Inventaram a linhagem matrilinear

Foi dentro do judaísmo rabinico que se inventou a idéia da linhagem matrilinear judaica!

É comum a afirmação dentro dos bastidores judaicos de que Judeu é todo “filho de mãe judia ou mesmo todo aquele for que convertido ao judaísmo”.

Estabelecem isso como se fosse uma “FORMULA MAGICA” para determinar o atual Israel!

Mas o Eterno nunca afirmou isso em usa bendita Torá!

Sim…a Torá não confirma essa ideia de “linhagem matrilinear“!

Até mesmo o Talmud, no texto da Mishnah, dentro do tratado Kidushin 3:12, afirma que o filho de mãe gentia é como ela, ou seja, não judeu.

O Talmud (Kidushin 68b) chega a questionar como saber se esta lei se aplica a qualquer não-judeu, já que o versículo da Torá se refere a povos canaanitas, e ele mesmo responde, com base no próprio verso: “ele desviará teu filho de Mim (Deus)”, implicando que todos os que o fizerem estão incluídos.

Mesmo o a Torá e o talmud sendo contrários a ideia da matrilinealidade, a ortodoxia, contornou sua própria literatura talmudica e inventou um mandamento onde o judeu é tão somente o nascido de um ventre judeu!

Mas, reparem… essa idéia (ou invenção) rabinica é muito recente!

Foi em 1319, quando aldeias de judeus foram atacadas, ocorrendo ali muitos estupros, portanto trata-se de uma Halakhah (lei, mandamento) medieval!

Então os rabinos tiveram uma idéia… eles inventaram uma nova lei, um novo mandamento!

Sim…. exatamente isso… Esse foi um dos maiores erros cometidos contra a Torá!

Eles criaram uma Halakhah que não iria prejudicar a vida judaica dos BASTARDOS oriundos dos estupros ocorridos!

O judeu e historiador, Flávio Josefo afirmaou que o filho de casamentos mistos, ou seja, de casamentos de judeus e gentias estariam gerando algo como “meio-judeu”!

Filon de Alexandria segue mais a Torá ao afirmar que o filho do judeu com não-judeu é um “nothos” (bastardo), independente do ser o gentio o pai ou a mãe.

Foi por conta disso que os rabinos inventaram um mandamento!

Dessa forma eles não seriam excluidos, não seriam execrados pela comunidade, mas seriam agora tratados como um israelita, com todos os seus direitos.

Mas esse mandamento inventado por rabinos vai diretamente contra a Torá:

Devarim (Deut) 23:2

ב לא יבא פצוע דכא וכרות שפכה בקהל יהוה {ס}

2 – Nenhum bastardo entrará na congregação do Shehmaa; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa.

Foi pensando assim, que rabinos inventaram um mandamento, que embora se demonstre a clemencia humana, também demonstra como podem ser duramente desobedientes e obstinados ao desafiar o mandamento do Eterno escrito na Torá!

Pois de acordo com a Torá, o filho de estupro seria certamente expulso do convívio social dentro da Congregação de Israel.

Eles tentaram com isso preservar as pessoas e estabilizar uma situação terrível de estrupo.

Usam como desculpa para isso um texto da Torá… Deuteronômio 7:3,4 onde o Eterno ordena que, em Canaã, os homens não deverão se casar com mulheres gentias, de outros povos, para que seus filhos não se desviem, saindo do judaísmo; que o filho de moça israelita com gentio é judeu; já filho de judeu com gentia, não o é; o texto diz que será filho “dela”, isto é, não judeu.

Mas uma leitura mais apropriada do texto demonstra que a proibição de se unir a outros povos não era com relação a toda mulher estrangeira, mas sim com 10 povos especificamente.

Os 10 povos proibidos pelo próprio Eterno de se unir ao povo de Israel!

Esses povos hoje não mais existem, pois todos esses povos foram extintos ao longo da história…

Eis a lista:

  1. Cananeus
  2. Emoreus
  3. Hiteus
  4. Jebuseus
  5. Iveus
  6. Periseus
  7. Gigarseus
  8. Amonitas
  9. Moabitas
  10. Amalequitas

Vamos agora verificar isso tudo dentro da Torá!

A Torá prova isso, as 7 nações proibidas de se unir a Israel estão em Devarim 7

  • Heteus
  • Girgaseus
  • Amorreus
  • Cananeus
  • Perizeus
  • Heveus
  • Jebuseus

Os 7 povos proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 7:1-5

א כי יביאך יהוה אלהיך אל הארץ אשר אתה בא שמה לרשתה ונשל גוים רבים מפניך החתי והגרגשי והאמרי והכנעני והפרזי והחוי והיבוסי–שבעה גוים רבים ועצומים ממך
ב ונתנם יהוה אלהיך לפניך–והכיתם  החרם תחרים אתם לא תכרת להם ברית ולא תחנם
ג ולא תתחתן בם  בתך לא תתן לבנו ובתו לא תקח לבנך
ד כי יסיר את בנך מאחרי ועבדו אלהים אחרים וחרה אף יהוה בכם והשמידך מהר
ה כי אם כה תעשו להם–מזבחתיהם תתצו ומצבתם תשברו ואשירהם תגדעון ופסיליהם תשרפון באש
ו כי עם קדוש אתה ליהוה אלהיך  בך בחר יהוה אלהיך להיות לו לעם סגלה מכל העמים אשר על פני האדמה
ז לא מרבכם מכל העמים חשק יהוה בכם–ויבחר בכם  כי אתם המעט מכל העמים

1- Quando o Shehmaa teu Elowween te houver introduzido na terra, à qual vais para a possuir, e tiver lançado fora muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;

2- E o Shehmaa teu Elowween as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;

3- Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos;

4- Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Shehmaa se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria.

5- Porém assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas; e cortareis os seus bosques, e queimareis a fogo as suas imagens de escultura.

Não há para com esses povos (Já extintos) nenhum ato de misericórdia ou complacencia!

O 8º e 9º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 23:3 

ג לא יבא ממזר בקהל יהוה  גם דור עשירי לא יבא לו בקהל יהוה  {ס}

3- Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Shehmaa ; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa eternamente.

 

O 10º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 20:16-18

טז רק מערי העמים האלה אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה–לא תחיה כל נשמה
יז כי החרם תחרימם החתי והאמרי הכנעני והפרזי החוי והיבוסי–כאשר צוך יהוה אלהיך
יח למען אשר לא ילמדו אתכם לעשות ככל תועבתם אשר עשו לאלהיהם וחטאתם ליהוה אלהיכם  {ס}
 
16- Porém, das cidades destas nações, que o Shehmaa teu Elowween te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida.

17- Antes destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos perizeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o Shehmaa teu Elowween.

18- Para que não vos ensinem a fazer conforme a todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o Shehmaa vosso Elowween.

Quanto aos Amalequitas temos a seguinte ordem descrita na Torá!

Devarim(Deut) 25:17-19

יז זכור את אשר עשה לך עמלק בדרך בצאתכם ממצרים
יח אשר קרך בדרך ויזנב בך כל הנחשלים אחריך–ואתה עיף ויגע ולא ירא אלהים
יט והיה בהניח יהוה אלהיך לך מכל איביך מסביב בארץ אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה לרשתה–תמחה את זכר עמלק מתחת השמים לא תשכח  {פ}

17-  Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito;

18- Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a Shehmaa .

19-8- Será, pois, que, quando o Shehmaa teu Elowween te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Shehmaa teu Elowween te dá por herança, para possuí-la, então apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças.

De acordo com a Torá, a linhagem de Israel é sempre patrilinear!

Podemos ver através da Torá que a linhagem sempre foi patrilinear!

Veja a prova disso!

Bamidbar (Números) 1:44-46

מד אלה הפקדים אשר פקד משה ואהרן ונשיאי ישראל–שנים עשר איש איש אחד לבית אבתיו היו
מה ויהיו כל פקודי בני ישראל לבית אבתם מבן עשרים שנה ומעלה כל יצא צבא בישראל
מו ויהיו כל הפקדים–שש מאות אלף ושלשת אלפים וחמש מאות וחמשים

44- Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, doze homens, cada um era pela casa de seus pais.

45- Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel;

46- Todos os contados eram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

A prática patrilinear já era comum na região do Oriente Médio, mesmo antes da Tora ser entregue!

Veja:

Bereshit (Gên) 34:8-10

ח וידבר חמור אתם לאמר שכם בני חשקה נפשו בבתכם–תנו נא אתה לו לאשה
ט והתחתנו אתנו בנתיכם תתנו לנו ואת בנתינו תקחו לכם
י ואתנו תשבו והארץ תהיה לפניכם–שבו וסחרוה והאחזו בה

8 – Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de Siquém, meu filho, está enamorada da vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher;

9- E aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas, e tomai as nossas filhas para vós;

10- E habitareis conosco; e a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e tomai possessão nela.

Fica muito claro a Patrilinealidade na Torá!

Mas e a Matrilinealidade ?

Onde está na Torá ?

Isso simplesmente não existe na Torá!

Trata-se apenas de mais um mandamento rabinico seguido hoje dentro do judaismo, mas sem fundamento dentro da Torá.

Lição nº 37 – O ciclo de vida – Consentimento, noivado, casamento

Consentimento, noivado, casamento

Na segunda metade do século XIX, os samaritanos israelitas estavam em uma crise de existência.

Entre as aproximadamente 190 pessoas que permaneceram de um milhão e meio no quinto século EC, a proporção de homens solteiros para mulheres solteiras era de três homens para uma mulher.

Os sumos sacerdotes do período fizeram todos os esforços para encorajar o estabelecimento de uma família.

Nenhuma viúva ficou sozinha por muito tempo porque eles imediatamente casaram elas com um solteiro solteiro para conseguir que sua semente continuasse sua família.

Havia um número de mulheres bem conhecidas que eram casadas com três ou quatro maridos, um por um, um após a morte do outro.

A luta pela existência foi forte.

A situação nesta matéria só mudou na segunda metade do século XX e na primeira metade do século XXI.

A comunidade duplicou-se mais de cinco vezes desde 1919, quando contava 141 pessoas até hoje, quando a brecha entre a comunidade aumentou para 810 [abril de 2018].

Os homens solteiros permitidos pelos Sumos Sacerdotes se casaram fora da comunidade e o número de nascimentos de meninos e meninas começou a se equilibrar com uma ligeira vantagem para as meninas recentemente.

Nos últimos cinquenta anos, é claro que existem dois tipos de casamento na comunidade:

  1. Casamentos intercomunitários;
  2. Casamento com moças de fora da comunidade.

No primeiro padrão matrimonial, o casamento intercomunitário, há três estágios de apego:

  1. Consentimento.
  2. Noivado.
  3. Casamento.
  1. Consentimento: Os pais do filho vêm para os pais da filha com uma delegação distinta de seus parentes chefiada por um número de patriarcas. Os pais do filho solicitam o consentimento dos pais da filha para casar com a filha. Eles chamam a garota e pedem seu consentimento na presença do padre sênior. Se ela responder afirmativamente, o padre sênior os santifica com passagens bem conhecidas da Torá. Se ela disser não, toda a conexão é cancelada.
  2. Noivado: A cerimônia é conduzida pelo padre sênior, o pai da menina, ou por seu superior de livre e espontânea vontade, se ela não tiver um pai, o próprio companheiro. O padre sênior envia duas testemunhas para a menina que pergunta se ela quer o companheiro. Se ela responde afirmativamente, os três chefes da cerimônia estão unidos em suas mãos certas em um ato de aliança. O padre sênior lê para o companheiro, sentença por sentença os termos do casamento e o parágrafo de Gênesis, 2: 21-24, sobre Adão e Eva, até que Shehmaa criou Eva da costela de Adão. Então a moça noiva se junta a seu futuro marido. O noivado é válido e só pode ser cancelado por divórcio.
  3. Casamento: Após os participantes homenagearem o casal cantando um longo poema sobre a importância do casamento e elogiando a Noiva e o noivo, o Sacerdote Sênior canta a Escritura de Casamento que contém três condições que se aplicam ao marido e uma condição que se aplica a a esposa. O marido deve fornecer a mulher sua comida, vestimentas e ajudar com as crianças. A mulher deve obedecer ao marido e ouvi-lo. É raro que as esposas cumpram essa condição.

A parte tradicional da cerimônia de casamento terminou.

2. Casamento com moças de fora da comunidade

O rapaz sai à procura de uma moça / mulher fora da comunidade, seja no país ou no exterior. A conexão é criada. Eles se apaixonam e decidem se casar.

A moça / mulher passa por um curto período de adaptação, no qual ela aprende a manter a tradição como toda mulher israelita samaritana. Então o casal chega ao Sumo Sacerdote para pedir seu consentimento.

O Sumo Sacerdote pergunta à moça / mulher se ela sabe o que é exigido dela e a orienta a observar os mandamentos da Torá.

Após o consentimento do Sumo Sacerdote, as etapas do noivado e do casamento acontecem como qualquer casal regular, outra família foi estabelecida entre o povo samaritano israelita.

Entre 1969 e 2018, cerca de cinquenta desses casamentos foram aprovados.

No caso de um casamento ter falhado, o divórcio está sob o veredicto do tribunal civil, porque o divorciado não aceitaria o veredicto do Sumo Sacerdote.

 Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Lição nº 36 – O ciclo de vida – Conclusão da leitura da Torá

Conclusão da leitura da Torá

O segundo passo no ciclo de vida da criança israelita dos samaritanos, e o primeiro para a menina israelita-samaritana, é a conclusão da leitura da Torá.

Todo pai israelita-samaritano leva seu filho muito jovem, depois de seus primeiros passos, segurando sua mão esquerda e levando-o à sinagoga, depois que ele a carregou em seus ombros pela metade da estrada.

Assim, em toda oração, na noite de sábado e no sábado ao meio-dia, o ouvido sensível da criança se acostuma ao canto especial, enquanto brinca com os colegas na sinagoga.

Quando os filhos atingem a idade de cinco anos, o pai leva o filho ou filha para o samaritano no centro comunitário no Monte Gerizim ou em Holon.

O professor elogia as crianças e começa a ensinar-lhes a leitura da Torá na antiga escrita hebraica.

Primeiro eles aprendem as letras do alfabeto em hebraico antigo, depois palavras de uma sílaba, depois palavras de duas e três sílabas, quatro sílabas, cinco sílabas.

Então frases curtas da Torá, sentenças mais longas e depois o professor vai ensinar uma passagem.

Primeiro, as crianças recitam os versículos iniciais de cada leitura, de Deuteronômio 32: 3-4.

Porque eu proclamo o Nome de Shemama
e atribuir grandeza ao nosso Eloowwem,
Então, o trabalho dele é perfeito
Porque todos os seus caminhos são justos
Nosso El age com Fidelidade e injustiça,
Justo e reto é Ele.

Os versos iniciais são concluídos com bênçãos:

Bendito seja nosso Eloowwem para sempre!

Bendito seja o seu nome para sempre!

O professor começa e lê a primeira passagem de Gênesis:

“No princípio, Eloowwem criou os céus e a terra”.

As crianças repetem até terminarem a passagem inteira, os cinco primeiros versos da Torá.

É o suficiente para eles fazerem a primeira lição, e então memorizam a leitura:

“Mooshe ordenou-nos uma Torá, uma posse da Assembléia de Yaahqob, abençoado Eloowwem deu para nós, Abençoado seja nosso Eloowwem para sempre! Bendito seja o Seu nome para sempre!”

Assim, as crianças continuam a leitura de todas as passagens da Torá durante um ano inteiro, com a metade do tempo em que as crianças leem Gênesis.

Depois disso, eles estão acostumados a ler diariamente e durante o segundo semestre eles leem o resto dos quatro livros de Torá.

No final da leitura da Torá, as crianças aprendem de cor a bênção de Mooshe até o final da Torá que estão em Devarim(Deut) 33-34.

Eles vão recitar a bênção em voz festiva para os celebrantes que vieram especialmente para a cerimônia para se alegrar na alegria dos filhos e seus pais.

O Sumo Sacerdote abençoa a criança, dá-lhe um presente e assim faz todos os convidados.

No sábado de manhã após a cerimônia, as crianças cantarão seu passatempo da porção desta semana.

Na sexta-feira à noite, o pai recitará a passagem com a criança, para que a recite depois da oração da manhã de sábado, sem erros para o prazer dos outros leitores da porção.

O segundo estágio do ciclo de vida da tradição samaritana terminou.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 35 – O ciclo de vida – Nascimento e circuncisão

Não há maior alegria para os israelitas samaritanos do que o nascimento de uma criança na comunidade, um menino ou uma menina.

Essa alegria é compreensível à luz do fato de que há apenas cem anos, o número de membros da comunidade caiu para o ponto mais baixo de sua história, 141 pessoas, 80 homens e 61 pessoas.

Muitos especialistas da época [1919] juntaram-se aos muitos que previam o fim da comunidade, as tribos, Libi, Yoosef e Binyaamem.

Mas Shemala ouviu o choro fraco do seu povo.

Em 1919 foi um ponto de virada para melhor.

O Mandato Britânico começou a se estabelecer na Terra de Israel e ficou feliz em ajudar aqueles que o viram como o último remanescente do “Bom Samaritano”.

Mesmo uma imigração judaica iluminada e mais aberta, com um coração mais sensível à situação de outros, levou alguns dos líderes da comunidade judaica a ajudar os samaritanos israelitas com arranjos de dinheiro e empregos.

A comunidade começou a se recuperar, o número de crianças cresceu, a taxa de nascimentos aumentou e algumas meninas judias se casaram com jovens samaritanos.

A melhoria de suas condições sociais e econômicas levou os samaritanos de um estado de aniquilação a um estado de fertilidade.

No ano de 1919 – 141 almas.
No ano de 1935 – 235 almas.
No ano de 1948 – 250 almas.
No ano de 1967 – 400 almas.
No ano de 2018 – 810 almas.

Os samaritanos israelitas observam a Torá, segundo a qual o filho deve ser circuncidado no oitavo dia de seu nascimento sem demora.

O princípio do “oitavo dia” foi mantido em 1958, quando gêmeos samaritanos foram colocados em uma incubadora.

Neste caso, o sumo sacerdote determinou que, uma vez que a incubadora substitui o útero de uma mãe, deve ser contada dias depois de os gêmeos terem sido removidos da incubadora.

Os samaritanos israelitas estão felizes com o nascimento de uma filha, que no futuro expandirá a unidade familiar.

Em sua alegria pelo nascimento de um filho, eles se preparam para a cerimônia de circuncisão.

Como isso é uma mitzvá, não há necessidade de um convite especial.

Um mohel fora da comunidade ou um médico é convidado a realizar a circuncisão.

O público se reúne e começa com uma música especial, no final da qual o sinal é dado ao circuncidador e ele realiza a circuncisão.

Naquele momento, o Sumo Sacerdote pergunta o nome do filho circuncidado e o pai nomeia em voz alta o recém-nascido.

O Sumo Sacerdote deseja ao filho que Shemama o mantenha.

A alegria atinge seu clímax, e então toda a multidão caminha até a mãe da criança e lhe dá presentes em dinheiro.

Mesas são montadas com alimentos para deleite dos convidados.

Foi assim que uma criança do sexo masculino foi adicionada à comunidade.

Cada nova criança aumenta o conhecimento de que a comunidade está se recuperando de seus dias mais difíceis.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 34 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Glorificações = Taashbahn תשבחן

  1. A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:
    1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
    2. Orações = Seloowwaan צלואן
    3. Cantar = Shiraan שיראן
    4. Louvor = Reboowwaan רבואן
    5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

     

Glorificações (Elogios) = Taashbahn [Louvores]

A quinta fundação do culto israelita-samaritano é louvores, louvores a Shemaa, que também é uma das primeiras fundações.

Marqeh apontou para isto em sua poesia, embora em outro estilo mais cedo que o estilo do começo do segundo milênio CE.

Os hinos básicos da decantação do tempo de Marqeh e seus antepassados ​​são a série de hinos escritos em aramaico, que não é influenciado pela língua hebraica. Assim são os hinos do sexto e oitavo séculos EC.

Na primeira metade do segundo milênio dC, novos ingredientes foram adicionados à classificação. Os mais proeminentes destes são os tipos de hinos chamados “Shabbaoo” [Glorify] e “Yishtbah” [Serão glorificados “] e” Shiboo “[Glorificação].

O primeiro – Shabba’oo – começa com a menção do nome e passa por linhas curtas para lembrar os patriarcas, Yossef e Mooshe.

Na segunda parte do Shaba’oo, os versos são dedicados aos pais do sacerdócio, Aharon e seus filhos, e Phinhas, o filho de Elazar.

O restante do hino é dedicado a louvar Shemaka e ao evento sagrado ao qual se dedica. A linguagem que caracteriza esses poemas litúrgicos é uma combinação de aramaico e hebraico

Este também é o tipo de hino chamado “Yishtabbah” – um poema relativamente curto, seja na forma menor de até cinco linhas duplas ou na forma maior de dez linhas ou mais.

Incluiu uma referência a um evento na Torá ou na porção semanal da Torá com conexões com os eventos do presente.

Quando houver durante a semana uma ocasião feliz como novo nascimento masculino ou concluindo a leitura da Torá por um jovem garoto ou casamento, serão escritas linhas adicionais no Yishtabbah para glorificar a família feliz envolvida com a ocasião,

Quando o patriarca Abed Ela ben Shalmaa escreveu no século XIV, Laak nitten Taashbahn, ele quis dizer exatamente o tipo de hinos, a grande maioria dos quais são o fruto de sua composição, cujo autor é aparentemente desconhecido, composto por ele.

O terceiro tipo de glorificação é a série de hinos chamados “Shibboo” que possui linhas curtas em uma combinação de aramaico e hebraico, cantadas em sábados festivos, festas e peregrinações.

Os primeiros hinos das “glorificações” do segundo milênio, composto pelos sábios de Damasco.

O primeiro deles foi composto pelo Sumo Sacerdote Yoosef ben ‘Azzee, que foi transferido de Damasco para Nablus em 1290 para ser o chefe do sumo sacerdócio.

Seu filho Phinhas e seus netos Elazar e Aabishah eram os chefes da sabedoria samaritana da Idade Média.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 33 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Louvar = Reboowwaan רבואן

  1. A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:
    1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
    2. Orações = Seloowwaan צלואן
    3. Cantar = Shiraan שיראן
    4. Louvor = Reboowwaan רבואן
    5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

     

Louvar = Reboowwaan רבואן

O louvor = Reboowwaan רבואן  faz parte das práticas mais antigas do culto israelita-samaritano.

Marqeh, o maior sábio da literatura samaritana que viveu durante o quarto século EC, escreveu no início da última estrofe de seu grande poema “Aadek ‘Ahleenaan Maaraan” אדיק עלינן מרן  estas palavras:

“Taashbahn Urehboowaan Neemaar” תשבחן ורבואן נימר

Mencionando as glórias dos grupos e elogiando a estrutura do culto na sinagoga e fora dela durante as três peregrinações do ano ao topo do Monte Gerizim.

Os louvores, principalmente, escoltam o rolo da Santa Torá em seu caso, mantido pelo padre cantor quando ele se move do altar da oração para o meio do salão da sinagoga;

Quando ele retorna para o altar segurando a Torá todo o caminho segurando-o enquanto todos os adoradores cantam em voz alta louvando a Santa Torá.

Ali no altar e no meio do “Anel” de adoradores, o patriarca segurando o estojo de pergaminho bem alto na frente dos adoradores, escondendo seus rostos por alguns segundos do medo da Torá, cantando louvores à Torá, o livro. de Shehmaa.

Esses elogios são divididos em grupos, cada grupo escoltando os diferentes movimentos do patriarca cantor com a caixa de pergaminho na mão. Um grupo quando ele se move para frente e para trás.

Outro grupo de louvores quando ele está no altar e outro grupo quando ele está no meio do salão da sinagoga.

Os adoradores que recebem a Torá escondendo seus rostos primeiro e dizendo:

Este é o grande livro que seu direito é verdadeiro nele; Este é o visionado de Ela que criou o mundo ele mesmo.

Todos nós agradecemos a Ele somente aquilo que nos entregou diretamente a nossas vidas = אהנו כתבה רבה דכל זכותה קשטה לגוה, אהן הוא דמעמי מן אלה דאנדה עלמה לחודה; כהלן נודה ליחידאו דיהבה קוממו לחיינן ” .

A mesma série de elogios que acompanham a Torá realizada nas mãos do patriarca cantor quando ele se move levando os peregrinos no caminho da sinagoga principal até o topo do Monte Gerizim, sem interrupção no canto.

O patriarca cantor vai de uma estação para outra, todas as sete estações concedendo bênçãos a todos.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Fotografado por: Ori Orhof

Lição nº 31 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Orações = Seloowwaan צלואן

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Cantar = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן 

Orações = Seloowwaan צלואן

A Oração é uma prática muito antiga mesmo antes da entrega da Torá no Monte Sinai.

Abraão orou a Eloowwem.

Yehsaaq orou no campo.

Yaahqob pediu a Shehmaa que o salvasse de seu irmão.

Mooshe orou para salvar o faraó.

Desde o início houve a oração de qualquer pessoa ao seu Criador e aos anjos enviados por Ele.

Depois que os ensinamentos e mandamentos foram dados a Mooshe, que os colocou por escrito, juntamente com o estabelecimento do Tabernáculo no deserto do Sinai, onde os sacerdotes, os filhos de Aharon e seu pai, ofereciam os sacrifícios.

Os israelitas continuaram a rezar a sua Shehmaa.

Mas quando o Tabernáculo desapareceu em uma das cavernas do Monte Gerizim, no ano 260 desde a entrada do Povo de Israel em sua terra de herança, e os sacrifícios foram cancelados, com exceção do sacrifício da Páscoa, que precedeu o estabelecimento do Tabernáculo.

Os sumo sacerdotes dos israelitas samaritanos estavam preparados para substituir os sacrifícios por orações.

Nossos Sábios determinaram que:

צלותינו תחת קרבנינו = as nossas orações substituem nosso Sacrifício.

Nosso maior sábio Marqeh do quarto século na era comum apontou versos da Torá, que são orações que asseguram a cura completa.

Segundo ele em sua sabedoria o Rabban Abishah ben Phinhas ben Yoosef escreveu em um hino que a oração foi fundada pelos הכהנים הגדולים ארשינו = Os Sumos Sacerdotes, nossos antepassados.

Seu irmão, o sumo sacerdote Elaazaar ben Phinhas, escreveu um grande ensaio sobre a oração e seus fundamentos.

Assim, os primeiros sábios instalaram as primeiras orações ao longo dos tempos.

Em geral, a oração era principalmente leitura da Torá.

Todo Shabat eles leem toda a Torá.

O processo de conectar orações começou, culminando no quarto século da era comum.

Os Sumos Sacerdotes e sábios nos séculos seguintes começaram a combinar orações e súplicas, e algumas leituras da Torá continuaram até que as orações retomassem a grande porção da adoração.

Os sábios do século XIV prepararam o sistema de oração que é praticado até hoje e é uma combinação de versos da Torá e muitos poemas e hinos.

Eles criam conteúdo para orações matutinas e vespertinas, orações de Shabat, feriados e festivais, para as ocasiões felizes e tristes.

No século XVIII, conteúdo e poemas foram acrescentados às orações dos primeiros catorze dias do mês da primavera.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 32 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – O Canto (Shiran) = Sheeran

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Canto = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

Canto = Shiraan שיראן

Quando os israelitas estavam no mar de cana e cantavam;

Quando Mooshe esteve diante dos Filhos de Israel e ensinou aos Israelitas a grande canção antes de sua morte, as fundações da poesia israelita samaritana foram postas em suas orações na sinagoga e durante as três peregrinações anuais ao Monte Gerizim.

Essas duas poesias, no mar e antes da morte de Mooshe, são as antigas canções do povo de Israel.

O canto das passagens da Torá tornou-se parte integrante da agenda ritual.

Durante o período helenístico, os samaritanos começaram a escrever canções para o ritual, além das canções da Torá.

Então os sumos sacerdotes e os sábios dos samaritanos se reuniram e decidiram colocar pesos poéticos para a performance do canto em adoração.

As fontes escritas dizem que foi decidido definir os pesos das músicas com base em quatro e cinco sílabas.

De todas as obras antigas do primeiro milênio antes da era comum, restam apenas algumas linhas encontradas na literatura samaritana em grego.

O mais antigo poeta conhecido é Klaudamus Melchus, que escreveu poemas em grego em louvor ao Monte Gerizim.

A poesia mais antiga que conhecemos na literatura israelita samaritana são os poemas do sábio Sacerdote Amram ben Sarad, Yehoshua ben Barak ben Éden e nosso maior sábio Marqeh do terceiro e quarto séculos Era Comum.

Sua obra “Tibat Marqeh” תיבת מרקה, contendo as letras do alfabeto, contém passagens em nome de Qatziran, poemas curtos como o número da Alef-Beth, quatro linhas em cada uma das 22 estrofes, como seu pai “Amramfez antes dele.

Todas as velhas canções conhecidas por nós foram escritas em aramaico em um dialeto samaritano, que era a linguagem cotidiana do terceiro ao sexto século da Era Comum.

Todas as antigas canções aramaicas usadas na oração eram uma coleção chamada “Sheraan” שיראן e o livro no qual foi coletada chamado “Daftar” דפתר – o livro básico dos antigos hinos dos israelitas samaritanos.

Estas canções com as passagens poéticas da Torá e poemas e obras compostas em hebraico e um dialeto combinado de hebraico e aramaico no início do segundo milênio Era Comum são o “Shiran” שיראן – uma base central nas orações dos samaritanos israelitas.

Nossos antigos sábios preservaram as melodias das canções da Torá e as canções compostas em aramaico e os poemas da primeira metade do segundo milênio Era Comum.

Os nomes dos compositores são desconhecidos, exceto os dois que compunham a maioria das melodias: Maattanaah Yehsaaq b. Abraá do oitavo século EC, e o do século 14, o Sacerdote ’Abed Ela b. Shalmaah

Eu aprendi com um dos cantores mais proeminentes da poesia israelita samaritana, meu pai Ratson b. Binyaamem Tsedaka que a contagem das melodias no ritual samaritano é o número de passagens na Torá que é 963.

Cada nova música escrita hoje é adaptada a uma das melodias conhecidas.

Como na Torá não há acréscimos nem subtrações do texto, assim também na poesia samaritana nenhuma nova melodia foi composta sobre o número de melodias que permaneceram constantes nos últimos oitocentos anos.

Na coleção, a Biblioteca Nacional em Jerusalém, Ratson Tsedaka, registrou 400 horas de canções e orações, que ele aprendeu com os sacerdotes em sua cidade natal, Nablus.

Ele trouxe consigo outros cantores das comunidades de Nablus e Holon,

Todas essas músicas são acessíveis no site da Biblioteca Nacional.

Nas coleções da fonoteca nacional em Jerusalém também há gravações de sacerdotes dos israelitas samaritanos desde o início do século XX. Canções para oração e canções de alegria e luto por eventos na vida da comunidade.

As canções foram nomeadas por vários nomes na poesia israelita samaritana como Durraan = דוראן e Marqeh = מרקה, Kaayaamee = כימי, Shabba’oo = שבחו, Shireh = שירה, Dikkor = דכור, Maaraan = מרן, Malliphot = מליפוט e Aqraa ‘ oo = אקראו etc, cada um dos tipos de canto em seu lugar constante na oração, que não mudou nos últimos oitocentos anos.

O conjunto da canção é uma vida que sempre se abre para poemas adicionais compostos pelos israelitas samaritanos em todas as gerações.

Cada nova edição do livro de orações israelitas samaritanas contém as novas composições escritas entre os tempos das edições.

Benyimim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Fotografado por: Ori Orhof

Lição nº 30 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Canto = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

 

A Leituras ou leitura sagrada  Maqrahn ou Qariaan [מקראן, קריאן];

Significa principalmente leitura da Lei [A Torá].

Esta parte é a primeira a todos os primeiros e parte integrante da identidade israelita.

Ninguém poderia ser identificado como israelita sem aprender completamente a Torá.

Ele / ela começa a ler a Torá em Hebraico Antigo e a pronúncia desde os cinco anos de idade.

Toda criança vai a cada dia a um professor samaritano israelita, homem ou mulher, por meia hora por dia para estudar a leitura da Torá de Mooshe.

Primeiro, a criancinha aprende os caracteres do hebraico antigo, depois aprende palavras de dois caracteres, depois palavras de três caracteres, depois quatro caracteres, etc.

Em seguida vem o aprendizado de versos curtos, depois de versos longos e depois de versos = Passagem = Qissaah קצה

  • Gênesis é dividido em 250 passagens em 18 partes;
  • Êxodo dividido em 200 passagens em 9 partes;
  • Levítico dividido em 135 passagens em 8 partes;
  • Números divididos em 218 passagens em 8 partes
  • Deuteronômio dividido em 160 passagens em 9 partes.

A Torá inteira dividiu em 963 passagens em 52 porções.

A leitura das porções da Torá começa no sábado após Sucot e termina no sábado antes de Sucot.

Quando uma criança conclui a leitura da Torá pela primeira vez, ele pode ler sua passagem como outros adoradores na leitura semanal de cada porção depois das orações da manhã de sábado por volta das 6 da manhã.

Para permitir que qualquer pessoa leia sua passagem na porção, os adoradores se dividiram em pequenos grupos para ler a porção da casa da pessoa mais velha do grupo.

Para estar preparado para a leitura, possivelmente, sem erro, cada criança aprende a leitura na sexta-feira de seus próprios pais.

Ler versículos ou passagens ou livros inteiros da Torá é parte integrante da adoração semanal e da oração diária duas vezes ao dia, ao amanhecer e à noite.

A LEITURA SAGRADA

A forma mais antiga de ler a Torá em orações chamadas Pegando – Qaataaf [קטף].

Pegando versos dos livros da Torá em torno de assuntos comuns:

  • Sábado,
  • Festivais,
  • Adão,
  • Naah,
  • Os Três Antepassados, Yoosef, Mooshe, Aarron e seus filhos e seus netos Phinhas, Yehoosha e Keelaab,
  • Memória,
  • Ordem,
  • a nuvem sagrada,
  • doação,
  • dízimo,
  • perdoar,
  • expiar,
  • ”Primeiro” para o primeiro mês,
  • “segundo” para o segundo mês,
  • “sétimo” para o sétimo mês, etc.

Em cada festival há uma passagem especial dedicada pela Torá para ser lida pelo sacerdote mais velho entre os adoradores.

É a leitura sagrada = Maqra Qaadesh – מקרא קדש.

Aprender a leitura e as orações também continua até os 15 anos, diariamente.

Orações na sinagoga são a melhor escola da leitura da Torá.

A Torá é lida inteira na Sinagoga nos dias:

  • Da Assembleia Solene.
  • No 46º dia da Contagem do Omer.
  • No Dia da Expiação.
  • E sobre a cabeça dos mortos antes do corpo ser enterrado.

Muitos gostam de ler o número de porções da Torá em particular, em casa, semanalmente antes e depois da oração do Sábado.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm


Fotos: Ensinando a leitura da Torá.

Lição nº 29 – A Casa de Maarheeb

A quarta casa dos quatro na comunidade israelita samaritana hoje é Maarheeb = o corajoso, da tribo Ifrem.

A origem da casa é de três lugares:

  1. Damasco.
  2. Saraphand perto de Ramleh.
  3. Gaza.

Os sobreviventes escaparam para Nablus nos séculos XVI e XVII e desde então se estabeleceram lá.

No século 17, havia duas personalidades proeminentes Maarheeb b. Yaaqob ”o Grande” e seus filhos Abraahm e Yehoosha.

A família depois dividiu-se em duas famílias.

Os filhos de Abraão b. Maarheeb chamou Maarheeb depois que o pai da casa e os Filhos de Yehoosha b. Maarheeb foram chamados pelo nome dele.

Durante a metade seguinte do século 20, parte da família Marheeb e toda a família Yehoosha, exceto uma pessoa solteira, foi para Jaffa e depois para Holon.

Pequeno número permaneceu em Nablus e mudou-se, eventualmente, para Kiriat Luza no Monte Gerizim em 1998. família como cada Samaritano de Holon as famílias Maarheeb e Yehoosha construíram suas casas de verão no Monte Gerizim para ficar durante as festas e ocasiões pessoais,

Foram personalidades proeminentes e criativas da família Maarheeb:

  • O sábio ‘Abed-Ela b. Yusef em Damasco na próxima metade da história 16 que rejeitou ser o sucessor do Jusdge Abraahm b. Yusef ElQabbasee;
  • Maarheeb b. Yaaqob ”o Grande“, poeta e escritor de muitas cartas a eruditos europeus no século XVII;
  • Yooseph b. Yehoosha o poeta no século 18.
  • Abraahm b. Yaasheeshaakaar (de 1922 a 1989), editor de livros de orações, poeta e comentarista da Torá.


Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Foto: Abraahm b. Yaasheeshaakaar [1922-1989], poeta e comentarista da Torá.