A mentira da miscigenação

Quanto à ideia de que os samaritanos são de raça mista e não de Israel.

Muitos não param para pensar sobre a rivalidade que ocorreu entre as duas nações dos reinos de Israel e Judá.

A principal diferença entre as nações eram os dois lugares usados como centro  de adoração.

Como todos já sabem, o reino de Israel adora o Criador no Har (monte) Gerizim em vez de adorar em Jerusalém.

Mas existem  outras diferenças além do lugar de adoração que diferem entre as duas linhas religiosas e que devem ser explicadas.

Essa inimizade entre eles terminaria segundo os judeus, se o samaritano-israelita renunciasse ao Monte Gerizim e aceitasse a
Jerusalém e a ressurreição dos mortos.

Então os judeus os aceitariam como prosélitos (convertidos).

Naturalmente, o Samaritano-Israelita ainda adora no monte Gerizim hoje como seus ancestrais o fizeram desde quando entraram na terra prometida.

O local de adoração no Monte Gerizim foi o centro de adoração dos Israelitas por mais de trezentos e cinquenta anos desde a época da entrada de Israel na terra prometida e pelos judeus que era contra as tribos do norte motivo de incitamento e desafios.

Levantaram as questões mais absurdas, como alegar que Israelitas teriam um sacerdócio ilegítimo servindo a deuses falsos no reino do norte de Israel.

Algumas pessoas do reino do norte aceitaram Jerusalém, levando ali seus sacrifícios, como não havia mais sacrifícios sendo feitos em Siquém (Gerizim), exceto a Páscoa, após Israel ser dividido em duas dois reinos.

A inimizade entre os dois reinos foi uma questão importante que levou à guerra entre as tribos de Israel.

A agressão foi desenvolvida pelo reino de Judá que mantinha a disputa em relação ao povo.

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John W. Nutt escreve:

‘o nome de Kuthim foi maliciosamente fixado contra eles pelos judeus, a fim de roubar a sua verdadeira designação de israelitas.’

Os principais homens na Judeia tentaram contrariar quanto ao local de adoração e o sacerdócio no norte através de mentiras e muita falsidade.

Para piorar as coisas foi a interferência da deportação e importação do povo por Shalmaneser, rei da Assíria.

Houve uma transferência de apenas uma pequena quantidade de pessoas pelo rei da Assíria em 722, quando ele conquistou a terra.

Segundo os anais de Sargon lido em suas inscrições, havia 27.290 pessoas capturadas para o leste.

Entretanto naquela época menos de 60.000 pessoas permaneceram no reino do Norte.

Nos anos que se seguiram, a população era de mais de um milhão.

Depois disso, por causa de um pequeno grupo da população importada para a terra de Samaria, o reino da Judeia afirmou que todos os samaritanos eram “povos estrangeiros”, chamando-os de “Kuthim.”
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Além disso, o erudito israelita-samaritano Israel Tsedaka falou no terceiro dia do quinto congresso, dos estudos samaritanos, em Helsínquia, na Finlândia, em agosto de 2000:

“Segundo II Reis podemos ler a destruição de Samaria quando o povo do reino de Israel foram enviados para o exílio e substituído por estrangeiros, o autor de II Crônicas capítulo 30 nos diz sobre os ‘enviados‘ pelo rei Ezequias, que tinha testemunhado a destruição de Samaria e consequente exílio.

Estes ‘enviados‘ de cidade em cidade na terra de Efraim e Manassés, em uma tentativa de convencer os israelitas em peregrinar à Jerusalém.

A frase ‘de cidade em cidade‘ nos diz que a maioria do povo permaneceu em Samaria.

Além disso, apesar de sua posição política difícil, sem um rei, eles rejeitaram o apelo de Ezequias, quando ele lhes diz:

‘Agora, não sejam duros como seus pais’.

‘Ele riu com desprezo e zombou deles’.

Aqui deve-se notar como Rabi Levison de Gershon (Ralbarg) interpreta a referência ao Exílio em II Reis 17:34.

Ele escreve:

‘Os restantes são Israel, uma vez que nem todos foram exilados, como se vê na história dos enviados de Ezequias enviados ao resto de Israel’.

Um outro ponto principal em II crônicas 30 é a humilhação dos israelitas que moram na parte norte do país, e sua chegada em Jerusalém.

Aqui vemos que os israelitas que se humilharam e vieram a Jerusalém são considerados judeus apropriados, enquanto que os israelitas que rejeitaram o apelo do rei Ezequias e permaneceram leais ao centro religioso mais antigo de Israel são chamados estrangeiros, cuthitas, nativos, etc.

E de fato, o texto no tratado talmúdico referente aos cuthita termina com decisão:

‘Quando se pode reconhecer os samaritanos como judeus? Uma vez que eles rejeitaram o Monte Gerizim’.

O Antigo Testamento escrito pelos judeus da Bíblia apresenta apenas um lado da história.

Escrever que o povo do norte não seguiu a Torá que foi dada por Mooshe é simplesmente inaceitável.

No entanto, os escritos samaritanos nos dizem algo muito diferente.

Se os fatos fossem realmente como foi escrito em II Reis, os Israelitas-Samaritanos não teriam uma Torah para viver hoje.

Este Ideia pode trazer à luz em Judah dos habitantes que foram colocados no Terra por Shalmaneser que comprou seus deuses estranhos com eles.

Mas para dar a uma região inteira esta reivindicação seria como dizer que toda a América é composta por estrangeiros italianos!

A América recebeu estrangeiros italianos, mas nem por isso podemos considerar que toda a América seja composta por italianos!

No segundo século R. Simon b. Gamaliel (cerca de 165), o pai de Juda ha-Nasi, editor da Mishna, disse:

‘Em todo mandamento que os samaritanos guardam, são mais escrupulosos ao cumprir (na sua observação) do que Israel.’

Nesta declaração, R. Simon b. Gamaliel está falando ‘Israel‘ para indicar ‘Judá‘.

Os Israelitas Samaritanos ainda hoje têm registros escritos de seus antepassados ​​confirmando que eles são dos filhos de Jacob.

Outra grande mentira é afirmar a falsa ideia de que os samaritanos não têm Sacerdotes dos filhos de Arão.

Israelitas Samaritanos não pretendem ter um Sumo Sacerdote dos filhos de Eleazar, mas somente Itamar, ambos filhos de Aharon, Sumo Sacerdote, e irmão de Mooshe.

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Vejamos agora às Provas Genéticas:

Quanta mentira tem sido propagada a respeito dos israelitas Samaritanos.

Acusam de serem um povo misturado, uma raça mista com os Assirios… mas recentes exames de DNA comprovaram exatamente o contrário!

Vejam as provas cientificas que testemunham que os Israelitas Samaritanos não são um povo misto, mas são os verdadeiros “Bnei Israel”, FILHOS DE ISRAEL.

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Estudos referentes ao DNA dos Israelitas Samaritanos disponíveis  através dos links abaixo:

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