Isaias profetiza um deus “sátiro pagão”!

Seria Isaías, um falso profeta?
 
Não é a toa que Isaias não seja entre os guardiões da Torá como um dos profetas da Torá.
 
Alguém já se perguntou o real motivo pelo qual Isaías e seu livro ficam de fora de nossa atenção?
 
Simples… basta ler sua história…
Uma simples leitura demonstra que o livro de Isaías não pode ser caracterizado como um profeta de Israel!Vejamos o texto onde vemos profecias falsas contra a Babilônia, anunciando que ela nunca será habitada novamente.

 
Isaías 13:19,20
 
יט והיתה בבל צבי ממלכות תפארת גאון כשדים כמהפכת אלהים את סדם ואת עמרה
כ לא תשב לנצח ולא תשכן עד דור ודור ולא יהל שם ערבי ורעים לא ירבצו שם
 
19- E babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou.
 
20- Nunca mais será habitada, nem nela morará alguém de geração em geração; nem o árabe armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores ali farão deitar os seus rebanhos.
 
Como falso profeta, Isaias erradamente profetizou que “feras iriam viver nos palácios babilônicos e sátiros dançarão lá”, mas estranhamente isso nunca aconteceuisso nunca chegou a acontecer!
 
Isaías 13:21,22
 
כא ורבצו שם ציים ומלאו בתיהם אחים ושכנו שם בנות יענה ושעירים ירקדו שם
כב וענה איים באלמנותיו ותנים בהיכלי ענג וקרוב לבוא עתה וימיה לא ימשכו
 
21- Mas as feras do deserto repousarão ali, e as suas casas se encherão de horríveis animais; e ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão ali.
 
22- E os animais selvagens das ilhas uivarão em suas casas vazias, como também os chacais nos seus palácios de prazer; pois bem perto já vem chegando o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão.
 

Satiros ?

Vocês sabem o que é um Sátiro???

Satiro
Satiro, uma divindade grega.
 
O Satiro é uma divindade da mitologia grega!
 

Sim… é isso mesmo!

Na mitologia dos povos gregos, os sátiros, em grego, Σάτυροι, Sátyroi.

Os Satitos são divindades menores da natureza com o aspecto de homens com cauda e orelhas de asno ou cabrito, pequenos chifres na testa, narizes achatados, lábios grossos, barbas longas.
 
Normalmente eram-lhes consagrados o pinho e a oliveira e apesar de serem divinos, não eram imortais.
 
Viviam nos campos e bosques e tinham freqüentes relações sexuais com as ninfas (principalmente as Mênades, que a eles se juntavam no cortejo de Dionísio).
 
Portanto, pergunto… por que é que Isaias está profetizando que Sátiros iriam popular a Babilônia?
 
Ninguém irá me convencer que Isaias é um profeta do Eterno!
 
Não!!!
O Eterno iria falar que “satiros” pulariam no templo destruido da Babilônia?
 
Que ligação há entre o Elowwen de Israel e os Satiros da mitologia dos povos gregos?
 
NÃO HÁ NENHUMA LIGAÇÃO!

Vejamos mais uma falsa profecia, cujo cumprimento nunca ocorreu!
O rio do Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu. 
Isaías 19:5-7
ה ונשתו מים מהים ונהר יחרב ויבש
ו והאזניחו נהרות דללו וחרבו יארי מצור קנה וסוף קמלו
ז ערות על יאור על פי יאור וכל מזרע יאור ייבש נדף ואיננו
5- E secarão as águas do mar, e o rio se esgotará e ressequirá.
6- Também os rios exalarão mau cheiro e se esgotarão e secarão os canais do Egito; as canas e os juncos murcharão.

7- A relva junto ao rio, junto às ribanceiras dos rios, e tudo o que foi semeado junto ao rio, secará, será arrancado e não subsistirá.
Antes de qualquer julgamento, vou apresentar um link que apresenta o atual rio nilo!

Clique aqui para ver o Rio Nilo

Rio Nilo
Rio Nilo

É visivel que a profecia de Isaias não se cumpriu, pois vemos o rio Nilo, lindo, azul, navegavel, cheio de vida!
Vejamos mais uma falsa profecia de Isaias…

Isaías 19:5-7

יז והיתה אדמת יהודה למצרים לחגא כל אשר יזכיר אתה אליו יפחד–מפני עצת יהוה צבאות אשר הוא יועץ עליו  {ס}
17- E a terra de Judá será um espanto para o Egito; todo aquele a quem isso se anunciar se assombrará, por causa do propósito do Senhor dos Exércitos, que determinou contra eles.

Mas estranhamente, em toda a história de Israel, Judá nunca, em nenhum momento invadiu o Egito!
O atual Egito tem uma população de 97.974.138 pessoas!

O Egito é um país do nordeste da África, numa região predominantemente desértica, que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um Estado transcontinental.

Com uma área de cerca de 1.001.450 km², o Egito limita-se a oeste com a Líbia, a sul com o Sudão e a leste com a Faixa de Gaza e Israel.

O litoral norte é banhado pelo mar Mediterrâneo e o litoral oriental pelo mar Vermelho. A península do Sinai é banhada pelos golfos de Suez e de Acaba.

Portanto as “palavras de Isaias” mais uma vez não se cumprem!

Entre outras falsas profecias temos uma onde ele afirma que cinco cidades falariam a lingua de canaã, mas isso nunca aconteceu!

Isaías 19:18


יח ביום ההוא יהיו חמש ערים בארץ מצרים מדברות שפת כנען ונשבעות ליהוה צבאות  עיר ההרס יאמר לאחת  {ס}
18- Naquele tempo haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã e farão juramento ao Senhor dos Exércitos; e uma se chamará: Cidade de destruição.

No verso 19 vemos uma profecia muito estranha, onde eles afirmam que haveria um templo no Egito!

Entretanto essa fato que seria de extrema importancia, nunca ocorreu!

Historicamente falando, a Torá nunca foi importante na cultura egipcia

 

Mas o judaísmo nunca foi uma religião importante no Egito.

Vejam esses outros textos

Isaías 19:18

 יח ביום ההוא יהיו חמש ערים בארץ מצרים מדברות שפת כנען ונשבעות ליהוה צבאות  עיר ההרס יאמר לאחת  {ס}
 יט ביום ההוא יהיה מזבח ליהוה בתוך ארץ מצרים ומצבה אצל גבולה ליהוה
 כ והיה לאות ולעד ליהוה צבאות בארץ מצרים  כי יצעקו אל יהוה מפני לחצים וישלח להם מושיע ורב והצילם
 כא ונודע יהוה למצרים וידעו מצרים את יהוה ביום ההוא ועבדו זבח ומנחה ונדרו נדר ליהוה ושלמו

 18- Naquele tempo haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã e farão juramento ao Senhor dos Exércitos; e uma se chamará: Cidade de destruição.

19- Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira.

20- E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará.

21- E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão.

Podemos ver claramente que esses versos profetizados por Isaias preveem uma aliança entre entre o Egito, Israel e Assíria.

Entretanto históricamente nunca aconteceu tal aliança de paz!

A impossibilidade do cumprimento das palavras de Isaias está entre outros fatores, no simples fato de que a Assíria não existe mais.

A civilização Assíria. O povos assírios estão entre os mais proeminentes daqueles que floresceram na Antiga Mesopotâmia, isto é, na região situada entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje se encontram Iraque e Síria.

Portanto nunca se cumprirá tal profecia de Isaias!

Isaías 19:23-24

 כג ביום ההוא תהיה מסלה ממצרים אשורה ובא אשור במצרים ומצרים באשור ועבדו מצרים את אשור  {ס}
כד ביום ההוא יהיה ישראל שלישיה למצרים ולאשור  ברכה בקרב הארץ
כה אשר ברכו יהוה צבאות לאמר  ברוך עמי מצרים ומעשה ידי אשור ונחלתי ישראל  {ס}

23- Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios.

24- Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra.

25- Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.

“O sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte.” Não se pode mais confiar num profeta bêbedo. [Is 28:7]

 

O que dizer do disparate das palavras preconceituosa de Isaias, um verdadeiro xenofóbico?

 

Isaías 52:1

 א עורי עורי לבשי עזך ציון  לבשי בגדי תפארתך ירושלם עיר הקדש–כי לא יוסיף יבא בך עוד ערל וטמא

1- Desperta, desperta, veste-te da tua fortaleza, ó Sião; veste-te das tuas roupas formosas, ó Jerusalém, cidade santa, porque nunca mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo.

Essas foram as falsas profecias feitas por Isaias, um falso profeta, preconceituoso e xenofóbico.

Por essas e demais palavras que falsamente ele proferiu em nome do Criador é que não o consideramos como profeta de Israel, muito embora ele seja assim considerado por nossos irmãos da casa de judá.

Lição nº 15 – Os Israelitas Samaritanos no período islâmico tardio e o tempo das cruzadas

Esta lição descreve a história dos Israelitas Samaritanos no período islâmico tardio e sob as Cruzadas na Terra de Israel, nos séculos 11 a 13.

Enquanto que fora da Terra de Israel ainda nos países do Mediterrâneo eram comunidades samaritanas principalmente no Egito, no Líbano e na Síria, a vida dos samaritanos israelitas no período islâmico tardio e as Cruzadas sobre a Terra de Israel estava muito triste e deteriorada.

Parecia que sob as Cruzadas a pressão religiosa e social era um pouco mais leve, mas a confiscação das sinagogas samaritanas continuava na época das Cruzadas.

Muitos samaritanos foram convertidos a força ao islamismo e ao cristianismo, muitos foram mortos durante invasões de diferentes tribos árabes, Echshides e Mongols.

Aos Israelitas Samaritanos não foi dado tempo de descanso, foi destruição seguido de destruição.

O nascimento Cultural

No Norte no Líbano e na Síria e no distrito de Ramleh, no meio da Terra de Israel, acabou florescendo uma nova literatura samaritana, no Líbano e na Síria a atividade cultural do sábio Ab Hisda ElSuri e seus parentes foi muito proeminente no comentário, a gramática do antigo hebraico e as contíguas das tradições especiais.

Abraham Ab-Marhib Ban Marute com seus trabalhos sobre gramática e tradições

As obras de Sadaqa ElHakim e seu filho Munaja em comentários e as diferenças entre as tradições samaritanas e judaicas.

Yusef b. Shalma de Ashqelon, que escreveu um trabalho importante sobre a prática dos mandamentos.

A proeminente família de escribas de Sarphata, perto de Ramleh, em belas resenhas e comentários e os poetas Aarron Ban Manir e Ab-Gilluga de Damasco.

Essas personalidades e outros incentivaram a cultura samaritana apesar dos problemas políticos.

Benyamim Tsedaka.

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

O CALENDÁRIO SAMARITANO

O CALENDÁRIO SAMARITANO 
 
O calendário samaritano é baseado em um sistema singular de cálculos chamado de “Hesbom Kashta”  que no Hebraico antigo significa o cálculo da verdade, calculo esse feito exclusivamente pela casta Sacerdotal, ou seja, apenas o Sumo Sacerdote!
O número ISBN para este livro é 3-16-145237-2.
O número ISBN para este livro é 3-16-145237-2.

Devido à diferença de cálculos entre os dias santos dos Samaritano e dos dias santos dos judeu, as festas mencionadas na Torá nem sempre coincidem com a data comemorada pelos judeus que não seguem o calendário biblico.

A diferença entre os dois calendários está na sua origem.

Os israelitas Samaritanos utilizam até os dias de hoje a maneira antiga de calendário como usado nos dias de Mooshe, enquanto os judeus utilizam um calendário que foi remodelado e adaptado por muitas vezes ao longo dos séculos.

Enquanto que o Calendário utilizado pelos judeus tem sua origem na Babilônia, quando foram levados como escravos durante o exílio, ali assimilaram a cultura Babilônia e a mantiveram até hoje.

Existem algumas diferenças entre os cálculos do calendário Babilônico utilizado pelos judeus e o calendário Samaritano:
 
Tanto o calendário Samaritano e como o calendário Babilônico usado pelos judeus utilizam dois ciclos:
 
O sistema de cálculo no calendário Samaritano, funciona em ciclos de 32 anos, 11 dos anos são anos bissextos, cada um constituído por 13 meses, porém o ciclo judaico é de 19 anos, e a cada sete temos um ano bissexto.
 
Os anos bissextos nas tradições judaicas e samaritanas não são paralelos, assim, aproximadamente a cada três anos os dias santos no calendário Samaritano podemos ter comemorações com até um mês de diferença em relação a contagem do calendário babilônico usado pelos judeus.
 

O ano civil no calendário Israelita Samaritano começa na data em que os israelitas entraram em Canaã, e que também coincide com a instituição da Pascoa.

Vejamos um exemplo deste ano:

  • Portanto de acordo com o calendário Bíblico Israelita Samaritano o ano é 3656 contados desde a entrada do povo hebreu na terra prometida.
Entretanto no calendário babilônico usado pelos judeus, por influência babilônica o inicio do ano civil começa seis meses depois da contagem do calendário Israelita Samaritano.
 
Israelitas Samaritanos seguem rigidamente as datas e não adiam a data dos dias santos que estão no seu tempo devido.
 
Entretanto no calendário Babilônico, os judeus tendem a adiantar ou postergar datas em várias ocasiões para que não ocorram as festas:
 
Judeus utilizando o calendário Babilônico mudam as datas das festas, vejamos cada uma destas mudanças:
  • Rosh Hashaná, Chanukah caiam nos domingos, terças,quartas e sábados.
  • Feriados comuns e Yom Kippur evitam que caiam nas quartas e sextas.
  • Pessach(páscoa) evitam que caiam nem nas terças, quintas-feiras.
  • Shavuot evitam que caiam no sábado.
  • 9 de Av evitam que caia no sábado, e justificam isso dizendo que é uma data para se entristecer e ao contrario do sábado que não pode ser dia de aflição e tristeza.
 
Além disso, os judeus têm determinado que Yom Kippur jamais cairá nas sextas-feiras ou nos domingos para evitar um estado de um dois dias de feriados seguidos.
 
Os samaritanos, porém, como já foi mencionado acima, não adiam ou precedem as datas de seus dias sagrados.
 
Enquanto o calendário Samaritano se mantém da mesma forma a quase quatro mil anos, o calendário judaico, pelo contrário, sofreu ao longo do tempo, influência do calendário Babilônico, persa, grego, romano e até mesmo do gregoriano.

Lição nº 7 – O Lugar Escolhido

Monte Gerizim – O Lugar Escolhido de Shehmaa

Fechou-se o circulo.

Não é de admirar que Abraão, nosso antepassado, tenha construído o primeiro Altar para Shehmaa em “Um lugar de Siquém”?

A resposta para essa pergunta foi encontrada em um fragmento de Qumran e foi exposto pela primeira vez em 2008, esse fragmento contém o texto de Devarim(deut) 27:4-6, onde foi escrito em antigo roteiro aramaico por um escriba judeu:

“E vocês devem construir um Altar para Shehmaa seu Eloowwem no Monte Gerizim “.

Isto é fechar o circulo.

- O Fragmento de Qumran
– O Fragmento de Qumran

 

O fragmento encontrado confirma a existência do 10° Mandamento da Torá na versão Israelita Samaritana conforme consta em Shemot(Êx.) 20:14 e em Devarim(deut.) 5:18 e que instrui sobre a construção de um Altar para Shehmaa, o primeiro Altar do povo de Israel que foi construído logo após a sua entrada na terra prometida, o Monte Gerizim ou seja AARGAAREEZEM – הרגרזים –  uma palavra de 7 letras.

- O Monte do Eterno
– O Monte Eterno

 

A história que consagra a Montanha do Templo em Jerusalém, foi escrita por judeus ,ocorreu muito tempo depois,  centenas de anos depois de toda a Torá ter sido escrita e estar completa.

A localização de Monte Gerizim é apresentada claramente por sete pontos de marcação geográfica no Devarim(deut) 11:29-30, como também no título do capítulo seguinte, o capitulo 12, onde Shehmaa ordena ao povo de Israel que destrua todos os locais de culto e concentre agora o novo culto no lugar escolhido.

O altar de Isaac / Abraham
O altar de Isaac / Abraham

 

Este mandamento de “Adoração apenas no Lugar Escolhido” se repete 22 vezes nos próximos capítulos do Devarim(deut) desde o capítulo 12 até o 31.

Os capítulos 11 e 12 não deixam dúvidas de que o local mencionado é a Montanha da Bênção – O Monte Gerizim [Aargaareezem].

As Doze Pedras de Joshua
As Doze Pedras de Joshua

Fazemos 3 peregrinações por ano.

Ao topo do monte Gerizim, os samaritanos israelitas fazem 3 peregrinações por ano:

  1. No sétimo dia da Páscoa.
  2. No Festival das Semanas [Shavuot].
  3. No Festival de Sucot.

Existem 7 locais sagrados:

  1. As pedras entregues por Joshua
  2. O lugar onde estava o Altar de Adão e Seth
  3. O Monte Eterno
  4. O Lugar onde Abraão encontrou o Ram para oferecer em vez de seu filho Isaac
  5. 5- Isaac Altar 6 Alo Noé
  6. 7 O lugar onde Joshua ergue o Templo de Moisés

 

A visita é feita em 3 principais locais sagrados no cume do Monte Gerizim:

  1. Na rocha plana onde o Tabernáculo de Mooshe ficou por 260 anos após a entrada na terra prometida;
  2. No Altar de Abraão e Isaque.
  3. Até as Pedras que Josué [Yeooshua] trouxe do rio Jordão até o topo do monte Gerizim.

Todos estes locais são áreas naturais desde a criação, não alterados mão do homem.

Por isso ao iniciar e terminar cada oração dizemos:

“Monte Gerizim, a Casa do El, por toda nossa vida”.

Por milhares de vezes, desde Josué, o Sacrifício da Páscoa tem sido oferecido no Monte Gerizim no 14° o dia do 1° Mês no Monte Gerizim, também chamado de “Monte da Primavera – Ebeb”.

No período de [1983-2008] , ou seja, por 25 anos, foram feitas escavações no Monte Gerizim, que expuseram a antiga cidade israelita-samaritana de Luza com muitas descobertas importantes desde o 6º século AEC até o 4° do século, incluindo 510 inscrições em pedras, que até agora demostram a devoção do Israelitas-Samaritanas por Shehmaa o Único e Absoluto..

Benyamim Tsedaka

As fotos:
– O Fragmento de Qumran
– O Monte Eterno
– O altar de Isaac / Abraham
– As Doze Pedras de Joshua
– יהוה Inscrição do Nome.

Manuscritos do Mar Morto confirmam Deut 27:4 da Torá Samaritana

Publicação dos Manuscritos do Mar Morto na Azusa Pacific University’s irá melhorar a compreensão da Bíblia

 A Universidade Azusa Pacific anuncia a tão aguardada publicação formal de manuscritos raros do Scroll Dead Sea Scroll (DSS) da biblioteca de Coleções Especiais. 
A publicação oficial altamente antecipada dessas antiquidades raras e frágeis aparecerá como um volume na prestigiosa série Princeton Theological Seminary Dead Roll do Mar Morto.
Imagem de notícias
É importante fornecer esse material para o mundo acadêmico à luz das preocupações sobre possíveis falsificações entre fragmentos do rolo.
Um dos nossos fragmentos foi datado em testes de carbono como verdadeiramente antigo sendo reconhecido seu período.
Estamos confiantes e apoiamos futuros estudos.

A Universidade Azusa Pacific anuncia a tão aguardada publicação formal de manuscritos dos raros Manuscritos do Mar Morto  (DSS) da biblioteca de Coleções Especiais.

Em 2009, a universidade adquiriu cinco manuscritos bíblicos antigos para estudos acadêmicos e preservação para a posteridade.

Um time de faculdade da Faculdade de Teologia da APU completou seu exame sistemático, transcrição e análise dos manuscritos de 2000 anos de idade.

A publicação oficial altamente antecipada dessas antiquidades raras e frágeis aparecerá como um volume na prestigiosa série Princeton Theological Seminary Dead Sea Scrolls Project series in 2017.

A publicação foi preparada em colaboração com uma equipe editorial no Seminário Teológico de Princeton, liderada por James H. Charlesworth, Ph.D., George Collord Professor do Novo Testamento.

Este volume se unirá a outros volumes recentemente publicados de fragmentos do Scroll do Mar Morto nas coleções Schoyen e Museum of the Bible.

“O primeiro volume dos Volumes de Suplementos do Projecto de Papéis do Mar Morto de Princeton é o princípio editio de manuscritos de composições bíblicas encontrados entre os Pergaminhos do Mar Morto”, disse Charlesworth.

“Estes manuscritos eram desconhecidos e, portanto, não incluídos em publicações anteriores dos Pergaminhos do Mar Morto. Esses rolos são extremamente importantes porque contêm algumas leituras diferentes das encontradas em nossas Bíblias. Algumas dessas leituras nos ajudam a corrigir os textos da Bíblia. Juntamente com o professor Rietz, meu editor associado e os estudiosos da APU, estou ansioso para compartilhar esses Pergaminhos do Mar Morto com todos os que se dedicam à nossa Bíblia e a um público internacional e multicultural “.

“Estamos ansiosos para trazer informações completas sobre os antigos manuscritos bíblicos da APU para o mundo acadêmico”, disse o pesquisador principal William Yarchin, Ph.D., professor de estudos bíblicos do Dean na Faculdade de Teologia da APU.

“Alguns desses manuscritos contêm formulação encontrada em nenhum outro manuscrito hebraico, e os estudiosos estão interessados ​​em integrar essa informação no corpo existente da bolsa de estudos bíblica. Também é importante fornecer esse material para o mundo acadêmico à luz das preocupações sobre possíveis falsificações entre os fragmentos de rolagem que recentemente surgiram. Um dos nossos fragmentos foi datado de carbono como verdadeiramente antigo. Então, estamos confiantes e apoiamos todos os estudos científicos futuros que podem ajudar a avançar a pesquisa em manuscritos antigos”.

Entre os cinco fragmentos antigos estão as porções do livro de Levítico, o livro de Deuteronômio e o livro de Daniel, inscritos em aproximadamente o tempo de Cristo ou um século antes.

É possível que o fragmento de Daniel pertencente à APU seja o manuscrito mais antigo do mundo de Daniel 5: 13-16.

Das descobertas significativas, “o fragmento de Deuteronômio 27 da universidade apresenta uma leitura única no versículo 4 que concorda com a Torá samaritana. Isso dará aos estudiosos novos conhecimentos sobre a relação entre o judaísmo e o samaritano na antiguidade“, disse Karen Winslow, Ph.D. , Professor e cadeira, estudos bíblicos e teológicos no Seminário Azusa Pacific.

Os Pergaminhos do Mar Morto foram descritos como uma das maiores descobertas arqueológicas de todos os tempos.

Eles incluem os manuscritos bíblicos mais antigos existentes.

Os estudiosos acreditam os pergaminhos para aumentar o conhecimento das origens do cristianismo e revolucionar sua compreensão do judaísmo.

Os cinco fragmentos do Roteiro do Mar Morto da Universidade Azusa Pacific University incluem:

  1. Porções de Leviticos 10: 4-7;
  2. Porções de Deuteronômio 8: 2-5;
  3. Porções de Deuteronômio 27: 4-6;
  4. Porções de Daniel 5: 13-16;
  5. Um fragmento não identificado.

Todos os cinco fragmentos são de Qumran Cave 4.

Em 2010, a APU realizou uma exibição pública desses manuscritos junto com outros artefatos bíblicos de suas Coleções Especiais.

Junto com suas explorações do Scroll do Mar Morto, a APU supervisiona uma escavação arqueológica do site bíblico Abel Beth Maacah, uma area de 35 acres na fronteira mais a norte do dia de hoje, Israel.

As descobertas incluem um selo de 3.000 anos de idade que descreve a dança ritualística e um tesouro de prata provavelmente do final da Idade do Bronze.

Azusa Pacific University é uma universidade cristã evangélica comprometida primeiro com Deus e excelência e com a educação superior.

Com 77 graus de bacharelado, 45 mestrados, 18 certificados, 16 credenciais, 8 programas de doutorado e 2 diplomas de associado, a universidade oferece aos seus mais de 10.300 alunos uma educação de qualidade no campus, on-line e em seis centros regionais em todo o sul da Califórnia.

Texto traduzido integralmente do site  http://www.prweb.com/releases/2017/05/prweb14358390.htm

Os 13 nomes do Monte Gerizim na Torah

O Monte Gerizim em árabe “Jabal al Tur“.

Em aramaico “Tur Barakha“,  cujo significado é “A Montanha Abençoada“.

O Monte Gerizim é um dos picos mais altos na Cisjordânia, está localizado em Efraim e sobe para 886 acima do nível do mar.

Junto com o Monte Ebal forma o vale de Nablus (Siquém).

O Monte Gerizim, em hebraico ‘הרגריזים’ ou seja, “HarGerizim” esta palavra escrita em Hebraico Antigo (Samaritano), indica claramente o local onde o Creiador (Shehmaa) escolheu para habitar o Seu Sagrado Nome, Sua Presença Divina!

O Monte Gerizim o local mais sagrado para Israelitas Samaritanos.

Na versão mais antiga da Torá no mundo, podemos ler na lista dos dez mandamentos, a ordem dada ao povo de Israel de construir um altar no Monte, assim que eles entrassem na terra santa:

“E quando acontecer que Shehmaa Elowweem trouxer vocês para a terra de Canaã, onde vocês estão vindo para tomar posse, vocês deverão tomar para vocês grandes pedras e deverão caiar com cal. e vocês escreverão sobre as pedras todas as palavras desta lei. E quando vocês passarem além do Jordão, vocês deverão levantar estas pedras, que Eu hoje te ordeno, no Monte Gerizim. E vocês construirão ali o altar ao Shehmaa, o Elowweem. Um altar de pedras. Não moverá sobre eles o ferro. Com pedras inteiras vocês deverão construir o altar para Shehmaa Elowweem. E vocês deveem trazer sobre ela ofertas para Shehmaa Elowweem e sacrificar ofertas pacíficas, e vocês comerão lá e vocês se alegrarão diante da face do Shehmaa Elowweem. Na montanha que está além do Jordão para trás no caminho do nascer do sol, na terra de Canaã que mora no deserto antes da Gilgal, ao lado de Alvin-Mara, antes Sequém “
Êxodo 20:18 – de acordo com o Pentateuco Samaritano.

Israelitas Samaritanos observam as três peregrinações do ano, de acordo com o mandamento da Torah: Pessach Shavuot e Sucot.

A peregrinação, é feita nos locais sagrados, no cume do monte:

  • No local das Doze pedras de Yehoshua Ben Num
  • No Altar de Ytzak
  • No Altar de Adam
  • No Altar de Set

Este é o ponto mais importante para a comunidade samaritana – Givat Olam.

Monte Gerizim “versus” Jerusalém

A fé samaritana no monte Gerizim é o princípio fundamental, que gerou o cisma entre samaritanos e judeus.

O debate entre estas duas comunidades, em torno da questão do monte Gerizim e o local escolhido, refletida na diferença preliminar, feita por judeus no Santo Pentateuco.

A versão judaica da Torá, não tem o décimo mandamento acima, que ordena construir um altar no monte Gerizim.

Por esse motivo, os judeus mudaram a contagem dos dez mandamentos, acrescentando como introdução aos mandamentos as palavras “Eu sou o Senhor teu Deus” (Êxodo 20: 1) como o primeiro mandamento.

Em outro lugar (Deuteronômio 27: 6), na versão judaica, está escrito que o altar deve ser construído ao Senhor, “no Monte Ebal“, enquanto que na versão do Pentateuco Samaritano, está escrito “no Monte Gerizim“.

Este do texto, também aparece em alguma outra tradução não-samaritano da Torá como por exemplo a versão Vetus Latina, a tradução latina da Bíblia.

Em julho de 2008, James Charlesworth, um dos estudiosos dos Pergaminhos do Mar Morto, publicou um fragmento da caverna 4 de Qumeran, de Dt 27: 4-6, que apresenta o texto igual a versão da Torá (Pentateuco Samaritano) que em seu verso, apresenta o texto:

No monte Gerizim” –  בהרגריזים onde vemos a mesma palavra, tal qual está escrito nos textos da Torá samaritana, o que apenas confirma o texto nesta versão da Torah.

As duas montanhas são mencionadas, no mesmo versículo, no contexto da cerimônia que o povo de Israel realizou, quando eles entraram na Terra Santa.

Enquanto o Monte Ebal é mencionado como o local a partir do qual a maldição será proclamada, Monte Gerizim é mencionado como o monte da bênção:

Devarim(Deut) 27:11-14

יא ויצו משה את העם ביום ההוא לאמר

יב אלה יעמדו לברך את העם על הר גרזים בעברכם את הירדן שמעון ולוי ויהודה ויששכר ויוסף ובנימן

יג ואלה יעמדו על הקללה בהר עיבל ראובן גד ואשר וזבולן דן ונפתלי

יד וענו הלוים ואמרו אל כל איש ישראל–קול רם {ס}

11- E Mooshe deu ordem naquele dia ao povo, dizendo:

12- Quando houverdes passado o Jordão, estes estarão sobre o monte Gerizim, para abençoarem o povo: Simeão, e Levi, e Judá, e Issacar, e José, e Benjamim;

13- E estes estarão sobre o monte Ebal para amaldiçoar: Rúben, Gade, e Aser, e Zebulom, Dã e Naftali.

14- E os levitas testificarão a todo o povo de Israel em alta voz, e dirão:

Outra diferença, é uma diferença em relação à hora de escolher o lugar escolhido por Shehmaa.

Enquanto a tradição samaritana detém, que o Criador escolheu para si este  lugar santo, durante a criação, a tradição judaica, explica, que esta escolha só ocorreu 440 anos após a entrada para a terra santa.

E por esse motivo, eles mudaram, no Pentateuco, o tempo do verbo “escolher”  no passado, como está registrado na versão Samaritana, – e substituíram de (“local escolhido“) colocando a mesma palavra no tempo futuro “local que vai escolher“, portanto o termo correto para este caso, sempre refere-se na verdade ao lugar escolhido.

Esta mudança foi claramente feita, a fim de justificar a santidade de Jerusalém, cidade que surge apenas em um período mais tardio do Pentateuco, tratando-a como o local escolhido, ao invés do Monte Gerizim.

Nossos antepassados e Monte Gerizim.

Os profetas, de acordo com a Tradição Samaritana, desde Adam até Mooshe o maior Profeta, sabiam, sem dúvida, onde eles deveriam ir oferecer culto a Shehmaa.

O que se abateu sobre o nosso pai Abraão, depois que Shehmaa ordenou-lhe que saísse de sua terra de origem, e disse-lhe “Vai para a terra que eu revelar a ti, de ti farei um grande povo e te abençoarei” Abraahm partiu, na sequência do comando de Shehmaa, e veio para a terra de Canaã, e viajaram no mesmo dia , até que ele entrou em Siquém (Nablus), que é o “o prado de Moré“, que é conhecido biblicamente e tradicionalmente a ser idêntico ao Nablus. (Gen 12).

Ali, é o lugar onde ele armou a sua tenda.

Ali, foi onde ele permaneceu por um tempo e estabeleceu-se, e ali Shehmaa apareceu para ele e conversou com ele, e abençoou-o, e prometeu dar-lhe, a sua semente, a terra .

Nosso pai Jacob chegou em segurança de sua viagem, que foi realizada pela providência de Shehmaa, como é indicado em Bereshit(Gên) 31:13, onde Shehmaa diz:

Bereshit(Gên) 31:13

יג אנכי האל בית אל אשר משחת שם מצבה אשר נדרת לי שם נדר עתה קום צא מן הארץ הזאת ושוב אל ארץ מולדתך

13- Eu sou o Shehmaa de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te agora, sai-te desta terra e torna-te à terra da tua parentela.

Enquanto na montanha, quando ele estava em seu caminho, ele prometeu o seguinte:

Se Elowweem for comigo e me guardar neste caminho que eu vou, e me der pão como alimento e roupas para vestir e se eu voltar em paz para a casa de meu pai, Elowweem será o meu Shehmaa, e esta pedra, que erigi será a casa de Shehmaa

Bereshit(Gên) 28:20-22

כ וידר יעקב נדר לאמר אם יהיה אלהים עמדי ושמרני בדרך הזה אשר אנכי הולך ונתן לי לחם לאכל ובגד ללבש

כא ושבתי בשלום אל בית אבי והיה יהוה לי לאלהים

כב והאבן הזאת אשר שמתי מצבה–יהיה בית אלהים וכל אשר תתן לי עשר אעשרנו לך

20- E Yacob fez um voto, dizendo: Se Elowweem for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir;

21- E eu em paz tornar à casa de meu pai, o Elowweem me será por Elowweem ;

22- E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Elowweem; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.

Quando o Shehmaa o favoreceu, e deu-lhe bênçãos e trouxe-o de volta em paz, e cumpriu a sua promessa , e conferiu-lhe os seus favores, ele impôs um dever sobre o cumprimento das suas promessas.

Ele lembrou de sua coluna e promessa, e disse-lhe para ir ao lugar onde ele fez o seu voto, então Jacob carregado com abundantes favores, obedientemente deixou seu tio, e veio em direção de Siquém (Nablus), pois era o lugar a que se destinava:

יח ויבא יעקב שלם עיר שכם אשר בארץ כנען בבאו מפדן ארם ויחן את פני העיר

יט ויקן את חלקת השדה אשר נטה שם אהלו מיד בני חמור אבי שכם–במאה קשיטה

כ ויצב שם מזבח ויקרא לו–אל אלהי ישראל {ס}

18- E chegou Jacó em paz à cidade de Siquém, que está na terra de Canaã, quando veio de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade.

19- E ele comprou uma parte do campo em que estendera a sua tenda, da mão dos filhos de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de dinheiro.

20- E levantou ali um altar, e o chamou: El-elohe-Israel.

Agora, o único retorno de Jacob para a cidade de Nablus, é o cumprimento da sua oração que ele fez no discurso de seu voto, dizendo:

“E se eu voltar com segurança para a casa de meu pai”.

Em verdade, era o cumprimento do que ele desejava.

Voltar “a casa de seu pai,”.

Isso significa ir ao altar do seu avô Abraahm construído na planície em Nablus, que é o mesmo local anteriormente mencionado como “Elon Moré“.

Portanto, Jacob armou a sua tenda naquele lugar.

A cidade é Nablus.

Ele também comprou aquela planície, na qual fez referência, sobre as pessoas daquela época, e que se chama “Halkat nos Shadi“.

O livro de Josué 24:32-33 relata:

Josué 24:32-33

לב ואת עצמות יוסף אשר העלו בני ישראל ממצרים קברו בשכם בחלקת השדה אשר קנה יעקב מאת בני חמור אבי שכם במאה קשיטה ויהיו לבני יוסף לנחלה

לג ואלעזר בן אהרן מת ויקברו אתו בגבעת פינחס בנו אשר נתן לו בהר אפרים {ש}

32- Também os ossos de Yossef, que os filhos de Israel trouxeram do Egito, foram enterrados em Siquém, naquela parte do campo que Jacó comprara aos filhos de Hemor, pai de Siquém, por cem peças de prata, e que se tornara herança dos filhos de Yossef.

33- Faleceu também Eleazar, filho de Arão, e o sepultaram no outeiro de Finéias, seu filho, que lhe fora dado na montanha de Efraim.

A tradição Samaritana explica, que a causa do nosso patriarca Yacob comprar esta parcela da terra era sua elevada posição, por causa de nosso pai Abraahm ter erguido sobre ela um altar com base em sua proximidade ao Monte Gerizim.

O sepulcro de Yossef está em Siquém .

Nosso Mooshe “sobre o qual haja a paz”, menciona na canção que foi cantada por ele mesmo e seu povo, os filhos de Israel, em conexão com o incidente do mar, e que se encontra em Êxodo 15:17, ou seja, como se segue:

Shemot(Êx) 15:17

יז תבאמו ותטעמו בהר נחלתך– {ס} מכון  {ר} לשבתך פעלת יהוה  {ס}  מקדש אדני כוננו  {ר} ידיך  {ס}

 יח יהוה ימלך לעלם ועד {ס}

17- Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó Shehmaa, preparou para a tua habitação, no santuário, ó Shehmaa, que as tuas mãos estabeleceram.

18- O Shehmaa reinará para todo o sempre.

Devarim(deut) 12:5,13,14 diz

Devarim(deut) 12:5

ה כי אם אל המקום אשר יבחר יהוה אלהיכם מכל שבטיכם לשום את שמו שם–לשכנו תדרשו ובאת שמה

5  Mas o lugar que o Shehmaa vosso Elowweem escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis, para sua habitação, e ali vireis.

יב ושמחתם לפני יהוה אלהיכם–אתם ובניכם ובנתיכם ועבדיכם ואמהתיכם והלוי אשר בשעריכם כי אין לו חלק ונחלה אתכם
יג השמר לך פן תעלה עלתיך בכל מקום אשר תראה

13- Guarda-te, que não ofereças os teus holocaustos em todo o lugar que vires;

14 Mas no lugar que o Shehmaa escolher numa das tuas tribos ali oferecerás os teus holocaustos, e ali farás tudo o que te ordeno.

É importante ver que esta profecia de Mooshe confirma a santidade contínua desse lugar.

No livro de Josué, no capítulo 24, versículo 25-26, diz:

Josué 24:25-26

כה ויכרת יהושע ברית לעם ביום ההוא וישם לו חק ומשפט בשכם

כו ויכתב יהושע את הדברים האלה בספר תורת אלהים ויקח אבן גדולה ויקימה שם תחת האלה אשר במקדש יהוה {פ}

25- Então Yehoshua fez um pacto com o povo naquele dia, e pôs por estatuto e direito em Siquém.

26- E Yehoshua escreveu estas palavras no livro da lei de Shehmaa; e ele tomou uma grande pedra, e a pôs ali debaixo do carvalho que estava junto ao santuário do Shehmaa

O Monte Gerizim – Seus 13 Nomes na Torah

1. Montanha do Leste – Bereshit(Gen) 10:30

ל ויהי מושבם ממשא באכה ספרה הר הקדם

30- E foi a sua habitação desde Messa, indo para Sefar, montanha do oriente.

2. Betel – Bereshit(Gen) 12:8

ח ויעתק משם ההרה מקדם לבית אל–ויט אהלה בית אל מים והעי מקדם ויבן שם מזבח ליהוה ויקרא בשם יהוה

E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor.

3. Uma das montanhas – Bereshit(Gen) 22:2

ב ויאמר קח נא את בנך את יחידך אשר אהבת את יצחק ולך לך אל ארץ המריה והעלהו שם לעלה על אחד ההרים אשר אמר אליך

2- E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.

4. O Shehmaa proverá – Bereshit(Gen) 22:14

יד ויקרא אברהם שם המקום ההוא יהוה יראה אשר יאמר היום בהר יהוה יראה

14- E chamou Abraahm o nome daquele lugar: o Shehmaa proverá; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Shehmaa se proverá.

5. Casa de Shehmaa – Bereshit(Gen) 28:17

יז ויירא ויאמר מה נורא המקום הזה אין זה כי אם בית אלהים וזה שער השמים

17- E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Shehmaa; e esta é a porta dos céus.

6. Porta do Céu – Bereshit(Gen) 28:17

יז ויירא ויאמר מה נורא המקום הזה אין זה כי אם בית אלהים וזה שער השמים

17- E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Shehmaa; e esta é a porta dos céus.

7. Luzah – Bereshit(Gen) 28:19 Pentateuco Samaritano

יט ויקרא את שם המקום ההוא בית אל ואולם לוז שם העיר לראשנה
כ וידר יעקב נדר לאמר אם יהיה אלהים עמדי ושמרני בדרך הזה אשר אנכי הולך ונתן לי לחם לאכל ובגד ללבש

19- E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz.

8. Um Santuário – Shemot(Êx) 15:17

יז תבאמו ותטעמו בהר נחלתך– {ס} מכון  {ר} לשבתך פעלת יהוה  {ס}  מקדש אדני כוננו  {ר} ידיך  {ס}

17- Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó Shehmaa, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Shehmaa, que as tuas mãos estabeleceram.
9. Casa do Shehmaa – Shemot(Êx) 23:19, 34:26

Shemot(Ex)23:19

יט ראשית בכורי אדמתך תביא בית יהוה אלהיך לא תבשל גדי בחלב אמו {פ}

19- As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Shehmaa teu Elowweem; não cozerás o cabrito no leite de sua mãe.

Shemot(Ex)34:26

כו ראשית בכורי אדמתך תביא בית יהוה אלהיך לא תבשל גדי בחלב אמו {פ}

26- As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Shehmaa teu Elowweem; não cozerás o cabrito no leite de sua mãe.
10. O Bom Monte – Devarim(Dt) 3:25

כה אעברה נא ואראה את הארץ הטובה אשר בעבר הירדן ההר הטוב הזה והלבנן

25- Rogo-te que me deixes passar, para que veja esta boa terra que está além do Jordão; esta boa montanha, e o Líbano!

11. Monte Gerizim – Devarim(Dt) 11:29

כט והיה כי יביאך יהוה אלהיך אל הארץ אשר אתה בא שמה לרשתה–ונתתה את הברכה על הר גרזים ואת הקללה על הר עיבל

E será que, quando o Shehmaa teu Elowweem te introduzir na terra, a que vais para possuí-la, então pronunciarás a bênção sobre o Monte Gerizim, e a maldição sobre o monte Ebal.

12. O Monte Escolhido – Devarim(Dt) 12:11

יא והיה המקום אשר יבחר יהוה אלהיכם בו לשכן שמו שם–שמה תביאו את כל אשר אנכי מצוה אתכם עולתיכם וזבחיכם מעשרתיכם ותרמת ידכם וכל מבחר נדריכם אשר תדרו ליהוה

11- Então haverá um lugar que escolherá o Shehmaa vosso Elowweem para ali fazer habitar o seu nome; ali trareis tudo o que vos ordeno; os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta alçada da vossa mão, e toda a escolha dos vossos votos que fizerdes ao Shehmaa.

13. O Monte Eterno – Devarim(Dt) 33:15 Pentateuco Samaritano

טו ומראש הררי קדם וממגד גבעות עולם

15 – E com o mais excelente dos montes antigos, e com o mais excelente dos outeiros eternos.

O zodiaco pagão nas sinagogas judaicas

Em Dezembro de 1928, uma equipa de trabalho do kibbutz Beth Alpha estava a cavar um canal de drenagem quando alguns pedaços de um mosaico começaram a aparecer nas cargas das suas pás.

No painel quadrado do mosaico Alpha Beth tem uma roda do zodíaco com os 12 símbolos e nomes do zodíaco, rodeados por quatro figuras femininas nos cantos, identificando as estações do ano.

 

Muitos dos símbolos incluídos no painel de mosaico superior reafirmam a natureza judaica da sinagoga de Beth Alpha: a Arca da Aliança no centro (Aron Kodesh), luz eterna (ner tamid), dois candelabros de sete braços (menorot; plural , menorah), fronda da palma (lulav), cidra(etrog), e uma pá de incenso (Mahta). Estas imagens formam uma espécie de painel identificativa da sinagoga.
Muitos dos símbolos incluídos no painel de mosaico superior reafirmam a natureza judaica da sinagoga de Beth Alpha: a Arca da Aliança no centro (Aron Kodesh), luz eterna (ner tamid), dois candelabros de sete braços (menorot; plural , menorah), fronda da palma (lulav), cidra(etrog), e uma pá de incenso (Mahta). Estas imagens formam uma espécie de painel identificativa da sinagoga.

 

Na parte inferior do painel retangular, mais perto da porta, a história familiar de Gênesis 22 é representada no mosaico. Abraão está se preparando para sacrificar seu filho Isaac (à direita)como a mão de D’us  o alcança do céu para o impedir de concluir o ato.. Perto está um carneiro que é apanhado pelos seus chifres num matagal, na extrema-esquerda é um servo que espera com o burro. Este tipo de cena é conhecido como um painel dos antepassados​​justos e é encontrada em vários mosaicos de outras sinagogas

 

Outro impressionante mosaico foi descoberto na sinagoga de Tiberíades Hamate. Este contém uma roda do Zodíaco lindamente executada (interrompida por uma parede mais tarde colocada em cima da mesma) e um painel de sinagoga, mas não se refere a nenhum tema dos antepassados ​​justos.

 

No painel de mosaico de Tiberíades Hamate, está dentro de um quadrado, a roda do Zodíaco e os quatro cantos são marcados com representações das quatro do ano, como pode ser visto aqui.

 

A sinagoga de Ein Gedi contém um mosaico que é ainda mais completo do que os de Beth Alpha e Tiberíades Hamate, embora relativamente simples na decoração. Todos os elementos usuais são atuais, e alguns  novos, mas na forma escrita, em vez de representações figurativas.

 

Inscrições, em vez de imagens, cobrem o chão do mosaico da sinagoga Ein Gedi.

 

Todos os signos do Zodíaco estão listados (e pela primeira vez com os meses correspondentes do calendário hebraico), bem como uma longa lista de antepassados ​​justos, desde Adão, Seth e Enos, a Abraão,Isaac e Jacó, Hananias, Misael e Azarias.

 

A sinagoga de Zippori (Séforis), tem a mais recente das descobertas de mosaicos do zodíaco, embora, infelizmente, não esteja bem preservado. No centro da roda do zodíaco, Helios, a dirigir a sua carruagem de quatro cavalos, mas mais do que a figura de um homem, D’us é descrito como o próprio sol.

 

  

Na sinagoga de Ziporri, Ein Gedi, cada signo do  Zodíaco está associado com o mês correspondente do calendário hebraico e escrito em hebraico. Na imagem superior esquerda,vimos uma parte do painel com um Escorpião e com o respectivo mês de Heshvan (acima), na imagem superior da direita, vimos um Sagitário que está relacionado com o mês de Kislev

 

  

Estas duas imagens mostram as estações do ano nos cantos, como temos visto em outros lugares, mas aqui eles têm inscrições em grego e em hebraico. 

Apesar de mal conservado, o mosaico da sinagoga Zippori num dos painéis podemos ver claramente a passagem do sacrifício de Isaac a completar o tema dos antepassados ​​justos. Tudo o que resta são fragmentos que mostram os servos segurando o burro (acima) e do carneiro preso no mato.

Ao contrário da maior parte do resto do mosaico Zippori, o painel da sinagoga que está dividido em três secções, esta parte está muito bem preservada. No flanco, dois candelabros, a Arca da Aliança com o chifre de carneiro, palma frondes e cidra, e pá incenso um pouco mais abaixo.

Aqui podemos ver o pouco que resta da sinagoga em Na’aran, e que foi descoberto quando um projétil de artilharia turca caiu no local durante a I Guerra Mundial, revelando omosaico. Grande parte do mosaico ficou destruído, mas o que resta é suficiente para sugerir a presença da roda do Zodíaco, incluindo Helios no seu carro (só uma roda permanece), as quatro estações nos cantos, e a Arca ladeada por candelabros.

  

O mosaico em Na’aran foi bastante danificado, como já mencionamos, mas ainda se conseguem perceber as patas do Câncer na roda do zodíaco (esquerda) e uma das quatro estações no canto do painel quadrado (direita).

O edifício Sussiya foi identificado como uma sinagoga porque o chamado painel do mosaico da sinagoga ainda era bem visível, contendo a Arca ladeado por dois candelabros.

A sinagoga de Sussiya foi muito bem construída e por esse facto durou por muito tempo, mas agora já podemos ver a deterioração de alguns de seus mosaicos. Como os gostos iam mudando, novos pisos de mosaico foram pavimentados sobre os antigos. Ainda assim, existem vislumbres dos elementos tradicionais, tais como o círculo interior (agora preenchido com uma roseta) e uma porção do arco exterior da roda  Zodíaco ( visíveis a alguns pés abaixo do círculo interior).

Apenas um pormenor do painel da coleção “antepassados ​​justos” permanece em Sussiya, mas a cauda de um leão e no final uma inscrição em hebraico -el” é suficiente para reconstruir a cena de Daniel na cova dos leões.

 

 

O último exemplo de um mosaico do Zodíaco na  sinagoga consiste em apenas alguns fragmentos. Este canto do painel quadrado mostra a cara a sorrir da uma das estações no canto, bem como as arestas de dois segmentos do Zodíaco, uma das quais podem ser identificadas como Câncer.

Fonte: https://www.biblicalarchaeology.org/daily/ancient-cultures/ancient-israel/jewish-worship-pagan-symbols/

Vemos

a´penas uma desculpa para justificar a grande mistura do misticismo pagão junto ao judaísmo!
 
Qual a justificativa para seguirem o zodíaco do mês ?
 
A cabala usa “letra do mês” seguindo o zodíaco… qualquer cabalista confirma isso!
 
Eles chamam isso de “a força do mês” de acordo com o simbolo zodiacal!
 
O paganismo está estampado em suas sinagogas ainda hoje em dia!
 
O judaísmo acredita na influência dos astros sobre as pessoas e as criaturas em geral?
 
O judaísmo não duvida que há um sistema inteiro de constelações, astros e planetas que exercem influência sobre as criaturas.
 

Aliás, o Talmud nos diz:

“Malchuta deará ke’en malchuta derakiá”.

 

“O reinado aqui é um reflexo do Reinado Celeste”

Eles aludem que da mesma forma que um rei possui ministros e tem a sua corte, assim também funciona nas alturas.

 
Então, não há dúvida de que os habitantes da “mansão Celeste” têm influência.
 
O Talmud, no Tratado Shabat, ensina que o mazal, o astro, exerce influência sobre a pessoa.
 
Rabi Chanina disse que o mazal pode tornar a pessoa mais rica ou mais sábia.
 
Os sábios judeus dizem que não se deve tirar sangue de uma pessoa na terça-feira, pois este dia recebe influência do planeta Marte (o planeta vermelho), astro ligado a assuntos de guerra, sangue, pragas e desastres.
 
A influência dos astros sobre o mundo mineral e vegetal é óbvia.
 
As marés e até o ciclo menstrual dependem dos planetas.
 
O Talmud afirma que não há grama que cresça sem que o seu astro a influencie.
 
Aliás, um dos sinais da Galut é que os fluxos e energia divina passem por um encadeamento do qual fazem parte as constelações, os astros e os anjos padrões que influenciam todas as criaturas físicas.
 
Existe, sim, uma influência celeste sobre todas as criaturas, desde os minerais até os seres humanos.
 
Rabi Isaac Luria, o Arizal, disse que o embrião só se torna perfeito a partir do sétimo mês, quando já passou pela influência de sete planetas principais e importantes.
 
Até lá, pode faltar algo no desenvolvimento do embrião.
 
Rabi Avraham Ibn Ezra diz que cada povo e cada lugar físico é dependente do seu astro.
 
Por exemplo, o povo de Yishmael (os árabes) depende de escorpião.
 
Já os persas são influenciados por sagitário, os romanos por libra, e assim por diante.
 

O Talmud ensina que:

Aquele que nasce na terça-feira, dia sob a influência do planeta Marte (Marte em hebraico é maadim, que se origina da palavra dam, sangue ou o planeta vermelho), terá um caráter sanguinário e apreciará o sangue de tal maneira que poderá chegar a ser um assassino.

 
Dizem os nossos sábios que, para o seu bem, ele deveria tornar-se um mohel ou um shochet; em outras palavras, deveria canalizar essa tendência.
 

O Zohar, livro básico da Cabalá, menciona algo muito interessante:

 

“O povo de Israel ficou sob a influência dos astros até a outorga da Torá no Monte Sinai. A partir do momento em que recebeu a Torá, o povo deixou de depender das estrelas e constelações. Obviamente, quando alguém se afasta dos caminhos da Torá, volta a receber esta influência natural dos astros.”
 
Isto fica claro nas palavras:
 
“Ein mazal leIsrael”…
 
Ou seja, o povo de Israel não depende do mazal e das constelações.
 
Cada um continua com o seu livre-arbítrio.
 
Através da oração e dos bons atos é possível modificar o mazal (influência astral) para o bem.
 
Ou seja… o paganismo babilônico muito influenciou o pensamento judaico…
 
E isso está estampado em todos lugares, e nem ao menos as paredes de suas sinagogas escaparam disso.
 
Como se pode ver, as palavras de Jeremias que viveu na Babilônia e viu a forte influência dos signos celestiais (zodíaco) sob o povo judeu… mas suas palavras sendo “palavras comuns” sem qualquer poder profético não puderam impedir que os judeus ficassem fascinados com o horóscopo do zodiacal.
 
Suas palavras cairam no esquecimento:
 
Jeremias (10:2) diz: “Assim, disse o Eterno, (…) não se deixem impressionar perante os signos celestiais porque as nações se deixam impressionar perante eles.”

 

 

Diferenças entre sinagogas samaritanas e judaicas

Quatro fatores

Escavações arqueológicas em Israel e nos países vizinhos revelam que, durante os períodos helenístico, romano e Bizantino, comunidades Samaritanos e judaicas, por vezes, viviam lado a lado.

Isso levanta a pergunta:

Como podemos distinguir as antigas sinagogas samaritanas das sinagogas judaicas?

Existem 4 diferenças que ajudam a distinguir e a identificar os restos de uma sinagoga, e, portanto, o bairro ou aldeia, como judeu ou samaritana.

Os quatro fatores são:

  1. Orientação
  2. Localização
  3. Estilo de Decoração
  4. Idade

1- Orientação das sinagogas

As sinagogas samaritanas tem sua face voltada para o único lugar sagrado dos samaritanos israelitas, o monte Gerizim.

Isso vale para todas as Sinagogas Samaritanas, independentemente de onde tenham sido construídas.

Podemos confirmar isso examinando as sinagogas samaritanas em Damasco, Cairo, Gaza, Sal, Beit Shean, Ilhas no Mar Vermelho, Tessalônica, Tome, Delos, Creta, Sicília, Haifa, Cesareia, Ramleh, Yavneh e em outros lugares.

Em seguida, descobrimos que a face de uma sinagoga samaritana voltada para o monte Gerizim.

Em contraste, as sinagogas judaicas tem a face voltada para Jerusalém.

 

2- Localização das sinagogas

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No entanto, em alguns casos, a posição (orientação) da Sinagoga não ajuda a identificação.

Isto acontece porque tanto o templo no monte em Jerusalém e o Monte Gerizim em Samaria situam-se perto da mesma linha de longitude. O Monte Gerizim está aproximadamente 40 milhas (64 quilômetros) ao norte do monte do templo.

Consequentemente, temos dificuldade em identificar as sinagogas que se encontram ao sul do Monte do Templo ou
ao norte do monte Gerizim, porque não há quase nenhuma diferença em sua orientação.

Neste caso, a localização da sinagoga pode ser o guia mais útil.

Quando encontramos a sinagoga fora da área do bairro ou vila, é muito provável que seja samaritana.

Em contraste, as sinagogas judaicas eram tipicamente construídas centralmente, dentro do bairro ou vila.

Podemos ver a colocação de sinagogas samaritanas fora do centro dos bairros em Chirbet Samara, Zur Nathan, El Chibehm Sechem (Nablus), a cimeira do Monte Gerizim, Salónica, Sicília, e recentemente em Beit Shean.

A prática surgiu a partir deles mandamento, obedecido por samaritanos, para construir o local de culto fora do local de sua vida comum (além da área da vida no campo).

Êxodo 33: 7

ז ומשה יקח את האהל ונטה לו מחוץ למחנה הרחק מן המחנה וקרא לו אהל מועד והיה כל מבקש יהוה יצא אל אהל מועד אשר מחוץ למחנה

E tomou Mooshe a tenda, e a estendeu para si fora do arraial, desviada longe do arraial, e chamou-lhe a tenda da congregação. E aconteceu que todo aquele que buscava Shehmaa (o Todo-Poderoso) saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial.

Antonius de Placentia, um peregrino cristão que visitou aldeias Samaritanas em 570 CE, registrou que no sábado os samaritanos vestidos de branco e saíram de sua aldeia para ir rezar na sinagoga, onde um patriarca recebia visitantes.

Tremor de terra

A prática de construir fora do bairro continuou até os tempos modernos.

O terremoto de 1927 em Nablus devastou muitas casas, Incluindo a dos samaritanos.

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Conseqüentemente, os samaritanos deixaram o jasmim, seu bairro na cidade velha.

Alguns anos mais tarde, em 1933 eles se mudaram para um novo bairro a oeste de Nablus.

Eles construíram uma nova sinagoga ao lado deste bairro em 1947.

Os Israelitas Samaritanos também estabeleceram um centro de população fora de Nablus, em Holon israel, em 1955.

Lá, entre 1959 e 1963, eles construíram sua primeira sinagoga no Estado de Israel.

Novamente, eles sentaram sua sinagoga fora do bairro.

Mais tarde, a população cresceu, e espaço limitado os forçou a construir novas casas em três lados do pátio da sinagoga.

Quando as comunidades Holon e Nablus construíram uma sinagoga comum no Monte Gerizim em 1964, construíram a sinagoga fora do bairro de lucia Kiriat.

Desde então, o bairro expandiu-se e chegando a ficar muito próximo da sinagoga,

Novamente devido ao espaço limitado do edifício.

3- Decoração de sinagogas

    Zodiaco pagãoZodíaco pagão no mozaico da sinagoga Beith Alfa, próximo a Beith Shean – Israel

O terceiro fator distintivo entre sinagogas judaicas e samaritanas é o estilo de decoração de interiores, particularmente nos mosaicos no chão

Influenciados por culturas estrangeiras, os judeus empregavam símbolos pagãos em alguns mosaicos sinagogísticos, por exemplo, o Zodíaco e as cabeças de animais impuros, como leões e tigres.

Nas sinagogas samaritanas, mesmo os mosaicos mais complicados são livres de qualquer símbolo pagão.

Os artistas samaritanos tiveram o cuidado de usar apenas os símbolos mencionados na Torá.

Assim, encontramos os utensílios do tabernáculo, particularmente a Menorah (candelabro de sete ramos), o Shofar (ramshorn), trombetas.

Encontramos também as cabeças de pássaros e animais puros, como pombas, ovelhas e cabras.

Conseqüentemente, quando ao nível do solo, o interior de uma sinagoga samaritana tem uma aparência simples e modesta.

4- Idade das sinagogas

Em geral, as sinagogas samaritanas foram construídas muito mais cedo do que as judaicas.

Até 70 EC os judeus ainda tinham seu Templo em Jerusalém.

Nessa época, os samaritanos israelitas não tinham um templo central, pois consideravam o Templo de Moisés (O Tabernáculo) o único templo verdadeiro consagrado.

A mais antiga evidência de um local samaritano, pelas orações e o estilo de cantar poemas e hinos em sinagogas, data do período helenístico.

Antes daquela época, as pessoas provavelmente se reuniam em lugares públicos para orar, como faziam todos os anos no monte Gerizim durante a Páscoa e as peregrinações.