei e cantando hinos, terminando a recitação no final do dia.

A partir dos usos e costumes entre os samaritanos, vemos que, no seu conjunto, eles cumprem rigorosamente os costumes judaicos, e ainda assim encontramos inúmeros decretos contra eles no Talmud.

Há especialmente uma tratado todo que pesam sobre o assunto, intitulado Massecheth Kuthim, que Kirchheim publicada com seis outros (Frankfort, 1851).

A partir deste tratado vemos “que os judeus não estão autorizados a adquirir bens imóveis, nem vendê-las ovelhas para corte, nem culturas para cortar, nem madeira ainda de pé. Eles também estão proibidos de vender-lhes armas ou qualquer coisa que possa danificar pessoas, ou para dar ou levar as esposas deles. a filha de Israel não pode emitir uma mulher samaritana nem amamentar seu filho, mas uma mulher samaritana pode executar essas funções para uma filha de Israel em sua casa (do israelita) “.

Estes são alguns dos principais pontos contidos nesse tratado, que conclui com as seguintes palavras:

“E por que o Cothim não tem permissão para entrar no meio dos judeus, porque eles têm misturado com os sacerdotes dos alturas (idólatras)

R. Ismael diz:

Eles estavam entre os primeiros convertidos piedosos (גירי צדק = israelitas reais), e porque é que a relação sexual com eles proibidas devido ao gerado ilegalmente filhos, e porque eles não cumprem os deveres de יב ם (casar-se com a esposa do irmão falecido);? uma lei que eles entendem a aplicar-se a única noiva.”

‘Em que período são eles a ser recebido (na comunidade)? ‘Quando eles abjurar o Monte Gerizilm, reconhecer Jerusalem! (viz. Suas reivindicações superiores), e acreditar na Ressurreição.’

Bibliografias

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– Anecdota Exon (Lipsise, 1824).;

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– Kitto, Cyclop. 3, 751 metros quadrados .;

– Smith, Dict. da Bíblia, p. 2816 sq. (PA)

A história de IIossi Sirrawi

Iossi Sirrawi é um homem idoso, vive na Comunidade Israelita Samaritana em Holon.

Ele necessita com urgência realizar um transplante de rim para salvar sua vida.

O procedimento cirúrgico entretanto é caro, envolve o valor de 680.000 shekels israelenses.

Todos podem ajudar a salvar sua vida.

Precisamos levantar fundos, mas até agora recolhemos apenas um décimo desse montante.

Como doar

1- Àqueles que doam de Israel e da Judeia e Samaria ou nas partes sob o controle da Autoridade Palestina, por favor, deposite em:

A caridade israelense para transplantadores de rim
Conta do Banco Leumi LeIsrael,
Ramo número 940
Conta número 7292736

2- Aos doadores que depositam doações de fora de Israel:

Por favor inscreva-se para salvar a vida de Yossi Sirrawi, transferindo sua doação para o:

A caridade israelense para transplantadores de rim
Conta do Banco Leumi LeIsrael,
Ramo número 940
Número de conta 7292736;
Swift: LUMILLIT940;
Código de encaminhamento: IL010940;
IBAN: il53 0109 4000 0000 7292 736

Na nota pessoal do depósito, por favor escreva: Para Yossi Sirrawi

Por favor, doe para salvar a vida de Yossi Sirrawi com a esperança de que em breve estabelecer uma família em Israel e na comunidade israelense Shomrey-Torah.

Obrigado

Benyamim Tsedaka

 

A história de Dhavi

O pequeno Dhavi Henrique Santiago de Aquino, 4 anos precisa de sua ajuda.

O garoto tem osteopetrose, doença que provoca o desenvolvimento de ossos muito densos e quebradiços.

“No caso dele, que nasceu com esse problema, somente o transplante de medula óssea pode curar”, frisa a mãe Laura Santiago de Oliveira, 32, que tem mais uma filha, Laysa, 15.

Ela lembra que os médicos tiveram dificuldade de chegar ao diagnóstico, ocorrido apenas em outubro do ano passado, atrasando a entrada do garoto na fila de espera pelo transplante.

Mais informações no site: Ameo – Associação da Medula Óssea

O pequeno Dhavi conta com sua ajuda.

Em razão disso, a doença, que dificulta o crescimento, fez Dhavi ficar com a visão de um dos olhos embaçada, perder os dentes e ter a audição prejudicada parcialmente.

“O problema pode causar ainda paralisia e falta de ar, porque os ossos vão comprimindo, e pode levar a morte por infecção. Vivemos um dia após o outro”, desabafa a mãe.

Para participar da campanha, você pode fazer doações em dinheiro.

Fizemos uma “vaquinha” para ajudar financeiramente o tratamento de Dhavi, cada um dá um “pouquinho”, com a ajuda de todos poderemos ajudar no tratamento de Dhavi.

Clique aqui e veja como é fácil ajudar ao Dhavi!

Você também pode doar sua medula, basta fazer seu cadastro no o Redome (Registro de doadores Voluntários de Medula Óssea), que reúne informações de pessoas dispostas a doar medula óssea.

Lá será coletada amostra de sangue para a tipagem de HLA  com as características genéticas importantes para a seleção de um doador.

Osteopetrose, literalmente “osso de pedra”, também conhecido como doença dos ossos de mármore e doença de Albers-Schonberg é uma desordem hereditária extremamente rara através do qual ocorre o endurecimento dos ossos, tornando-se mais densos, em contraste com condições mais prevalentes como a osteoporose, em que os ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, ou a osteomalacia, em que os ossos enfraquecem. Tem uma incidência de 1 em 20.000 nascimentos e 1 em 200.000 adultos.

Jornal apresenta uma campanha de doação

Participe, colabore!

Sem arrependimento não serão salvos

Campanha pela paz se Israel

O cartaz abaixo foi colado por toda a cidade de Jerusalém nos últimos dias.

“A vela que vai mudar sua vida!”

“Pela salvação do povo de Israel e mudança de sua sorte!”

“Os santos rabinos!”

“Somente os primeiros 250 a participar receberão a vela santa que poderá te salvar! Ligue agora para a central de atendimento da Salvação!”


Discordo dessas práticas!

Velas não trarão salvação a Israel!

É preciso voltar voltar a Torá!

Essa é a verdadeira redenção!

Quando se voltarem ao Santo Monte do Senhor, com arrependimento, choro, com lamemtos e suplicas e se sujeitarem finalmemte aos mandamentos da Torá!

Quando voltarem os seus ouvidos as palavras do Sumo Sacerdote descendente de Aharon,  seus pecados serão realmente perdoados.

O verdadeiro arrependimento surgirá em suas almas,  então nesse dia terão nojo das práticas erradas.

Só então Israel habitará seguro, protegidos pela mão forte de Shehmaa, verdadeiro escudo de Israel!

 

Hamsá, a idolatria disfarçada

O sincretismo judaico-islâmico.

Islamismo

Ela é um artefato místico, uma representação da mão de Fatima bint Muhammad, filha de Muhammad (Maomé) profeta islã.

Facilmente associada aos cinco mandamentos fundamentais que todo muçulmano precisa cumprir os chamados “cinco pilares do islã”:

  1. jejuar
  2. Observar as obrigações no mês do Ramadã
  3. Fazer a peregrinação a Meca
  4. Orar 5 vezes ao longo do dia diariamente
  5. Fazer caridade e professar e aceitar o credo.

Judaísmo

Também conhecida entre os judeus como “mão de Miriam”, Miriam fora a irmã de Moisés e Arão.

Seu uso como um amuleto de proteção é muito comum.

Seja pendurada no pescoço, ao lado da porta da casa, no automóvel como meio de prevenção contra acidentes, ou na carteira para servir contra o mau-olhado que possa afligir as finanças da pessoa, tal qual utilizam  também a estrela maguem david, a mezuza e o tefilim .

Budismo

É chamada de Abhaya Mudra e possui significado de dissipação do medo.

O destemor é uma das principais virtudes, é o fruto da perfeita auto-realização, significa o redescobrimento da não-dualidade.

Existem provas arqueológicas que mostram o símbolo da Hamsá utilizado como um escudo contra o mau-olhado já muito antes do surgimento do judaísmo ou do islã.

Atualmente os defensores da paz no Oriente Médio têm usado como símbolo para lembrar as raízes comuns do judaísmo e do islamismo buscando, nesse caso, um símbolo de paz e esperança

Uma Hamsá em forma de amuleto com um olho no meio.

A hamsá em árabe خمسة, chamsa – significa literalmente “cinco”, referindo-se aos cinco dedos da mão.

Este símbolo sinteticamente adotado pela fé judaica é também adotado pela fé islâmica, sendo um objeto com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado popularmente não só como um amuleto contra o mau olhado, mas também para afastar as energias negativas e trazer felicidade, sorte e fortuna.

 

 

Qual o significado da “Hamsa” para os judeus?

O Hamsa é um símbolo utilizado mais pela comunidade sefaradi, muito ligada com a parte mística e com “supostos sábios cabalistas“.

Devido ao forte misticismo ligado a ela, em sua representação com uma mão estilizada, seus cinco dedos representa os cinco níveis da alma, o órgão/canal através do qual uma pessoa abençoa outra, simbolizando portanto bênçãos e proteção.

Este também é o motivo pelo qual se vê muitas placas de automóveis escolhidos com os números “5”, onde presume-se que pertençam a sefaradim.

Ou seja, trata-se de uma “mandinga“,  uma “simpatia“.

Há também hamsás com forma de pombas semelhantes a uma mão.

Ela pode aparecer também como uma mão normal, com um polegar distinto do mindinho.

Frequentemente, possui o desenho de olhos, com pombos,peixes e estrelas de 6 pontas para fortalecer o seu simbolismo.

Em certas hamsás existem inscrições em hebraico, como a Shemá Israel.

A hamsá é usada como “amuleto” contra o mau-olhado.

É muito popular no Oriente Médio, especialmente no Egito.

A mão pode ser encontrada em diversas formas, desde joias até azulejos e chaveiros.

Pode ser encontrada em dois formatos:

Uma mão estilizada com um “dedão” de cada lado ou seguindo o formato de uma  normal.

A Hamsa traz um olho em seu centro, indicando proteção contra mau olhado.

O uso do olho no centro da mão é um amuleto antigo, mas ainda muito popular na proteção contra o mau olhado, na crendice de muitas religiões.

Combinando o olho que tudo vê grego e turco com a Hamsa árabe e judaica, é frequentemente encontrado na Índia e na região sul do Mediterrâneo.

Por serem grandes e frágeis, são usados como objetos de decoração, pendurados na parede para proteção, de preferência perto de uma porta ou do berço do bebê.

O olho na mão também aparece com conteúdo simbólico ambíguo entre os pequenos artefatos associados a culturas antigas que poderiam ou não acreditar em mau olhado, como as tribos do Mississípi, nos Estados Unidos.

Alguns arqueólogos especulam a possibilidade de a presença do olho na mão na América do Norte ser uma evidência de exploração pré-colombiana ou a colonização por marinheiros do Oriente Médio.

Outros acreditam que essa presença não passa de uma intrigante coincidência – e apenas isso

Embora o Alcorão vete o uso de amuletos, a hamsá é facilmente encontrada entre seguidores do Islã.

Os muçulmanos a associam aos cinco pilares do Islã, e também a chamam de mão de Fátima, sendo Fátima a filha preferida de Maomé.

Notadamente, a hamsá aparece, junto com outros símbolos islâmicos, o emblema da Algéria.

A hamsá também é popular entre os judeus, especialmente os sefarditas.

Os judeus inscrevem textos em hebraico, como a Shemá Israel, nas chamsás e também as chamam de mão de Miriam.

Miriam, no caso, foi a irmã de Moisés e Aarão.

O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros.

História

Existem evidências arqueológicas do uso da hamsá como um escudo contra o mau-olhado já antes do Judaísmo e do Islã.

Há indícios de que a hamsá seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal.

Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus.

A chamsa também aparece no Budismo; é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.

Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a chamsá.

O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo.

Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.

Hamsa… um amuleto idólatra.

O Hamsa ou Khamsa, cinco em árabe, é um amuleto de origem púnica, associada à deusa Tanit, que foi usado e ainda é usado no Norte da África e se espalhou pelo Mediterrâneo contra o mau-olhado, proteção contra doença e para afastar a má sorte.

Tanit (em fenício e púnico: ´TNT), Tinnit, Tennit ou Tannou era uma deusa púnica e fenícia e a principal divindade de Cartago juntamente com o seu consorte Baʿal Hammon.

O nome parece ser originário de Cartago, apesar de não aparecer nos nomes teóforos locais.

Era equivalente à deusa-lua Astarte e foi posteriormente venerada na Cartago romana na sua forma romanizada como Dea Caelestis, Juno Caelestis ou simplesmente Caelestis.

Na Tunísia atual é costume invocar “Oumek Tannou” (Mãe Tannou) nos anos de seca para trazer chuva; tal como se fala de agricultura “Baali” quando se trata de agricultura não irrigada, ou seja, que depende apenas do deus Baʿal Hammon e não da sua consorte.

Culto idólatra

Tanit foi adorada em contextos púnicos no Mediterrâneo Ocidental, de Malta a Gades (sul da península Ibérica), até ao período helenístico.

A partir do século V a.C., o culto de Tanit está associado ao de Baʿal Hammon.

É-lhe dado o epíteto de pene baal (“face de Baal“) e o título rabat, a forma feminina de rab (“chefe”).

No Norte de África, onde as inscrições e materiais são mais abundantes, ela era, além de consorte de Baal Hammon, uma deusa celestial da guerra, uma deusa-mãe virginal (não casada), enfermeira e, menos especificamente, um símbolo de fertilidade, como são a maior parte das formas femininas.

Várias deusas gregas importantes foram identificadas com Tanit pela sincrética interpretatio graeca, que reconhecia como divindades gregas em formas estrangeiras os deuses da maior parte das culturas não helênicas vizinhas.

O santuário de Tanit escavado em Sarepta, na Fenícia meridional, revelou uma inscrição que a identificou pela primeira vez na sua terra natal e a relacionou com segurança com a deusa fenícia Astarte (Ishtar).

Um dos locais onde Tanit foi descoberta foi Kerkuane, na península de cabo Bon, na Tunísia.

Sacrifícios de crianças

Moeda púnica cunhada em 215–205 aP.C. com a figura de Tanit
Moeda púnica cunhada em 215–205 aP.C. com a figura de Tanit

Estátua de Tanit com cabeça de leão; Museu Nacional do Bardo, Tunes
As origens de Tanit encontram-se no panteão de Ugarit, especialmente a deusa ugarítica Anat (Hvidberg-Hansen 1982), uma consumidora de sangue e carne. Há evidências significativas, embora disputadas, tanto arqueológicas como em certas fontes escritas, que apontam para sacrifícios de crianças como parte do culto de Tanit e Baal Hammon.

O sacrifício de crianças no culto de Tanit foi confirmado por achados arqueológicos no Tofete de Cartago e, segundo o cronista cristão norte-africano Tertuliano, ocorreu abertamente até ao reinado do imperador Tibério (r. 14–37 d.C.).[10][nt 4]

Outros usos

Tanit ainda continuou a ser venerada no Norte de África muito depois da queda de Cartago, sob o nome latino de Juno Caelestis, sendo identificada com a deusa romana Juno.[11]

Os antigos berberes do Norte de África também adotaram o culto púnico de Tanit.[12]

Em egípcio, o nome de Tanit significa “Terra de Neith” (Neith é uma deusa da guerra).

O seu símbolo, encontrado em muitos relevos em pedra, tem a aparência de um trapézio fechado por uma linha horizontal no topo e encimado no meio por um círculo: o braço horizontal é usualmente terminado por ganchos ou por duas linhas verticais curtas nos ângulos direitos.

Mais tarde, o trapézio é frequentemente substituído por um triângulo isósceles.

O símbolo é interpretado por Hvidberg-Hansen como uma mulher com as mãos erguidas.

Este académico dinamarquês de filologia semiótica nota que Tanit é por vezes representada com uma cabeça de leão, mostrando a sua qualidade guerreira.[13]

A hamsá, ou mão de Fátima, um talismã contra o mau-olhado comum no Norte de África e Médio Oriente, é tradicionalmente identificado como um símbolo de Tanit que foi assimilado pelo Islão tradicional como simbolizando a mão de Fátima, a filha dileta de Maomé.[14]

Essa identificação é, contudo, contestada por alguns académicos.[15]

Referências culturais

No romance histórico Salammbô, publicado em 1862 por Gustave Flaubert, a personagem que dá nome à obra é uma sacerdotisa de Tanit. Mâtho, a personagem masculina principal, um mercenário líbio rebelde em guerra com Cartago, entra no templo da deusa e rouba seu véu.[16]

Notas

Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «Tanit», especificamente desta versão.

↑ «At Carthage the great goddess is called Tinnit (formerly read Tanit) […] It would seem that Tinnit is the specific Carthaginian form of Astarte, but strangely enough there are no theophorous names containing the element Tinnit, while there are a few with Astarte. The name seems to have originated in Carthage […]»
Tradução: “Em Cartago a grande deusa é chamada Tinnit (antes lida Tanit) […]

Seria de esperar que Tinnit fosse a forma cartaginesa específica de Astarte, mas estranhamente não há nomes teóforos que contenham o elemento Tinit, enquanto que há alguns com Astarte. O nome parece ter sido originado em Cartago […]”[4]

↑ «Ali, Juno Caelestis (ou simplesmente Caelestis, destinada a veneração considerável fora de África) é Tanit (Tinnit), a companheira feminina de Baal Hammon.»[5]

↑ Na inscrição lê-se TNT TTRT e pode identificar Tanit como um epíteto de Astarte em Sarepta, pois o elemento TNT não aparece em nomes tofóricos em contextos púnicos.[8]

↑ «Acima de tudo, a deusa lunar púnica Tanit não cessou de ser venerada na Cartago romana na sua forma romanizada como Dea Caelestis. O sacrifício de crianças associado a este culto foi levado a cabo ‘abertamente’, segundo o africano, cristão […]»[10]
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↑ Hvidberg-Hansen 1982.

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Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Hamsá
Hand of Fatima Meaning – Necklace of Hand of Miriam Handcrafted Jewelry (em inglês)
The Hamsa Hand (em inglês) Artigo no The ‘Lucky W’ Amulet Archive, com imagens

Mito de Osíris
Genocídio em Bangladesh em 1971
Jevdet Bei

Serpente

A palavra “serpente” em hebraico é muito semelhante a palavra “consciência“.

A palavra Nachash significa Serpente.

Como substantivo, nachash ou naḥash que no hebraico é נחש um termo hebraico mais genérico e usual para “serpente”.

Esse termo foi usado para indicar forma, foi também para referenciar não apenas a serpente no Éden mas também outros personagens da historia registrados na Torá.

O mais importante foi um rei dos amonitas cujas ameaças aos hebreus os teriam levado a instituir a monarquia e unificar suas forças militares sob o comando de Saul.

A palavra também se aplica, em especial, à serpente do Jardim do Éden, e o nome em hebraico é usado por intérpretes fundamentalistas e heterodoxos que insistem em que ela não era realmente uma serpente no sentido normal da palavra.

A interpretação mais comum e popular entre judeus tradicionalistas e outros estudiosos fundamentalistas é que a serpente do Jardim do Éden era na verdade um animal com pernas, mas estas lhe foram tiradas como punição por sua participação na Queda.

A existência de alguns animais podem apontar alguma resposta.

Temos varios animais interessantes…

A víbora-tapete (Echis coloratus), a provável “serpente de fogo”.

A víbora-da-palestina (Vipera xanthina), outra serpente familiar aos antigos hebreus.

O substantivo parece derivar do verbo nachash (idêntica grafia, mas diferente pronúncia), que significa propriamente “sibilar”, “sussurrar” (caracteriza as serpentes pelo silvo de advertência que produzem quando se sentem ameaçadas) mas tomou também tomou o significado de “adivinhar”, “vaticinar” (como uma pitonisa ou feiticeiro em transe, que fala em tom sussurrante), “encantar” ou “enfeitiçar” e, por uma extensão ainda maior, de “observar”, “aprender pela experiência”.

A forma substantivada do verbo (uma terceira pronúncia, ainda com a mesma grafia) significa “augúrio” ou “encantamento”.

O particípio passado nachuwsh ou nchosheth (masculino) ou nchuwshah (feminino), distinto na grafia, tem o significado de “cobre”, “acobreado” ou “duro como cobre” e o derivado nchushtan, de “feito de cobre”.

A razão da derivação não é clara neste caso: pode estar relacionada à cor acobreada da víbora-tapete, Echis coloratus, serpente de 30 cm a 60 cm (máximo 80 cm), que vive entre as rochas do deserto e era particularmente temida pelos povos da Palestina.

Sugeriu-se também relação com o uso de cobre em instrumentos musicais.

Em aramaico, a palavra equivalente é nchash, cuja grafia não se distingue de nachash, mas no Tanack essa palavra é citada apenas no livro de Daniel.

Algumas traduções da Bíblia vertem esse termo como “latão”, mas os hebreus designavam pela mesma palavra o cobre, bronze e latão e este último foi o significado menos comum, pois essa liga não era produzida deliberadamente antes dos tempos romanos.

Dentro do Tanach o termo nachash é usado dezenas de vezes para designar todo tipo de serpentes, reais ou míticas.

É usado em Bereshit(Gên), em relação à serpente que convence Chava a provar o fruto proibido.

A Torá não costuma fazer animais falarem. A único outra exceção é a jumenta de Balaão, mas esta fala por milagre de Shehmaa, o que não é o caso da serpente do jardim do Éden.

Além disso, a narrativa dá a entender que a serpente foi condenada a se arrastar no chão depois desse episódio, o que pode dar a entender que, antes, ela possuía pernas.

A explicação pode é de que o animal realmente existiu e foi assim castigado, ou que esse castigo tenha sido na verdade algo com outro significado, como não poder mais se sustentar e viver na dependência de outros ou algum outro significado que hoje se tem dificuldade em racionalizar.

Ao longo dos séculos, porém, muitas leituras literalistas concluíram que a nachash do Jardim do Éden não era uma serpente no sentido usual da palavra, ou mesmo uma entidade completamente diferente.

A arte cristã alimentou fortemente a ideia de que Nachash seria um monstro feminino

Na arte cristã da Baixa Idade Média e Renascença, era comum representar a serpente do Éden como uma cobra, lagarto ou dragão com cabeça de mulher.

Era uma manifestação da desconfiança e dessprezo exacerbados dessa era em relação à mulher comum, principalmente as mulheres velhas e feias, que surge em contrapartida à adoração da Virgem Maria ou da idealizada Dama do amor cortês.

É também o período de auge da Caça às Bruxas nos países católicos e a serpente feminina pode facilmente ser associada à idéia da bruxa como destruidora da felicidade de casais inocentes.

Essa representação apóia-se também na tradição misógina que culpa exclusivamente Hava pela Queda do Homem e parece estar refletida também na etimologia.

Chava (Eva) em hebraico se escreve חַוָּה, cuja pronúncia é Chawwāh, significa “que dá vida“, segundo a etimologia tradicional, mas alguns derivam esse nome – que ela só recebeu depois da maldição – de uma raiz semítica cognata ao aramaico chawya’, “serpente” (com a conotação de “enroscada“, “enrolada“), que tem cognatos em outras línguas semitas (embora não exista com esse significado em hebraico bíblico).

A deusa ugarítica do submundo era chamada Chwt e pode ter sido uma deusa-serpente; há quem acredite que Eva foi originalmente essa deusa, ou outra similar.

Um comentário rabínico tradicional apóia-se no trocadilho em aramaico:

– “a serpente (chawya’) foi a serpente de Eva (chawwāh) e Eva foi a serpente de Adam” – daí, possivelmente, a tendência a representar a serpente não só com cabeça de mulher, mas com rosto e expressão muito semelhantes aos de Eva.

Fundamentados no misticismo judaico, a serpente do Éden chega a ser associada com um personagem babilônico… Lilith.

Quando recusou se submeter a Adam, Lilith fugiu voando sobre o mar para nunca mais voltar, lançando ameaças às crianças que viessem a nascer.

A imagem geralmente associada a Lilith e suas cognatas no Oriente Médio é a de uma coruja.

Na tradução da Bíblia hebraica para o latim, a Vulgata, canônica para a Igreja Católica, Jerônimo de Strídon verteu “Lilith“, em sua única aparição no Antigo Testamento (livro de Isaías), como Lâmia, nome de uma entidade mítica igualmente vampiresca, mas imaginada na Antiguidade clássica como uma mulher-serpente.

Mesmo assim, parece ter sido só no século XIX que alguns escritores e artistas associaram Lilith à imagem de uma serpente.

A serpente… Nachash seria Lúcifer?

Outra interpretação comum é que Nachash seria na verdade Lúcifer, o líder dos anjos caídos, talvez disfarçado de serpente ou possuindo uma serpente de acordo com a mitologia babilônica-judaica que por sua vez influenciou o cristianismo.

A associação de idéias apóia-se na associação de uma palavra cognata de nachash com cobre ou latão e daí com “brilhante“, forçando a aproximação com “Lúcifer“, “portador de luz“.

Entretanto a palavra “Lúcifer” no Tanack é um termo incorreto pois o nome (הילל, Hêlēl, “estrela da manhã“) é usado apenas em Isaías, como referência metafórica ao rei de Babilônia.

A identificação de Nachash com Lúcifer ou HaSatã foi, porém, reforçada pela descrição de Satã como “a antiga serpente” (ton ophin ton archaion) la literatura cristã, no livro de Apocalipse.

Nachash como amante de Eva

Uma terceira interpretação, conhecida como “semente da serpente” e sustentada por cabalistas, algumas igrejas e movimentos evangélicos minoritários (Branhamismo, Batistas Predestinários Duas-Sementes-no-Espírito e Movimento de Identidade Cristã, entre outros) e também pelo movimento ocultista e proto-nazista fundado por Adolf Joseph Lanz (ou Jörg Lanz von Liebenfels, seu pseudônimo), conhecido como “Teozoologia”, “Ário-Cristianismo” ou “Ariosofia” (leia mais em Anthropozoa), é que nachash era uma entidade masculina humanoide, mas sem alma, com a qual Eva cometeu adultério.

Este teria sido o verdadeiro “pecado original” e a Queda do Homem seria uma degeneração genética que disso resultou.

Segundo uma interpretação cabalista, o Eterno criou dois “primeiros homens“.

O primeiro, sem alma, seria Nachash e teria Lilith por esposa; o segundo, com alma, seria o Adam o propriamente dito, com Chava como companheira.

Chava teve relações com Nachash e depois com Adam; daí teriam nascido Caim, mais semelhante a Nachash e Abel, mais semelhante a Adam, mas nenhum dos dois totalmente “puro“, ao contrário de Seth, nascido mais tarde, ao qual foram transmitidos os segredos da Cabala.

Lanz chamou Nachash de Lindworm (uma variedade de dragão), palavra usada na tradução da Bíblia para a língua gótica, no século IV.

Os evangélicos que aderem a essa concepção, na maioria seguidores de Daniel Parker (1781-1844) e William M. Branham (1909-1967), tendem a imaginar nachash como um homem-macaco, que só depois do pecado original foi punido com a transformação em serpente Dessa relação, teria nascido Caim, ao passo que Abel teria nascido de Adam.

O Eterno teria criado dois “Adam’s“, um com alma – o Adam tradicional – e outro sem alma, Nachash, planejado, segundo algumas versões dessa interpretação, apenas para o trabalho manual.

Várias das correntes que sustentam essa crença (principalmente a de Lanz, mas também algumas das evangélicas) lhe dão conotações racistas, identificando os descendentes de Caim com os africanos negros ou outras “raças” tidas como inferiores.

Vejamos agora outros termos hebraicos relacionados a “serpente

Pethen – freqüentemente traduzido como “áspide” ou “víbora”, mas provavelmente se refere à naja do deserto, Naja haje.
tsepha’ , tsiph’ – freqüentemente traduzido como “basilisco”, “cocatriz” ou “víbora”.

A palavra significa “expelir”, “salientar”, em relação à língua da cobra.

Provavelmente se refere à víbora da Palestina, Vipera xanthina.

Eph’eh – termo cognato do árabe af’a, víbora, também com o sentido de sibilar, mas associado em Isaías ao Egito.

Shphiyphon – termo relacionado a shuwph, “bocejar”, “abocanhar”; provavelmente refere-se à víbora chifruda do deserto, Cerastes cerastes.

akshub – freqüentemente traduzido como “áspide” ou “víbora”, mas provavelmente refere-se a uma aranha venenosa, talvez a tarântula.

Zochale ‘aphar – termo também genérico para serpentes, que se refere a elas como “que se arrastam sobre a terra”.

Tanniyn – refere-se ao animal no qual Moisés transformou seu bastão para demonstrar o poder de Shehmaa ao faraó. Já foi traduzido como “serpente”, “dragão” e “monstro”.

A tradução Israelita Samaritana traz crocodilo.

É uma forma intensiva de tannim, que tem a conotação de “alongado” e em outras partes do Antigo Testamento significa “chacais”.

Qippoz – já foi traduzido como “ouriço”, “coruja”, ou “serpente” (em inglês, arrow-snake ou dart-snake), mas provavelmente refere-se a uma espécie de garça, o garçote (Ixobrychus minutus) ou o abetouro (Botaurus stellaris).

Saraph ou nachash saraph, literalmente “serpente de fogo”, provavelmente a Echis coloratus, pela picada que “queima”, mas a palavra também é aplicada a uma classe de anjos, os serafins.

Saraph me’opheph – costuma ser traduzido como “serpente voadora” (o anfíptero dos bestiários medievais).

Literalmente, significa “ardente voador” e provavelmente se refere a uma versão mítica do lagarto voador (Draco volans) do Sudesta Asiático.

Nachash bariyach – “serpente relâmpago”, epíteto do monstro Leviatã.

Nachash `aqallathown – “serpente tortuosa”, epíteto do monstro Leviatã.

Referências

1- Strong’s Hebrew Dictionary

2- Copper, Bronze, and Brass

3- Richard C. Steiner, “Addendum to “Proto-Canaanite Serpent Spells in the Pyramid Texts””

4- Rev. Richard Gan, The Serpent Seed: The Original Sin

5- Reb Yakov Leib HaKohain, “Kabbalistic Genetics of the Holy Seed & Reclaiming the Lost Sheep of the House of Israel”

6- Jörg Lanz von Liebensfeld, Theozoology

A guarda do Shabat

A OBSERVÂNCIA DO SHABAT NA TRADIÇÃO ISRAELITA SAMARITANA

O Sétimo Dia é o Dia Santo

O sétimo dia da semana é o Shabat, o Dia Santo.

O Shabat começa na sexta-feira à noite no pôr do sol, e dura até o anoitecer na noite de sábado.

Na vida israelita Samaritana o sábado é diferente dos outros dias da semana.

As preparações são feitas para distinguir o sábado dos outros dias.

Os dias de Festa são observados como o sábado, seguindo a tradição estabelecida na Toráh.

Há duas diferenças:

Primeira diferença:
– Se um festival de peregrinação (Pessach, Shavuot ou Sucot) cai num dia de semana, então os adoradores pode ser levados ao local de peregrinação em um veículo conduzido por alguém que não seja membro da Comunidade Samaritana.

Isso permite que todo Samaritano Israelita cumpra seu desejo de visitar o lugar onde Shehmaa escolheu habitar o seu Nome.

Segunda diferença:
– Somos instruídos à salvar a vida, escolher a vida sobre a morte, para o bem ou para o mal.

Se um festival cai num dia de semana, em seguida, em uma situação de risco de vida ou morte, por exemplo, o parto ou doença grave, fazemos tudo para prestar primeiros socorros, mesmo que seja necessário transportar veículos (normalmente proibido no Shabat).

Samaritanos Israelitas consagram o Shabat e o observam a todo custo.

Na sexta-feira à tarde a comunidade e cada família se prepara para o Shabat.

Todos os membros da família contribuem para os preparativos para o receber o Shabat.

Os homens removem suas roupas do dia da semana e usam um roupão de corpo inteiro, que os cobrem desde os ombros até os pés.

Na primavera e verão usamos um que é feito com um tecido fino branco; no outono e inverno o vestuário é feito de lã.

Os botões fecham até o pescoço, onde existe um laço em torno da gola.

Há uma faixa na cintura feita a partir do mesmo tecido.

Cada um dos lados da peça de vestuário tem uma grande bolso, usado para a guarda de chaves de casa, e um lenço para uso no outono e inverno.

Na frente do manto um pequeno bolso, medindo 10 x 10 cm no máximo, usado para manter um relógio de bolso.

Portanto, o relógio de pulso substituiu o relógio de bolso, mesmo assim o bolso permanece.

PREPARANDO-SE PARA O SHABAT

A mãe e filhas da casa fazer os preparativos finais para o sábado.

Quando um casal não tem filhos, ou se os filhos são muito jovens, o marido ajuda sua esposa com os preparativos.

Se ela estiver sob as leis de pureza familiar que proibi ela de participar nos preparativos, então ele faz todos os preparativos para o Shabat.

Garrafas térmicas grandes são cheias com água quente.

Apenas nos sábados, serve-se em pratos dedicados que são mantidos na cozinha e na sala principal da casa onde as refeições são tomadas e a porção semanal da Toráh é lida.

A lâmpada permanece acesa principalmente para prevenir e tratar emergências, observando o mandamento:

“Não bloqueie o caminho de uma pessoa cega, porque na escuridão total toda pessoa é cega”.

Antes do sábado deve-se desligar todos os aparelhos eléctricos da casa e desligar o rádio, televisão, computador e telefone.

Dedicamos vinte e quatro horas para a reunião familiar no sábado.

Nós não cozinhamos, fumamos ou dirigimos no sábado.

A roupa especial de Shabat se restringe aos membros da comunidade para em sua própria vizinhança.

Nós também desligamos o refrigerador.

Os blocos congelados manter o frio da geladeira até o fim do sábado.

É proibido a utilização de um temporizador ou operar ferramentas eléctricas durante o sábado.

Isso violaria o mandamento:

“Não farás fogo em sua residência no dia de sábado”.

Há uma diferença de opinião na comunidade a eventual autorização da operação de condicionadores de ar no sábado, para alívio durante dias muito quentes de verão.

A maioria da comunidade no monte Garizim e Holon não os liga.

Os Sumos-Sacerdotes ainda não decidiram sobre esta questão, e continuam a procurar maneiras de aliviar o desconforto dos adoradores.

Um dos sacerdotes decidiu que em tempos de calor excessivo, o culto da manhã de sábado será juntado com a oração da tarde.

A decisão fica portanto a critério do Cantor que dirige as orações.

As mulheres, ainda vestidas com roupas de segunda a sexta, preparam as refeições dos sábados com antecedência(antes do sábado).

ALIMENTOS POPULARES – O MENU DO SÁBADO

  1. Frango recheado com arroz e feijão temperado, vagens verdes ou amarelas; arroz com legumes verdes cozidos e frango, polvilhado com limão e sal.
  2. Folhas de uva ou beterraba verdes, recheado com arroz e pequenos pedaços de miúdos de frango, com molho de tomate fresco.
  3. Fatias de batata cozida cozidos com frango e especiarias, conhecido como Tashtush.

Além disso, servimos pratos paralelos:

  • Saladas, vagens verde ou amarela. Vegetais verdes.
  • Arroz cozido com frango, polvilhado com sal de limão e azeite.
  • Salada de tomates verdes finamente picados, pepinos, rabanetes e alface, com um azeite de oliva, suco de limão fresco, sal e molho de ervas.

Quando os pratos quentes estão prontos, o cobri-los com um cobertor para reter o calor até voltarmos da Sinagoga.

Quando começa o sábado as senhoras vestem as suas melhores roupas em honra do sábado.

As mulheres só usam calças durante a semana, não no sábado.

O SERVIÇO DO SHABAT

Cerca de uma hora antes do pôr do chefe da família e seus filhos, os meninos vestem seus robes de shabat, e vão à sinagoga.

Na entrada para a sinagoga nós removemos o nossos sapatos, deixando meias em nossos pés no inverno, ou vamos com os pés descalços no verão.

Sapatos são colocados nas prateleiras fornecidas, ou no chão do pequeno hall de entrada da Sinagoga.

O piso quadrado do salão Sinagoga deve estar coberto com um tapete grosso de ponta a ponta.

É confortável se sentar com as pernas cruzadas ou em pé na posição vertical para orações.

Os muito idosos e enfermos podem se sentar em pequenas, banquetas leves.

Bancos ou prateleiras em torno das paredes que mantem a Torá e livros de rezas.

Na parte da frente da sinagoga fica o altar, dividido em duas partes.

Na traseira sentar o Hazam (Cantor) e o patriarca mais velho da comunidade.

Na frente, separados por uma cortina, fica a arca onde os rolos da Torá são mantidos em caixas de metal cilíndrica.

Os pergaminhos são erguidos ao alto durante a manhã e ao meio-dia nas orações do sábado, para abençoar a congregação.

Os adoradores sentar-se mais ou menos nos mesmos lugares na sinagoga.

Todos devem estar presentes.

Só a doença isenta os membros da comunidade de participar, e eles vão rezar em casa.

Cada adorador sabe o seu lugar.

Os hóspedes de fora da comunidade se sentam sempre na parte de trás da Sinagoga.

Aqueles que estão impuros no shabat (através de relações sexuais na noite anterior, ou acidentalmente tocar impureza, por exemplo), também podem orar.

Eles se sentam ao lado da parede traseira da sinagoga.

Não há constrangimento algum nisso, porque pode acontecer a qualquer um.

As mulheres não participam em todas as orações.

Elas frequentam a sinagoga em Yom Kippur(Dia da Expiação), sentas no fundo da sala.

No Shabat e dias festivos, frequentam a sinagoga por um curto período de tempo durante as orações matinais.

Elas recebem a bênção do sacerdote, em seguida, voltam para casa.

Claro que, quando estão em um estado impuro, as mulheres não estão autorizadas a participar na Sinagoga, ou tomar parte no sacrifício e peregrinações Páscoa.

SETE ORAÇÕES DE SHABAT

Adoradores recitam as sete orações no Shabat:

  • Duas consecutivas na véspera do Shabat;
  • Duas consecutivas na manhã do Shabat;
  • Duas consecutivas ao meio-dia e uma no final do sábado.
  • Todas as orações são realizadas sem sapatos, e com a cabeça coberta.

A ORAÇÃO DA VÉSPERA DO SHABAT NA SEXTA-FEIRA À NOITE

Benção do Shabat
Benção do Shabat

Durante a primeira oração, lemos todas as passagens da Torá que se relacionam com o sábado.

A segunda oração compreende poemas litúrgicos e orações.

As duas orações consecutivas começam a cerca de uma hora antes do pôr do sol, terminando quando o sol se põe.

Devemos nos sentar ou ficar de acordo com o contexto da oração, que é liderada pelo Hazam(Cantor).

A maioria das orações são recitadas de memória.

As crianças leem a partir de livros de oração até que eles também saibam as orações de cór.

Ao curvar-se, e se ajoelhar no chão, a cabeça toca o tapete e descansa as mãos abertas, que são colocadas lado a lado no tapete.

Há também uma posição de curvar-se durante orações onde é suficiente para inclinar a parte superior do corpo para a frente, a partir da cintura para cima, durante alguns segundos.

A maioria das orações são recitadas e cantadas em voz alta por todos os fiéis.

O Cantor tem apenas uma pequena parte na liturgia.

O final da oração do Cantor lembra-nos que é o Shabat .

Os adoradores respondem várias vezes, dizendo “Amém”.

Em seguida, se ajoelham e se prostam, para terminar a oração.

Então, todos nós nos cumprimentamos.

A benção de despedida do Cantor é “Shabbikon Taaben Yesi” (“Os teus sábados são bons”)

SHABBIKON TAABEN YESI
SHABBIKON TAABEN YESI

 

Os adoradores respondem:

“Shabbikon Taaben Yesi”  (“Os teus sábados são bons”)

Todos nós saímos pela mesma porta.

Cada um recoloca seu sapatos, e retorna rapidamente para casa onde sua família o espera.

Não existe visão mais emocionante do que adoradores deixando a sinagoga em suas vestes, reunindo-se rapidamente em casa em todas as direções.

Nós nos sentamos à mesa do Shabat , e cantamos canções de Shabat e recitamos a bênção sobre o vinho

“Maa shehna abyoomikimma kallaakimma yesi”  (“Que você viva cem anos”)

e  “Kal shehna watimma shaaloomem”   (“Que você tenha paz a cada ano”).

As senhoras da casa removem o cobertor que cobriu as panelas, e servem a comida.

Todos nós agora podemos comer tranquilamente.

O Shabat é uma oportunidade para toda a família se reunir, pais, filhos e netos.

Eles chegam após a refeição e sentam-se juntos por um tempo.

Chá e bolos que foram preparados para o Shabat são servidos.

Cada assunto do dia é discutido.

Duas horas antes da meia-noite, os membros da família vão se deitar, para acordar a tempo para a oração da manhã.

ORAÇÕES SHABAT MANHÃ

Para orações da manhã na sinagoga, adoradores usar um talit branco (xale de oração), feitos a partir de tecido de algodão simples, em forma de um robe.

O tallit cobre desde os ombros até os pés.

Ele possui fendas nas laterais esquerda e direita, permitindo o acesso aos bolsos da roupa.

No ombro direito há vinte e dois botões feitos do mesmo material que o talit de oração, e no ombro esquerdo há vinte e dois casas correspondentes aos botões.

O número simboliza o número de letras no alfabeto hebraico antigo a partir do qual a Toráh está escrita.

Como nos tempos antigos, o alfabeto hebraico não tem letras finais adicionais.

Na tradição Israelita Samaritana os botões e casas são o equivalente a tzitziot (franjas de oração).

Nem na vida diária, nem no Shabat, Samaritanos Israelitas usam Tefillin(filactérios), como são usados na tradição judaica rabínica.

Israelias Samaritanos consideram a palavra tefillin como uma metáfora para lembrar.

Interpretamos não como uma pequena caixa física que contém um texto bíblico, mas como sinônimo de “lembre-se”.

Desta forma, eles obedecem aos mandamentos:

“E eles vão ser um sinal em seu braço e um lembrete entre os seus olhos”

e também

“Você vai lembrar de todos os mandamentos de Shehmaa”.

O Cantor carrega o rolo da Torá e a apresenta diante dos adoradores.

Usa um xale de oração branco de seda em azul e branco ou em verde e branco, com borlas.

Ele só o usa durante o curto período de tempo que ele está carregando o rolo da Toráh coberta.

Quando ele retorna o rolo da Torá para a arca, ele dobra o xale de oração de seda, e coloca-o na arca.

Nós usamos o nosso talit de oração sobre o nosso manto para ir à sinagoga.

A oração começa três horas e meia da manhã e termina às seis da manhã.

A oração inclui versos da Torá e poemas litúrgicos.

Assim, a primeira sessão de oração é concluído.

A segunda oração da manhã é a leitura da porção semanal da Toráh.

Nós deixamos a sinagoga, dividida em pequenos grupos de 10-15 pessoas de acordo com parentesco, e vamos para a casa do membro mais velho do grupo.

Nós ficamos sentados sobre o tapete ao longo da parede da sala maior da casa, e começam a cantar a porção semanal da Toráh.

Homens e mulheres, meninos e meninas de todas as idades podem participar na leitura.

A porção é dividida em passagens.

Cada participante canta uma passagem em um ritmo lento.

Se houver mais passagens do que os participantes, uma segunda rodada é feita, cada um, em seguida, pode ler em um ritmo mais rápido.

No final da leitura a dona da casa com as meninas servir xícaras de chá, bolos e doces.

Fazemos uma conversa animada e às vezes barulhenta, e então cada um retorna para casa para comer o pequeno almoço.

As primeiras horas da manhã do Shabat são dedicadas para descansar e dormir até chegar ao momento das orações do meio-dia.

O pequeno-almoço inclui diversas e gostosas saladas o que é muito gratificante.

Recomenda-se a prepara-las de acordo com o livro:

“As Maravilhas da cozinha Israelita Samaritana”, escrito pelas irmãs Batia Tsedaka e Zippora Sassoni, editado por: Benyamim Tsedaka; Publicado por A. B. – Instituto de Estudos Samaritano Press, Holon, 2011.

Os ingredientes da salada foram colocados na geladeira desligada desde sexta-feira à tarde.

Especiarias, limão, tahini e azeite são adicionados.

Nós bebemos refrigerantes e alguns desfrutam de vinho com moderação.

Comendo a salada normalmente satisfaz o apetite por todo o dia até o fim do sábado.

Tomando o café da manhã preparado, as senhoras usam vestidos finos, camisas e ternos que complementam a sua beleza, e saem para visitar vizinhos ou receber amigos e parentes em suas casas.

A ORAÇÃO DO MEIO DIA DO SHABAT

Ao meio-dia, ou as 13:00hs no horário de verão, nos reunimos na sinagoga para as duas orações do meio-dia.

A primeira oração inclui versos do Torá e poemas litúrgicos.

A segunda oração inclui liturgia e uma leitura calma da porção semanal da Torá em um ritmo mais rápido do que na parte da manhã.

Leitura alterna entre aqueles que se sentam nos lados esquerdo e direito da sinagoga.

Aqueles que se sentam à direita começar a ler o primeiro verso, e quando chegar a meio, os da esquerda começa a ler o segundo verso.

E assim por diante, alternadamente, até chegar ao fim da porção de Tora.

Concluímos com um poema curto litúrgico, e voltamos para nossas casas vestindo o robe talit branco.
O Cantor despede-se dos adoradores com a bênção:

“Shabbikon Taaben Yesi”.

Os adoradores respondem com as mesmas palavras.

Nós tiramos o nosso Talit de oração.

Uma refeição ligeira nos espera em casa.

Durante o inverno, comemos alguma iguaria fria e no verão, queijo branco caseiro com pedaços de melancia.

APÓS O MEIO DIA DO SHABAT – A TARDE

Nós passamos a tarde e início da noite do sábado visitando a amigos e parentes.

Se alguém foi hospitalizado e ficou em casa no Shabat , todos o visitam e perguntam como ele ou ela está se sentindo.

Ficamos alegres por visitar os parentes.

A tarde é também uma oportunidade para as crianças e adolescentes se reunir e ler as porções da Torá, incluindo a porção da Toráh para a semana seguinte.

Isto é para ensinarmos os jovens a ler a Toráh corretamente.

Eles aprendem os cantos e a liturgias com os sábios, para que eles possam continuar a tradição na Sinagoga aos sábados e festivais futuros.

O FIM DA ORAÇÃO DO SHABAT

O fim das orações do Shabat começam meia hora antes do pôr do sol, e terminam quando o sol se põe.

As orações são realizadas usando mantos, sem o talit de oração, a menos que a oração para um novo mês caia no final do sábado: neste caso, usar o talit de oração.

Um elemento central da oração é uma liturgia antiga para o final do sábado.

Concluímos com uma oração final.
O patriarca despede os adoradores com a bênção:

“Ashshehlaam ‘aleekimma” (“Shalom a todos” – “A paz esteja convosco”).

E eles respondem:

“Alek Ashshehlaam”  (“E a paz esteja com você”).

Nós voltamos para nossas casas depois das orações, e juntos cantamos o louvor a Moshe:

“Ashshehlaam ‘al Mooshe”  (“Elogio a Moses”).

A dona da casa serve café em copos pequenos.

Este é o início de uma nova semana.

Tiramos nossas vestes, a dobramos, colocamos no guarda-roupa, e vestimos em nossas roupas de segunda a sexta.

Se o Shabat cai no início, ou durante um festival, a oração da manhã é especialmente longa.

Começa às 02:00hs e termina em torno de 09:00hs.

Nesse caso não há nenhuma sessão de oração do meio-dia, e a porção semanal da Toráh não é lida.

A sessão de oração no Yom Kippur(Dia do Perdão) dura cerca de 25 horas, desde a tarde até à noite, sem uma pausa.

Se um Brit Milá(circuncisão) tem lugar no Shabat, nós interrompemos as orações durante a cerimônia, e depois voltar para a sinagoga para continuar as orações.

Texto: Beyamim Tsedaka.
 Tradução e revisão livre - Ariel Haddad Ben Abraahm

 

O verdadeiro kosher

Samaritanos: Regras de leite e carne

É proibido comer leite com carne com base nas palavras da Torá :

Não cozinhe um cordeiro com o leite de sua mãe [ Êxodo 23:19 ]

A versão do Exodo da Torá Israelita Samaritana continua:

Para aquele que faz tal como o é como uma oferta proibida e isto é como uma transgressão para o Todo-Poderoso de Jacó.

(לא תבשל גדי בחלב אמו, כי עשה זאת כזבח שכח ועברה היא לאלהי יעקב…)

Nos tempos antigos, os nossos sacerdotes e sábios descobriram que, de acordo com a Torá, o número de tipos de carne que pode ser comido é de 17, o valor gemátrico da palavra גדי ( entendido pelos samaritanos para significar um animal jovem, como um cordeiro ou cabrito ).

As correspondências estão:

ג = 3
ד = 4
י = 10

Os dezessete tipos de carne que podem ser comidos incluem frango, galo, do peru, codorna e pomba, e animais que andam sobre quatro patas, como a ovelha, cabra, veado, vaca e touro.

É proibido comer lebre, coelho, ganso e pato. Samaritanos israelitas entender galo, peru e codornizes para ser incluído sob o termo גוזל (‘Gozal’, uma garota ou jovem pássaro).

Ganso e pato são proibidos, porque eles não são mencionados nos 17 tipos permitidos de carne.

São permitidas algumas espécies de gafanhotos ou gafanhoto, embora, falando por mim, eles nunca foram parte de meu menu, e eu não posso sequer imaginar comê-los.

A fim de cumprir com a regra, temos de esperar 6 horas (meio dia) antes de comer leite após a carne, e 3 horas (um quarto de um dia) antes de comer carne depois de leite.

Se você esta se tornarnando um israelita Samaritano insisto que você se abstenha de comer qualquer tipo de carne até que você faça parte da comunidade em Israel.

A razão é que, para nós, a carne kosher é preparada apenas por um abatedor israelita Samaritano, que guarda o mandamento de oferecer a pata dianteira direita da ovelha, cabra, touro ou vaca para o sacerdote Devarim(Deut) 18:3.

Quando estou viajando minha dieta é vegetariana com peixe branco kosher (com barbatanas e escamas), feito bem grelhado.

Todos os outros frutos do mar são proibidos.

Benyamim Tsedaka

Extraído de: http://www.israelite-samaritans.com/religion/milk-and-meat/

A Mezuzá

Mezuzá tem sido cumprida em tradições diferentes na casa de Israel.

Na tradição judaica uma mezuzá é um pergaminho, nele escrito com versos específicos da Torá.

Muitas vezes, um estojo decorativo protege o pergaminho.

Judeus afixam a mezuzá no batente da porta de sua casa, para que com isso possam cumprir a mitsvah (mandamento).

Na tradição Israelita Samaritana as mezuzot são objeto de profunda admiração e alegria entre os Israelitas Samaritanos.

Veja o vídeo e compreenda https://youtu.be/Pk63I7EpIq8

Os israelitas Samaritanos selecionam versos da Torá com qualidades particularmente santas, uma benção ou uma mensagem edificante.

Mezuza Samaritana com lindas letras do hebraico antigo
Mezuza Samaritana com lindas letras do hebraico antigo

E escrevem os versos em hebraico antigo em painéis de mármore, e os coloca em suas casas.

Alternativamente escrevem os versos em pergaminho usando uma caligrafia elegante, e pendura-os nas paredes de suas casas!

Quanto mais mezuzot penduradas nas paredes, melhor!

Quem está cumprindo o mandamento?

A mezuzá fechada, usada por judeus não tem seu respaldo bíblico!

Ela é apresentada em um rolo fechado.

Um serio problema por não cumprir totalmente seu objetivo enquanto mandamento!

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Exemplo de uma mezuzá sefaradi, exposta no museu de Toledo.

Um rolo de mezuzá fechada,  não segue o mandamento da Torá, ela não cumpre os requisitos determinados na Torá, que são muito claros quanto a isso:

Devarim(deut) 6:9

ט וכתבתם על מזזות ביתך ובשעריך {ס}

9- Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.

Vamos analisar o texto de forma profunda.

Vejamos outro texto do livro de Devarim que explica mais claramente o assunto, veja:

Devarim(deut) 11:19-20

יט ולמדתם אתם את בניכם לדבר בם בשבתך בביתך ובלכתך בדרך ובשכבך ובקומך

כ וכתבתם על מזוזות ביתך ובשעריך

19- Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem.

20- Escrevam-nas nos batentes das portas de suas casas, e nos seus portões,

O texto da Torá nada fala em “usar um texto fechado” ou mesmo em um “pergaminho enrolado”.

colocando mezuzá
colocando mezuzá

Uma mezuzá em hipótese alguma pode ser um “pergaminho fechado”!

Mezuzá samaritana
Mezuzá samaritana

A mezuzá precisa ser aberta, para que todos ao passar por ela, leiam!

O objetivo central da Mezuzá é que seu texto possa ser “visto” por todos!

Mezuza Samaritana – Veja mais em https://youtu.be/4hburIiYMxA

A mezuzá dentro da tradição judaica entre não cumpre esse requisito!

Ou seja:

Devarim(deut) 6:19

יט ולמדתם אתם את בניכם לדבר בם בשבתך בביתך ובלכתך בדרך ובשכבך ובקומך

19- Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem.

Observando atentamente a mezuzá na tradição judaica, como alguém poderia e “andando pelo caminho” ler “a mezuzá” ?

Ou mesmo “sentado em sua casa” alguém poderia “ler o texto da mezuzá judaica” ?

mezuzah sefaradi
mezuzá na tradição judaica

Veja agora a diferença no cumprimento da Mezuzá na tradição Israelita Samaritana.

Como pode ser visto abaixo, ela cumpre exatamente a ordenança bíblica:

Devarim(deut) 6:9

ט וכתבתם על מזזות ביתך ובשעריך {ס}

9- Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.

Na foto, mezuzot abertas, cumprindo corretamente o mandamento.
Mezuzot abertas, cumprindo corretamente o mandamento

A mezuzá Israelita Samaritana conforme ordena a Torá fica disposta acima da porta, nos umbrais superiores, e cumpre exatamente a ordenança bíblica, pois está escrita aberta nos batentes das portas da sua casa e em suas portas:

menuza nos portais

Menuzá Israelita Samaritana nos portais superiores, dessa forma, com a mezuza aberta, o mandamento é cumprido de acordo com o fundamento de:

Devarim(deut) 6:9

ט וכתבתם על מזזות ביתך ובשעריך {ס}

9- Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.


Na tradição Israelita Samaritana, se obedece exatamente a ordem dada pelo Criador:

Devarim(deut) 11:19-20

יט ולמדתם אתם את בניכם לדבר בם בשבתך בביתך ובלכתך בדרך ובשכבך ובקומך

כ וכתבתם על מזוזות ביתך ובשעריך

19- Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem.

20- Escrevam-nas nos batentes das portas de suas casas, e nos seus portões,

Portanto com a Mezuzá Israelita Samaritana:

Quem passa “andando pelo caminho” pode ler o texto da “mezuzá”!

E quem entra na casa de um Israelita Samaritano, mesmo que esteja “sentado em casa” pode tranquilamente ler o texto da “mezuzá”!

Não se pode “inventar práticas” é preciso que todo Israel volte a cumprir corretamente os mandamentos da Torá!