Isaias profetiza um deus “sátiro pagão”!

Seria Isaías, um falso profeta?
 
Não é a toa que Isaias não seja entre os guardiões da Torá como um dos profetas da Torá.
 
Alguém já se perguntou o real motivo pelo qual Isaías e seu livro ficam de fora de nossa atenção?
 
Simples… basta ler sua história…
Uma simples leitura demonstra que o livro de Isaías não pode ser caracterizado como um profeta de Israel!Vejamos o texto onde vemos profecias falsas contra a Babilônia, anunciando que ela nunca será habitada novamente.

 
Isaías 13:19,20
 
יט והיתה בבל צבי ממלכות תפארת גאון כשדים כמהפכת אלהים את סדם ואת עמרה
כ לא תשב לנצח ולא תשכן עד דור ודור ולא יהל שם ערבי ורעים לא ירבצו שם
 
19- E babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou.
 
20- Nunca mais será habitada, nem nela morará alguém de geração em geração; nem o árabe armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores ali farão deitar os seus rebanhos.
 
Como falso profeta, Isaias erradamente profetizou que “feras iriam viver nos palácios babilônicos e sátiros dançarão lá”, mas estranhamente isso nunca aconteceuisso nunca chegou a acontecer!
 
Isaías 13:21,22
 
כא ורבצו שם ציים ומלאו בתיהם אחים ושכנו שם בנות יענה ושעירים ירקדו שם
כב וענה איים באלמנותיו ותנים בהיכלי ענג וקרוב לבוא עתה וימיה לא ימשכו
 
21- Mas as feras do deserto repousarão ali, e as suas casas se encherão de horríveis animais; e ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão ali.
 
22- E os animais selvagens das ilhas uivarão em suas casas vazias, como também os chacais nos seus palácios de prazer; pois bem perto já vem chegando o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão.
 

Satiros ?

Vocês sabem o que é um Sátiro???

Satiro
Satiro, uma divindade grega.
 
O Satiro é uma divindade da mitologia grega!
 

Sim… é isso mesmo!

Na mitologia dos povos gregos, os sátiros, em grego, Σάτυροι, Sátyroi.

Os Satitos são divindades menores da natureza com o aspecto de homens com cauda e orelhas de asno ou cabrito, pequenos chifres na testa, narizes achatados, lábios grossos, barbas longas.
 
Normalmente eram-lhes consagrados o pinho e a oliveira e apesar de serem divinos, não eram imortais.
 
Viviam nos campos e bosques e tinham freqüentes relações sexuais com as ninfas (principalmente as Mênades, que a eles se juntavam no cortejo de Dionísio).
 
Portanto, pergunto… por que é que Isaias está profetizando que Sátiros iriam popular a Babilônia?
 
Ninguém irá me convencer que Isaias é um profeta do Eterno!
 
Não!!!
O Eterno iria falar que “satiros” pulariam no templo destruido da Babilônia?
 
Que ligação há entre o Elowwen de Israel e os Satiros da mitologia dos povos gregos?
 
NÃO HÁ NENHUMA LIGAÇÃO!

Vejamos mais uma falsa profecia, cujo cumprimento nunca ocorreu!
O rio do Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu. 
Isaías 19:5-7
ה ונשתו מים מהים ונהר יחרב ויבש
ו והאזניחו נהרות דללו וחרבו יארי מצור קנה וסוף קמלו
ז ערות על יאור על פי יאור וכל מזרע יאור ייבש נדף ואיננו
5- E secarão as águas do mar, e o rio se esgotará e ressequirá.
6- Também os rios exalarão mau cheiro e se esgotarão e secarão os canais do Egito; as canas e os juncos murcharão.

7- A relva junto ao rio, junto às ribanceiras dos rios, e tudo o que foi semeado junto ao rio, secará, será arrancado e não subsistirá.
Antes de qualquer julgamento, vou apresentar um link que apresenta o atual rio nilo!

Clique aqui para ver o Rio Nilo

Rio Nilo
Rio Nilo

É visivel que a profecia de Isaias não se cumpriu, pois vemos o rio Nilo, lindo, azul, navegavel, cheio de vida!
Vejamos mais uma falsa profecia de Isaias…

Isaías 19:5-7

יז והיתה אדמת יהודה למצרים לחגא כל אשר יזכיר אתה אליו יפחד–מפני עצת יהוה צבאות אשר הוא יועץ עליו  {ס}
17- E a terra de Judá será um espanto para o Egito; todo aquele a quem isso se anunciar se assombrará, por causa do propósito do Senhor dos Exércitos, que determinou contra eles.

Mas estranhamente, em toda a história de Israel, Judá nunca, em nenhum momento invadiu o Egito!
O atual Egito tem uma população de 97.974.138 pessoas!

O Egito é um país do nordeste da África, numa região predominantemente desértica, que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um Estado transcontinental.

Com uma área de cerca de 1.001.450 km², o Egito limita-se a oeste com a Líbia, a sul com o Sudão e a leste com a Faixa de Gaza e Israel.

O litoral norte é banhado pelo mar Mediterrâneo e o litoral oriental pelo mar Vermelho. A península do Sinai é banhada pelos golfos de Suez e de Acaba.

Portanto as “palavras de Isaias” mais uma vez não se cumprem!

Entre outras falsas profecias temos uma onde ele afirma que cinco cidades falariam a lingua de canaã, mas isso nunca aconteceu!

Isaías 19:18


יח ביום ההוא יהיו חמש ערים בארץ מצרים מדברות שפת כנען ונשבעות ליהוה צבאות  עיר ההרס יאמר לאחת  {ס}
18- Naquele tempo haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã e farão juramento ao Senhor dos Exércitos; e uma se chamará: Cidade de destruição.

No verso 19 vemos uma profecia muito estranha, onde eles afirmam que haveria um templo no Egito!

Entretanto essa fato que seria de extrema importancia, nunca ocorreu!

Historicamente falando, a Torá nunca foi importante na cultura egipcia

 

Mas o judaísmo nunca foi uma religião importante no Egito.

Vejam esses outros textos

Isaías 19:18

 יח ביום ההוא יהיו חמש ערים בארץ מצרים מדברות שפת כנען ונשבעות ליהוה צבאות  עיר ההרס יאמר לאחת  {ס}
 יט ביום ההוא יהיה מזבח ליהוה בתוך ארץ מצרים ומצבה אצל גבולה ליהוה
 כ והיה לאות ולעד ליהוה צבאות בארץ מצרים  כי יצעקו אל יהוה מפני לחצים וישלח להם מושיע ורב והצילם
 כא ונודע יהוה למצרים וידעו מצרים את יהוה ביום ההוא ועבדו זבח ומנחה ונדרו נדר ליהוה ושלמו

 18- Naquele tempo haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã e farão juramento ao Senhor dos Exércitos; e uma se chamará: Cidade de destruição.

19- Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira.

20- E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará.

21- E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão.

Podemos ver claramente que esses versos profetizados por Isaias preveem uma aliança entre entre o Egito, Israel e Assíria.

Entretanto históricamente nunca aconteceu tal aliança de paz!

A impossibilidade do cumprimento das palavras de Isaias está entre outros fatores, no simples fato de que a Assíria não existe mais.

A civilização Assíria. O povos assírios estão entre os mais proeminentes daqueles que floresceram na Antiga Mesopotâmia, isto é, na região situada entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje se encontram Iraque e Síria.

Portanto nunca se cumprirá tal profecia de Isaias!

Isaías 19:23-24

 כג ביום ההוא תהיה מסלה ממצרים אשורה ובא אשור במצרים ומצרים באשור ועבדו מצרים את אשור  {ס}
כד ביום ההוא יהיה ישראל שלישיה למצרים ולאשור  ברכה בקרב הארץ
כה אשר ברכו יהוה צבאות לאמר  ברוך עמי מצרים ומעשה ידי אשור ונחלתי ישראל  {ס}

23- Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios.

24- Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra.

25- Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.

“O sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte.” Não se pode mais confiar num profeta bêbedo. [Is 28:7]

 

O que dizer do disparate das palavras preconceituosa de Isaias, um verdadeiro xenofóbico?

 

Isaías 52:1

 א עורי עורי לבשי עזך ציון  לבשי בגדי תפארתך ירושלם עיר הקדש–כי לא יוסיף יבא בך עוד ערל וטמא

1- Desperta, desperta, veste-te da tua fortaleza, ó Sião; veste-te das tuas roupas formosas, ó Jerusalém, cidade santa, porque nunca mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo.

Essas foram as falsas profecias feitas por Isaias, um falso profeta, preconceituoso e xenofóbico.

Por essas e demais palavras que falsamente ele proferiu em nome do Criador é que não o consideramos como profeta de Israel, muito embora ele seja assim considerado por nossos irmãos da casa de judá.

Lição nº 41– O ciclo do Shabat e Festas – O Ano Novo Hebreu e a Páscoa

O Ano Novo Hebreu e a Páscoa

Na Torá, Êxodo, 12: 2 lemos: “Este mês é para você, o chefe dos meses, primeiro dos meses do ano.”
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Êxodo, 12: 1:2 

א ויאמר יהוה אל משה ואל אהרן בארץ מצרים לאמר
ב החדש הזה לכם ראש חדשים  ראשון הוא לכם לחדשי השנה

1- E falou o Shehmaa a Mooshe e a Aharon na terra do Egito, dizendo:

2- Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.

A versão tradicional judaica da Torá diz que “Cabeça dos meses”, sem “O” mas a continuação do verso, “Primeiro dos Meses do Ano” não deixa dúvidas de que este é o Ano Novo Hebraico original, como é claro de Levítico capítulo 23 que a Páscoa é a primeira festa depois do sábado.

Vaikra Leviticos 23:4-5

ד אלה מועדי יהוה מקראי קדש אשר תקראו אתם במועדם
ה בחדש הראשון בארבעה עשר לחדש–בין הערבים  פסח ליהוה

4- Estas são as solenidades do Shehmaa, as santas convocações, que convocareis ao seu tempo determinado:

5- No mês primeiro, aos catorze do mês, pela tarde, é a páscoa do Shehmaa.

Por isso, o mês da primavera é o primeiro mês do ano.

Um mandamento especial requer manter o Mês da primavera – Devarim (Deuteronômio) 16: 1 no momento certo.

Devarim(Deuteronomio) 16:1

א שמור את חדש האביב ועשית פסח ליהוה אלהיך  כי בחדש האביב הוציאך יהוה אלהיך ממצרים–לילה

1- Guarda o mês de Abibe, e celebra a páscoa ao Shehmaa teu Eloowwen; porque no mês de Abibe o Shehmaa teu Eloowwen te tirou do Egito, de noite.

A primavera é o primeiro talo verde de trigo ou cevada. Seu crescimento antes do crescimento dos frutos é o sinal do começo da estação da primavera.

O mandamento é manter o mês da primavera em sua data de vencimento, porque todas as festas do ano são festivais agrícolas.

Portanto, salvar o mês da primavera corresponde ao início do crescimento das plantas da primavera.

Nossos sábios planejaram o ano civil de acordo com as estações do ano.

Os primeiros quatorze dias do mês são os dias do mês da primavera, na terra de Israel.

Portanto, o ano é entrelaçado uma vez a cada três anos, em média, adicionando um mês inteiro ao calendário para coincidir com o ano solar até o ano lunar, para que a nova primavera seja sempre na primavera.

Na véspera do primeiro dia do mês da Primavera, os samaritanos israelitas se reúnem nas sinagogas do Monte Gerizim e Holon para uma oração especial com um hino central em louvor do Mês da Primavera, como uma introdução à festa da Páscoa e da Páscoa. celebração do sacrifício.

No final da oração, os adoradores recitam as bênçãos um do outro na bênção do Ano Novo: “Todo ano você é bem-estar”.

As crianças vêm à sinagoga com velas decoradas com flores.

Após o serviço, uma refeição festiva é realizada em cada casa.

Este é um sinal da abertura do evento principal do ano.

Todos os dias dos primeiros quatorze dias do primeiro mês do ano, rezamos na sinagoga à noite e de manhã.

A alegria está crescendo nas casas dos israelitas samaritanos, em direção ao clímax dos eventos – o sacrifício da Páscoa.

A questão é por que os judeus marcam o Ano Novo no início do sétimo mês do ano hebraico, e não como a lógica dita – no primeiro mês do ano?

A origem da mudança é o começo do primeiro milênio EC, quando a polêmica entre os judeus israelitas e os samaritanos israelitas atingiu seu ápice às vezes com derramamento de sangue.

Naquela época, o judaísmo criou uma tendência a fazer regulamentações para diferenciar os judeus dos samaritanos israelitas.

Desde então, o judaísmo marcou o primeiro dia do ano hebraico, ao contrário de toda a lógica, no início do sétimo mês, Tishrey em seu calendário.

Cerca de dois meses antes da Páscoa, guardamos a farinha especial para assar o pão sem fermento. No décimo dia do primeiro mês, os samaritanos israelitas partem para os rebanhos de ovelhas e cabras nas proximidades do monte Gerizim e escolhem uma ovelha ou bode para sacrifício no primeiro décimo quarto dia do primeiro mês.

Eles examinam as ovelhas ou cabras, que são machos com até um ano de idade, sem ferida, pesando em média 35 kg.

As crianças e os meninos são encarregados de vigiar as ovelhas e os bodes, alimentando-os e regando-os, e principalmente evitando que sejam feridos.

No pátio do sacrifício no Monte Gerizim, a Páscoa deveria ser sacrificada apenas no Lugar Escolhido de Shemaa e em nenhum outro lugar.

Os preparativos começam para o sacrifício da Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês do ano.

Empilhando os troncos das oliveiras, porque a queima da oliveira é mais lenta que outras árvores e produz muito calor.

Os adoradores também trazem arbustos secos especiais. Eles são acesos pela primeira vez para que o fogo se agarre aos troncos e o calor suba em cada um dos fornos do sacrifício.

Cerca de cinco a seis horas antes do sacrifício, a ação já é evidente na área do altar, os fogos são acesos nas covas redondas e profundas, com cerca de três metros de profundidade, cujas paredes são pedras completas dispostas uma ao lado da outra.

Do lado dos fornos, os arbustos e os troncos são aquecidos até as nove da noite.

Cerca de meia hora antes do pôr do sol, todos os samaritanos israelitas estão em pé ao redor do altar, cavados no chão, na forma de um longo canal feito de pedras inteiras.

No seu final há um poço circular no qual é colocada uma rede de ferro, debaixo de um forte fogo queimando, queimando todas as partes proibidas das ovelhas e o restante da refeição no final do evento depois da meia-noite.

Quando a oração do sacrifício começa, um número de mulheres e homens passa entre os adoradores com pratos trançados, cheios de pedaços de pão sem fermento e ervas amargas distribuídas a cada adorador. Cada família compra um ou dois cordeiros de acordo com o tamanho da família.

As ovelhas e cabras são levadas ao altar da oração de abertura do sacrifício, os sacrificadores aguardam o Sumo Sacerdote que anuncia a abertura do sacrifício lendo o primeiro parágrafo do capítulo 12. no livro de Êxodo:

“E você deve salvar o sacrifício até o décimo quarto dia deste mês: e toda a congregação de Israel deve matá-lo entre os pores do sol”.

Shemlot (Êxodo) 12:1-2

א ויאמר יהוה אל משה ואל אהרן בארץ מצרים לאמר
ב החדש הזה לכם ראש חדשים  ראשון הוא לכם לחדשי השנה

1- E falou o SShehmaar a Mooshe e a Aharon na terra do Egito, dizendo:
2- Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.

Quando o Sumo Sacerdote diz a palavra “abatido”, eles rapidamente matam as ovelhas, checam se a matança foi bem feita, e então removem as peles das ovelhas, removem as partes proibidas e as entregam às crianças que se apressam a colocá-las no queimando altar.Eles limpar as ovelhas do lado de fora e dentro com água.

Cada cordeiro foi colocado em uma vara de madeira com cerca de 3 metros de comprimento.

Todos os bastões são colocados perto das covas por duas horas até que o sangue das ovelhas seja absorvido pelo sal.

Cada cordeiro é coberto com uma malha fina de metal para manter as partes internas, fígado, pulmões e coração dentro do corpo de ovelha.

A perna dianteira direita de cada ovelha é amarrada a cada cordeiro.

Todo o processo é acompanhado por um grande canto dos capítulos 12 a 15 – a história do Êxodo do Egito.

Os gritos de “Declaramos e dizemos que não há outro El apenas um” são cantados continuamente até que as ovelhas sejam mordidas nos galhos.

Devarim (Deuteronomio) 4:35

לה אתה הראת לדעת כי יהוה הוא האלהים  אין עוד מלבדו
 
35- A ti te foi mostrado para que soubesses que o Shehmaa é Elowwen; nenhum outro há senão ele.

Às nove horas da noite, os matadouros se reúnem perto dos poços bem aquecidos.

Colocando cerca de dez ovelhas em cada cova.

As pontas dos paus estão fora da superfície dos poços. os adoradores colocam uma pesada malha de ferro em cada cova, segurando as extremidades dos bastões para colocá-los no forno.

Coloque rapidamente um tecido molhado de Yuta nas extremidades dos gravetos. Na tela coloca rapidamente uma mistura de água, sujeira e arbustos.

O calor enorme dos poços faz com que a mistura seja uma peça que bloqueia a boca do poço, sufoca o fogo e as ovelhas estão assando do calor das pedras do poço e queimando brasas dos troncos no fundo de cada poço.

Os adoradores continuam sentados no canteiro cantando canções até que as ovelhas sejam retiradas do interior das covas à meia-noite. Eles removem qualquer cordeiro assado do bastão em uma grande tigela de madeira com alças para levar o cordeiro assado até as casas onde eles comerão o sacrifício.

Eles cantam uma canção especial sobre o Êxodo com grande entusiasmo.

O Sumo Sacerdote abençoa os sacrifícios.

A maioria leva da carne para comer em suas casas.

Poucas pessoas permanecem para comer no pátio dos altares.

O sacrifício da Páscoa é a execução perfeita do primeiro sacrifício feito pelos israelitas quando eles deixaram o Egito.

Eles comem o sacrifício apressadamente, porque os israelitas apressadamente sairam do Egito.

Eles têm o cuidado de não quebrar ossos da ovelha ou do bode enquanto comem o sacrifício.

Tudo o que resta de comer o sacrifício é trazido para o altar para queimá-lo até o início da manhã após o evento por volta das 2 da manhã.

A festa da Páscoa está então completa.

Se o sacrifício acontecer na sexta-feira, a oração e o sacrifício começam ao meio-dia e todo o processo é concluído até o pôr do sol, antes do início do sábado.

A carne restante é mantida no fundo da sinagoga até a noite de sábado e depois queimada no altar onde o fogo é aceso quando o sábado termina. Milhares de visitantes vêm de todo o mundo para assistir ao sacrifício.

Muitos deles seguem o processo do sacrifício com grande entusiasmo. Para muitos deles, é claro que este é o sacrifício original da Páscoa, que reconstrói o Êxodo do Egito.

Dezenas de jornalistas e fotógrafos fotografam o processo de sacrifício sob todos os ângulos.

Logo suas impressões digitadas e fotografias chegam às páginas dos jornais em todo o mundo e nas páginas da web.Benyamim TsedakaFoto:

Ori Orhof – 2011

Lição nº 38 – O ciclo de vida – Divórcio

O Divórcio05

O número de divórcios entre a comunidade israelita-samaritana é muito pequeno, no século 20 e no século 21, o número de divórcios é menor que o número dos dedos em ambas as mãos.

Um quadro semelhante foi visto nos séculos 18 e 19, quando a causa do divórcio era a incapacidade da mulher conceber, e então o homem divorciado se casaria com outra mulher de dentro da comunidade para lhe dar um sucessor.

Comparado com o tamanho da comunidade com 200 almas no século 18 e 810 almas no presente, o número de divórcios entre a comunidade israelita dos samaritanos não é pequeno.

A Torá estabelece vários motivos para o divórcio:

  1. A desonra de um dos cônjuges contra o seu cônjuge,
  2. O adultério de um dos cônjuges.

Desde que os samaritanos israelitas começaram a se casar com mulheres de fora da comunidade, uma terceira razão foi acrescentada:

3. O desajuste da mulher ao estilo de vida tradicional de seu marido.

Neste caso, a mulher de fora da comunidade não está disposta a aceitar o veredicto do Sumo Sacerdote, então o casal recorre à decisão do Tribunal de Paz do Governo.

Mas a maioria dos divórcios foi realizada pelo Sumo Sacerdote nos últimos séculos.

Às vezes ele decide em favor do marido divorciado e às vezes em favor do divorciado, geralmente pagando uma multa.

Às vezes, o alto valor da multa faz com que o casal se una e tente viver juntos novamente.

No final, o divórcio é uma questão que o israelita samaritano e a comunidade tentam evitar porque o divórcio tem um impacto sério no relacionamento intercomunitário, mesmo que o divórcio não viole os mandamentos da Torá.

Quando não há escolha, o processo de divórcio é realizado.

O casal que está prestes a se divorciar vem para o Sumo Sacerdote.

Eles apresentam suas acusações um contra o outro.

O Sumo Sacerdote exige que ambos voltem depois de um ano.

Eles devem tentar se reconciliar.

Às vezes, a proposta do Sumo Sacerdote os leva ao cancelamento da exigência de divórcio, mas geralmente não há reconciliação porque o assunto vem do controle do casal e passa para o controle de seus parentes, cuja intervenção impede a possibilidade de reconciliação.

O casal então retorna ao Sumo Sacerdote e o informa de sua forte vontade de se divorciar, porque todas as tentativas de reconciliação entre eles não produziram um resultado positivo.

O Sumo Sacerdote escreve o Escritura de Divórcio em um formato fixo, incluindo os nomes do homem divorciado e da divorciada.

A parte culpada no divórcio é determinada pelo Sumo Sacerdote.

O Sumo Sacerdote assina a Escritura de Divórcio que será entregue ao marido que a entrega à mulher.

O divórcio está então formalizado… para o desalento de muitos na comunidade israelita samaritana.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Inventaram a linhagem matrilinear

Foi dentro do judaísmo rabinico que se inventou a idéia da linhagem matrilinear judaica!

É comum a afirmação dentro dos bastidores judaicos de que Judeu é todo “filho de mãe judia ou mesmo todo aquele for que convertido ao judaísmo”.

Estabelecem isso como se fosse uma “FORMULA MAGICA” para determinar o atual Israel!

Mas o Eterno nunca afirmou isso em usa bendita Torá!

Sim…a Torá não confirma essa ideia de “linhagem matrilinear“!

Até mesmo o Talmud, no texto da Mishnah, dentro do tratado Kidushin 3:12, afirma que o filho de mãe gentia é como ela, ou seja, não judeu.

O Talmud (Kidushin 68b) chega a questionar como saber se esta lei se aplica a qualquer não-judeu, já que o versículo da Torá se refere a povos canaanitas, e ele mesmo responde, com base no próprio verso: “ele desviará teu filho de Mim (Deus)”, implicando que todos os que o fizerem estão incluídos.

Mesmo o a Torá e o talmud sendo contrários a ideia da matrilinealidade, a ortodoxia, contornou sua própria literatura talmudica e inventou um mandamento onde o judeu é tão somente o nascido de um ventre judeu!

Mas, reparem… essa idéia (ou invenção) rabinica é muito recente!

Foi em 1319, quando aldeias de judeus foram atacadas, ocorrendo ali muitos estupros, portanto trata-se de uma Halakhah (lei, mandamento) medieval!

Então os rabinos tiveram uma idéia… eles inventaram uma nova lei, um novo mandamento!

Sim…. exatamente isso… Esse foi um dos maiores erros cometidos contra a Torá!

Eles criaram uma Halakhah que não iria prejudicar a vida judaica dos BASTARDOS oriundos dos estupros ocorridos!

O judeu e historiador, Flávio Josefo afirmaou que o filho de casamentos mistos, ou seja, de casamentos de judeus e gentias estariam gerando algo como “meio-judeu”!

Filon de Alexandria segue mais a Torá ao afirmar que o filho do judeu com não-judeu é um “nothos” (bastardo), independente do ser o gentio o pai ou a mãe.

Foi por conta disso que os rabinos inventaram um mandamento!

Dessa forma eles não seriam excluidos, não seriam execrados pela comunidade, mas seriam agora tratados como um israelita, com todos os seus direitos.

Mas esse mandamento inventado por rabinos vai diretamente contra a Torá:

Devarim (Deut) 23:2

ב לא יבא פצוע דכא וכרות שפכה בקהל יהוה {ס}

2 – Nenhum bastardo entrará na congregação do Shehmaa; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa.

Foi pensando assim, que rabinos inventaram um mandamento, que embora se demonstre a clemencia humana, também demonstra como podem ser duramente desobedientes e obstinados ao desafiar o mandamento do Eterno escrito na Torá!

Pois de acordo com a Torá, o filho de estupro seria certamente expulso do convívio social dentro da Congregação de Israel.

Eles tentaram com isso preservar as pessoas e estabilizar uma situação terrível de estrupo.

Usam como desculpa para isso um texto da Torá… Deuteronômio 7:3,4 onde o Eterno ordena que, em Canaã, os homens não deverão se casar com mulheres gentias, de outros povos, para que seus filhos não se desviem, saindo do judaísmo; que o filho de moça israelita com gentio é judeu; já filho de judeu com gentia, não o é; o texto diz que será filho “dela”, isto é, não judeu.

Mas uma leitura mais apropriada do texto demonstra que a proibição de se unir a outros povos não era com relação a toda mulher estrangeira, mas sim com 10 povos especificamente.

Os 10 povos proibidos pelo próprio Eterno de se unir ao povo de Israel!

Esses povos hoje não mais existem, pois todos esses povos foram extintos ao longo da história…

Eis a lista:

  1. Cananeus
  2. Emoreus
  3. Hiteus
  4. Jebuseus
  5. Iveus
  6. Periseus
  7. Gigarseus
  8. Amonitas
  9. Moabitas
  10. Amalequitas

Vamos agora verificar isso tudo dentro da Torá!

A Torá prova isso, as 7 nações proibidas de se unir a Israel estão em Devarim 7

  • Heteus
  • Girgaseus
  • Amorreus
  • Cananeus
  • Perizeus
  • Heveus
  • Jebuseus

Os 7 povos proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 7:1-5

א כי יביאך יהוה אלהיך אל הארץ אשר אתה בא שמה לרשתה ונשל גוים רבים מפניך החתי והגרגשי והאמרי והכנעני והפרזי והחוי והיבוסי–שבעה גוים רבים ועצומים ממך
ב ונתנם יהוה אלהיך לפניך–והכיתם  החרם תחרים אתם לא תכרת להם ברית ולא תחנם
ג ולא תתחתן בם  בתך לא תתן לבנו ובתו לא תקח לבנך
ד כי יסיר את בנך מאחרי ועבדו אלהים אחרים וחרה אף יהוה בכם והשמידך מהר
ה כי אם כה תעשו להם–מזבחתיהם תתצו ומצבתם תשברו ואשירהם תגדעון ופסיליהם תשרפון באש
ו כי עם קדוש אתה ליהוה אלהיך  בך בחר יהוה אלהיך להיות לו לעם סגלה מכל העמים אשר על פני האדמה
ז לא מרבכם מכל העמים חשק יהוה בכם–ויבחר בכם  כי אתם המעט מכל העמים

1- Quando o Shehmaa teu Elowween te houver introduzido na terra, à qual vais para a possuir, e tiver lançado fora muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;

2- E o Shehmaa teu Elowween as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;

3- Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos;

4- Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Shehmaa se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria.

5- Porém assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas; e cortareis os seus bosques, e queimareis a fogo as suas imagens de escultura.

Não há para com esses povos (Já extintos) nenhum ato de misericórdia ou complacencia!

O 8º e 9º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 23:3 

ג לא יבא ממזר בקהל יהוה  גם דור עשירי לא יבא לו בקהל יהוה  {ס}

3- Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Shehmaa ; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa eternamente.

 

O 10º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 20:16-18

טז רק מערי העמים האלה אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה–לא תחיה כל נשמה
יז כי החרם תחרימם החתי והאמרי הכנעני והפרזי החוי והיבוסי–כאשר צוך יהוה אלהיך
יח למען אשר לא ילמדו אתכם לעשות ככל תועבתם אשר עשו לאלהיהם וחטאתם ליהוה אלהיכם  {ס}
 
16- Porém, das cidades destas nações, que o Shehmaa teu Elowween te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida.

17- Antes destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos perizeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o Shehmaa teu Elowween.

18- Para que não vos ensinem a fazer conforme a todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o Shehmaa vosso Elowween.

Quanto aos Amalequitas temos a seguinte ordem descrita na Torá!

Devarim(Deut) 25:17-19

יז זכור את אשר עשה לך עמלק בדרך בצאתכם ממצרים
יח אשר קרך בדרך ויזנב בך כל הנחשלים אחריך–ואתה עיף ויגע ולא ירא אלהים
יט והיה בהניח יהוה אלהיך לך מכל איביך מסביב בארץ אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה לרשתה–תמחה את זכר עמלק מתחת השמים לא תשכח  {פ}

17-  Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito;

18- Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a Shehmaa .

19-8- Será, pois, que, quando o Shehmaa teu Elowween te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Shehmaa teu Elowween te dá por herança, para possuí-la, então apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças.

De acordo com a Torá, a linhagem de Israel é sempre patrilinear!

Podemos ver através da Torá que a linhagem sempre foi patrilinear!

Veja a prova disso!

Bamidbar (Números) 1:44-46

מד אלה הפקדים אשר פקד משה ואהרן ונשיאי ישראל–שנים עשר איש איש אחד לבית אבתיו היו
מה ויהיו כל פקודי בני ישראל לבית אבתם מבן עשרים שנה ומעלה כל יצא צבא בישראל
מו ויהיו כל הפקדים–שש מאות אלף ושלשת אלפים וחמש מאות וחמשים

44- Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, doze homens, cada um era pela casa de seus pais.

45- Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel;

46- Todos os contados eram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

A prática patrilinear já era comum na região do Oriente Médio, mesmo antes da Tora ser entregue!

Veja:

Bereshit (Gên) 34:8-10

ח וידבר חמור אתם לאמר שכם בני חשקה נפשו בבתכם–תנו נא אתה לו לאשה
ט והתחתנו אתנו בנתיכם תתנו לנו ואת בנתינו תקחו לכם
י ואתנו תשבו והארץ תהיה לפניכם–שבו וסחרוה והאחזו בה

8 – Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de Siquém, meu filho, está enamorada da vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher;

9- E aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas, e tomai as nossas filhas para vós;

10- E habitareis conosco; e a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e tomai possessão nela.

Fica muito claro a Patrilinealidade na Torá!

Mas e a Matrilinealidade ?

Onde está na Torá ?

Isso simplesmente não existe na Torá!

Trata-se apenas de mais um mandamento rabinico seguido hoje dentro do judaismo, mas sem fundamento dentro da Torá.

Lição nº 33 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Louvar = Reboowwaan רבואן

  1. A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:
    1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
    2. Orações = Seloowwaan צלואן
    3. Cantar = Shiraan שיראן
    4. Louvor = Reboowwaan רבואן
    5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

     

Louvar = Reboowwaan רבואן

O louvor = Reboowwaan רבואן  faz parte das práticas mais antigas do culto israelita-samaritano.

Marqeh, o maior sábio da literatura samaritana que viveu durante o quarto século EC, escreveu no início da última estrofe de seu grande poema “Aadek ‘Ahleenaan Maaraan” אדיק עלינן מרן  estas palavras:

“Taashbahn Urehboowaan Neemaar” תשבחן ורבואן נימר

Mencionando as glórias dos grupos e elogiando a estrutura do culto na sinagoga e fora dela durante as três peregrinações do ano ao topo do Monte Gerizim.

Os louvores, principalmente, escoltam o rolo da Santa Torá em seu caso, mantido pelo padre cantor quando ele se move do altar da oração para o meio do salão da sinagoga;

Quando ele retorna para o altar segurando a Torá todo o caminho segurando-o enquanto todos os adoradores cantam em voz alta louvando a Santa Torá.

Ali no altar e no meio do “Anel” de adoradores, o patriarca segurando o estojo de pergaminho bem alto na frente dos adoradores, escondendo seus rostos por alguns segundos do medo da Torá, cantando louvores à Torá, o livro. de Shehmaa.

Esses elogios são divididos em grupos, cada grupo escoltando os diferentes movimentos do patriarca cantor com a caixa de pergaminho na mão. Um grupo quando ele se move para frente e para trás.

Outro grupo de louvores quando ele está no altar e outro grupo quando ele está no meio do salão da sinagoga.

Os adoradores que recebem a Torá escondendo seus rostos primeiro e dizendo:

Este é o grande livro que seu direito é verdadeiro nele; Este é o visionado de Ela que criou o mundo ele mesmo.

Todos nós agradecemos a Ele somente aquilo que nos entregou diretamente a nossas vidas = אהנו כתבה רבה דכל זכותה קשטה לגוה, אהן הוא דמעמי מן אלה דאנדה עלמה לחודה; כהלן נודה ליחידאו דיהבה קוממו לחיינן ” .

A mesma série de elogios que acompanham a Torá realizada nas mãos do patriarca cantor quando ele se move levando os peregrinos no caminho da sinagoga principal até o topo do Monte Gerizim, sem interrupção no canto.

O patriarca cantor vai de uma estação para outra, todas as sete estações concedendo bênçãos a todos.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Fotografado por: Ori Orhof

Lição nº 31 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Orações = Seloowwaan צלואן

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Cantar = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן 

Orações = Seloowwaan צלואן

A Oração é uma prática muito antiga mesmo antes da entrega da Torá no Monte Sinai.

Abraão orou a Eloowwem.

Yehsaaq orou no campo.

Yaahqob pediu a Shehmaa que o salvasse de seu irmão.

Mooshe orou para salvar o faraó.

Desde o início houve a oração de qualquer pessoa ao seu Criador e aos anjos enviados por Ele.

Depois que os ensinamentos e mandamentos foram dados a Mooshe, que os colocou por escrito, juntamente com o estabelecimento do Tabernáculo no deserto do Sinai, onde os sacerdotes, os filhos de Aharon e seu pai, ofereciam os sacrifícios.

Os israelitas continuaram a rezar a sua Shehmaa.

Mas quando o Tabernáculo desapareceu em uma das cavernas do Monte Gerizim, no ano 260 desde a entrada do Povo de Israel em sua terra de herança, e os sacrifícios foram cancelados, com exceção do sacrifício da Páscoa, que precedeu o estabelecimento do Tabernáculo.

Os sumo sacerdotes dos israelitas samaritanos estavam preparados para substituir os sacrifícios por orações.

Nossos Sábios determinaram que:

צלותינו תחת קרבנינו = as nossas orações substituem nosso Sacrifício.

Nosso maior sábio Marqeh do quarto século na era comum apontou versos da Torá, que são orações que asseguram a cura completa.

Segundo ele em sua sabedoria o Rabban Abishah ben Phinhas ben Yoosef escreveu em um hino que a oração foi fundada pelos הכהנים הגדולים ארשינו = Os Sumos Sacerdotes, nossos antepassados.

Seu irmão, o sumo sacerdote Elaazaar ben Phinhas, escreveu um grande ensaio sobre a oração e seus fundamentos.

Assim, os primeiros sábios instalaram as primeiras orações ao longo dos tempos.

Em geral, a oração era principalmente leitura da Torá.

Todo Shabat eles leem toda a Torá.

O processo de conectar orações começou, culminando no quarto século da era comum.

Os Sumos Sacerdotes e sábios nos séculos seguintes começaram a combinar orações e súplicas, e algumas leituras da Torá continuaram até que as orações retomassem a grande porção da adoração.

Os sábios do século XIV prepararam o sistema de oração que é praticado até hoje e é uma combinação de versos da Torá e muitos poemas e hinos.

Eles criam conteúdo para orações matutinas e vespertinas, orações de Shabat, feriados e festivais, para as ocasiões felizes e tristes.

No século XVIII, conteúdo e poemas foram acrescentados às orações dos primeiros catorze dias do mês da primavera.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 32 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – O Canto (Shiran) = Sheeran

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Canto = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

Canto = Shiraan שיראן

Quando os israelitas estavam no mar de cana e cantavam;

Quando Mooshe esteve diante dos Filhos de Israel e ensinou aos Israelitas a grande canção antes de sua morte, as fundações da poesia israelita samaritana foram postas em suas orações na sinagoga e durante as três peregrinações anuais ao Monte Gerizim.

Essas duas poesias, no mar e antes da morte de Mooshe, são as antigas canções do povo de Israel.

O canto das passagens da Torá tornou-se parte integrante da agenda ritual.

Durante o período helenístico, os samaritanos começaram a escrever canções para o ritual, além das canções da Torá.

Então os sumos sacerdotes e os sábios dos samaritanos se reuniram e decidiram colocar pesos poéticos para a performance do canto em adoração.

As fontes escritas dizem que foi decidido definir os pesos das músicas com base em quatro e cinco sílabas.

De todas as obras antigas do primeiro milênio antes da era comum, restam apenas algumas linhas encontradas na literatura samaritana em grego.

O mais antigo poeta conhecido é Klaudamus Melchus, que escreveu poemas em grego em louvor ao Monte Gerizim.

A poesia mais antiga que conhecemos na literatura israelita samaritana são os poemas do sábio Sacerdote Amram ben Sarad, Yehoshua ben Barak ben Éden e nosso maior sábio Marqeh do terceiro e quarto séculos Era Comum.

Sua obra “Tibat Marqeh” תיבת מרקה, contendo as letras do alfabeto, contém passagens em nome de Qatziran, poemas curtos como o número da Alef-Beth, quatro linhas em cada uma das 22 estrofes, como seu pai “Amramfez antes dele.

Todas as velhas canções conhecidas por nós foram escritas em aramaico em um dialeto samaritano, que era a linguagem cotidiana do terceiro ao sexto século da Era Comum.

Todas as antigas canções aramaicas usadas na oração eram uma coleção chamada “Sheraan” שיראן e o livro no qual foi coletada chamado “Daftar” דפתר – o livro básico dos antigos hinos dos israelitas samaritanos.

Estas canções com as passagens poéticas da Torá e poemas e obras compostas em hebraico e um dialeto combinado de hebraico e aramaico no início do segundo milênio Era Comum são o “Shiran” שיראן – uma base central nas orações dos samaritanos israelitas.

Nossos antigos sábios preservaram as melodias das canções da Torá e as canções compostas em aramaico e os poemas da primeira metade do segundo milênio Era Comum.

Os nomes dos compositores são desconhecidos, exceto os dois que compunham a maioria das melodias: Maattanaah Yehsaaq b. Abraá do oitavo século EC, e o do século 14, o Sacerdote ’Abed Ela b. Shalmaah

Eu aprendi com um dos cantores mais proeminentes da poesia israelita samaritana, meu pai Ratson b. Binyaamem Tsedaka que a contagem das melodias no ritual samaritano é o número de passagens na Torá que é 963.

Cada nova música escrita hoje é adaptada a uma das melodias conhecidas.

Como na Torá não há acréscimos nem subtrações do texto, assim também na poesia samaritana nenhuma nova melodia foi composta sobre o número de melodias que permaneceram constantes nos últimos oitocentos anos.

Na coleção, a Biblioteca Nacional em Jerusalém, Ratson Tsedaka, registrou 400 horas de canções e orações, que ele aprendeu com os sacerdotes em sua cidade natal, Nablus.

Ele trouxe consigo outros cantores das comunidades de Nablus e Holon,

Todas essas músicas são acessíveis no site da Biblioteca Nacional.

Nas coleções da fonoteca nacional em Jerusalém também há gravações de sacerdotes dos israelitas samaritanos desde o início do século XX. Canções para oração e canções de alegria e luto por eventos na vida da comunidade.

As canções foram nomeadas por vários nomes na poesia israelita samaritana como Durraan = דוראן e Marqeh = מרקה, Kaayaamee = כימי, Shabba’oo = שבחו, Shireh = שירה, Dikkor = דכור, Maaraan = מרן, Malliphot = מליפוט e Aqraa ‘ oo = אקראו etc, cada um dos tipos de canto em seu lugar constante na oração, que não mudou nos últimos oitocentos anos.

O conjunto da canção é uma vida que sempre se abre para poemas adicionais compostos pelos israelitas samaritanos em todas as gerações.

Cada nova edição do livro de orações israelitas samaritanas contém as novas composições escritas entre os tempos das edições.

Benyimim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Fotografado por: Ori Orhof

Lição nº 30 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Canto = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

 

A Leituras ou leitura sagrada  Maqrahn ou Qariaan [מקראן, קריאן];

Significa principalmente leitura da Lei [A Torá].

Esta parte é a primeira a todos os primeiros e parte integrante da identidade israelita.

Ninguém poderia ser identificado como israelita sem aprender completamente a Torá.

Ele / ela começa a ler a Torá em Hebraico Antigo e a pronúncia desde os cinco anos de idade.

Toda criança vai a cada dia a um professor samaritano israelita, homem ou mulher, por meia hora por dia para estudar a leitura da Torá de Mooshe.

Primeiro, a criancinha aprende os caracteres do hebraico antigo, depois aprende palavras de dois caracteres, depois palavras de três caracteres, depois quatro caracteres, etc.

Em seguida vem o aprendizado de versos curtos, depois de versos longos e depois de versos = Passagem = Qissaah קצה

  • Gênesis é dividido em 250 passagens em 18 partes;
  • Êxodo dividido em 200 passagens em 9 partes;
  • Levítico dividido em 135 passagens em 8 partes;
  • Números divididos em 218 passagens em 8 partes
  • Deuteronômio dividido em 160 passagens em 9 partes.

A Torá inteira dividiu em 963 passagens em 52 porções.

A leitura das porções da Torá começa no sábado após Sucot e termina no sábado antes de Sucot.

Quando uma criança conclui a leitura da Torá pela primeira vez, ele pode ler sua passagem como outros adoradores na leitura semanal de cada porção depois das orações da manhã de sábado por volta das 6 da manhã.

Para permitir que qualquer pessoa leia sua passagem na porção, os adoradores se dividiram em pequenos grupos para ler a porção da casa da pessoa mais velha do grupo.

Para estar preparado para a leitura, possivelmente, sem erro, cada criança aprende a leitura na sexta-feira de seus próprios pais.

Ler versículos ou passagens ou livros inteiros da Torá é parte integrante da adoração semanal e da oração diária duas vezes ao dia, ao amanhecer e à noite.

A LEITURA SAGRADA

A forma mais antiga de ler a Torá em orações chamadas Pegando – Qaataaf [קטף].

Pegando versos dos livros da Torá em torno de assuntos comuns:

  • Sábado,
  • Festivais,
  • Adão,
  • Naah,
  • Os Três Antepassados, Yoosef, Mooshe, Aarron e seus filhos e seus netos Phinhas, Yehoosha e Keelaab,
  • Memória,
  • Ordem,
  • a nuvem sagrada,
  • doação,
  • dízimo,
  • perdoar,
  • expiar,
  • ”Primeiro” para o primeiro mês,
  • “segundo” para o segundo mês,
  • “sétimo” para o sétimo mês, etc.

Em cada festival há uma passagem especial dedicada pela Torá para ser lida pelo sacerdote mais velho entre os adoradores.

É a leitura sagrada = Maqra Qaadesh – מקרא קדש.

Aprender a leitura e as orações também continua até os 15 anos, diariamente.

Orações na sinagoga são a melhor escola da leitura da Torá.

A Torá é lida inteira na Sinagoga nos dias:

  • Da Assembleia Solene.
  • No 46º dia da Contagem do Omer.
  • No Dia da Expiação.
  • E sobre a cabeça dos mortos antes do corpo ser enterrado.

Muitos gostam de ler o número de porções da Torá em particular, em casa, semanalmente antes e depois da oração do Sábado.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm


Fotos: Ensinando a leitura da Torá.

Lição nº 29 – A Casa de Maarheeb

A quarta casa dos quatro na comunidade israelita samaritana hoje é Maarheeb = o corajoso, da tribo Ifrem.

A origem da casa é de três lugares:

  1. Damasco.
  2. Saraphand perto de Ramleh.
  3. Gaza.

Os sobreviventes escaparam para Nablus nos séculos XVI e XVII e desde então se estabeleceram lá.

No século 17, havia duas personalidades proeminentes Maarheeb b. Yaaqob ”o Grande” e seus filhos Abraahm e Yehoosha.

A família depois dividiu-se em duas famílias.

Os filhos de Abraão b. Maarheeb chamou Maarheeb depois que o pai da casa e os Filhos de Yehoosha b. Maarheeb foram chamados pelo nome dele.

Durante a metade seguinte do século 20, parte da família Marheeb e toda a família Yehoosha, exceto uma pessoa solteira, foi para Jaffa e depois para Holon.

Pequeno número permaneceu em Nablus e mudou-se, eventualmente, para Kiriat Luza no Monte Gerizim em 1998. família como cada Samaritano de Holon as famílias Maarheeb e Yehoosha construíram suas casas de verão no Monte Gerizim para ficar durante as festas e ocasiões pessoais,

Foram personalidades proeminentes e criativas da família Maarheeb:

  • O sábio ‘Abed-Ela b. Yusef em Damasco na próxima metade da história 16 que rejeitou ser o sucessor do Jusdge Abraahm b. Yusef ElQabbasee;
  • Maarheeb b. Yaaqob ”o Grande“, poeta e escritor de muitas cartas a eruditos europeus no século XVII;
  • Yooseph b. Yehoosha o poeta no século 18.
  • Abraahm b. Yaasheeshaakaar (de 1922 a 1989), editor de livros de orações, poeta e comentarista da Torá.


Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Foto: Abraahm b. Yaasheeshaakaar [1922-1989], poeta e comentarista da Torá.

Lição nº 28 – A Casa Tsedaka Hassafaaree

A terceira família dos quatro é Tsedaka Hassaafaaree.

Seus antepassados ​​nunca deixaram Shechem (hoje chamado Nablus) desde que Yehoosha Ben Nun (Josué filho de Num) que liderou os filhos de Israel na terra prometida no século 17 antes da era comum.

Em primeiro lugar, o Hogar chamou Baanee Maanaashe e tinha filiais em Siquém e Damasco.

Baanee Maanaashe dividiu-se em muitas famílias / famílias até o século 14 na era comum.

Saafaar b. Yaaqob de dentro da casa e todos os seus sucessores chamaram após o nome Hassaafaaree até o presente ou الصباحي em árabe.

A partir do início do século 20, quando a Casa foi dividida entre Nablus e Jaffa, seus membros adotaram o nome de família Tsedaka após um de seus antepassados ​​que morava em Nablus na primeira metade do século 18.

Em 1905 depois de duas tentativas fracassadas Abraahm b. Maarheeb Tsedaka conseguiu se estabelecer em Jaffa com sua esposa e seis filhos e duas filhas.

Em 1907 veio morar em sua casa grande em Jaffa, o jovem judeu russo Yitzhaq Ben-Zvi que depois mudou a história dos samaritanos para uma posição positiva.

Yefet, o quarto de Abraahm, foi o primeiro a se casar com uma jovem judia Rússa depois de um período de 2000 anos em casamentos entre samaritanos e judeus.

Depois que seu pai morreu em 1928, Yefet tornou-se líder e chefe da comunidade fora de Nablus, e com fecundo vínculo com Yitzhaq Ben Zvi, que se tornou o segundo presidente do Estado de Israel em 1952, ambos conseguiram construir o centro da vida do samaritano em Holon em 1955 e a bênção da primeira sinagoga samaritana em 1963 em Holon, Israel.

A maioria dos domicílios de Tsedaka vive dentro da comunidade em Holon, Israel e uma minoria deles se mudou em 1998 de Nablus para o bairro de Kiriat Luza no Monte Gerizim.

Como o resto da comunidade, todas as famílias Tsedaka também têm uma casa de verão em Monte Gerizim para morar lá durante os principais festivais.

Personalidades proeminentes da Casa Tsedaka:

  • Abraahm b. Maarheeb b. Yaaqob (de 1852 a 1928) que compôs mais de 1000 poemas, comentários, trabalho de história e provérbios;
  • Seu filho Yefet (de 1894 a 1982), o Chefe da Comunidade em Israel;
  • Raason b. Binyaamem b. Shaalah (de 1922 a 1990), que publicou mais de 30 livros da herança samaritana, mais de 800 poemas e provérbios, professor de muitos estudos samaritanos e excelente testemunho da poesia samaritana;
  • Batia b. Yefet b. Abraahm (de 1925 a 2010), professor e diretor de escolas públicas do distrito de Dan e professor da leitura da Torá para crianças e mulheres da comunidade
  • Aryaah b. Zakkaay b, Aryaah (de 1927 a 1994) que compôs 300 poemas;
  • Yishraael b. Gaamlee’el (de 1932 a 2010), que publicou mais de 10 livros do Samaritan Heritage e um pequeno número de poemas.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Imagem: Yefet B. Abraahm Tsedaka