Inventaram a linhagem matrilinear

Foi dentro do judaísmo rabinico que se inventou a idéia da linhagem matrilinear judaica!

É comum a afirmação dentro dos bastidores judaicos de que Judeu é todo “filho de mãe judia ou mesmo todo aquele for que convertido ao judaísmo”.

Estabelecem isso como se fosse uma “FORMULA MAGICA” para determinar o atual Israel!

Mas o Eterno nunca afirmou isso em usa bendita Torá!

Sim…a Torá não confirma essa ideia de “linhagem matrilinear“!

Até mesmo o Talmud, no texto da Mishnah, dentro do tratado Kidushin 3:12, afirma que o filho de mãe gentia é como ela, ou seja, não judeu.

O Talmud (Kidushin 68b) chega a questionar como saber se esta lei se aplica a qualquer não-judeu, já que o versículo da Torá se refere a povos canaanitas, e ele mesmo responde, com base no próprio verso: “ele desviará teu filho de Mim (Deus)”, implicando que todos os que o fizerem estão incluídos.

Mesmo o a Torá e o talmud sendo contrários a ideia da matrilinealidade, a ortodoxia, contornou sua própria literatura talmudica e inventou um mandamento onde o judeu é tão somente o nascido de um ventre judeu!

Mas, reparem… essa idéia (ou invenção) rabinica é muito recente!

Foi em 1319, quando aldeias de judeus foram atacadas, ocorrendo ali muitos estupros, portanto trata-se de uma Halakhah (lei, mandamento) medieval!

Então os rabinos tiveram uma idéia… eles inventaram uma nova lei, um novo mandamento!

Sim…. exatamente isso… Esse foi um dos maiores erros cometidos contra a Torá!

Eles criaram uma Halakhah que não iria prejudicar a vida judaica dos BASTARDOS oriundos dos estupros ocorridos!

O judeu e historiador, Flávio Josefo afirmaou que o filho de casamentos mistos, ou seja, de casamentos de judeus e gentias estariam gerando algo como “meio-judeu”!

Filon de Alexandria segue mais a Torá ao afirmar que o filho do judeu com não-judeu é um “nothos” (bastardo), independente do ser o gentio o pai ou a mãe.

Foi por conta disso que os rabinos inventaram um mandamento!

Dessa forma eles não seriam excluidos, não seriam execrados pela comunidade, mas seriam agora tratados como um israelita, com todos os seus direitos.

Mas esse mandamento inventado por rabinos vai diretamente contra a Torá:

Devarim (Deut) 23:2

ב לא יבא פצוע דכא וכרות שפכה בקהל יהוה {ס}

2 – Nenhum bastardo entrará na congregação do Shehmaa; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa.

Foi pensando assim, que rabinos inventaram um mandamento, que embora se demonstre a clemencia humana, também demonstra como podem ser duramente desobedientes e obstinados ao desafiar o mandamento do Eterno escrito na Torá!

Pois de acordo com a Torá, o filho de estupro seria certamente expulso do convívio social dentro da Congregação de Israel.

Eles tentaram com isso preservar as pessoas e estabilizar uma situação terrível de estrupo.

Usam como desculpa para isso um texto da Torá… Deuteronômio 7:3,4 onde o Eterno ordena que, em Canaã, os homens não deverão se casar com mulheres gentias, de outros povos, para que seus filhos não se desviem, saindo do judaísmo; que o filho de moça israelita com gentio é judeu; já filho de judeu com gentia, não o é; o texto diz que será filho “dela”, isto é, não judeu.

Mas uma leitura mais apropriada do texto demonstra que a proibição de se unir a outros povos não era com relação a toda mulher estrangeira, mas sim com 10 povos especificamente.

Os 10 povos proibidos pelo próprio Eterno de se unir ao povo de Israel!

Esses povos hoje não mais existem, pois todos esses povos foram extintos ao longo da história…

Eis a lista:

  1. Cananeus
  2. Emoreus
  3. Hiteus
  4. Jebuseus
  5. Iveus
  6. Periseus
  7. Gigarseus
  8. Amonitas
  9. Moabitas
  10. Amalequitas

Vamos agora verificar isso tudo dentro da Torá!

A Torá prova isso, as 7 nações proibidas de se unir a Israel estão em Devarim 7

  • Heteus
  • Girgaseus
  • Amorreus
  • Cananeus
  • Perizeus
  • Heveus
  • Jebuseus

Os 7 povos proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 7:1-5

א כי יביאך יהוה אלהיך אל הארץ אשר אתה בא שמה לרשתה ונשל גוים רבים מפניך החתי והגרגשי והאמרי והכנעני והפרזי והחוי והיבוסי–שבעה גוים רבים ועצומים ממך
ב ונתנם יהוה אלהיך לפניך–והכיתם  החרם תחרים אתם לא תכרת להם ברית ולא תחנם
ג ולא תתחתן בם  בתך לא תתן לבנו ובתו לא תקח לבנך
ד כי יסיר את בנך מאחרי ועבדו אלהים אחרים וחרה אף יהוה בכם והשמידך מהר
ה כי אם כה תעשו להם–מזבחתיהם תתצו ומצבתם תשברו ואשירהם תגדעון ופסיליהם תשרפון באש
ו כי עם קדוש אתה ליהוה אלהיך  בך בחר יהוה אלהיך להיות לו לעם סגלה מכל העמים אשר על פני האדמה
ז לא מרבכם מכל העמים חשק יהוה בכם–ויבחר בכם  כי אתם המעט מכל העמים

1- Quando o Shehmaa teu Elowween te houver introduzido na terra, à qual vais para a possuir, e tiver lançado fora muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;

2- E o Shehmaa teu Elowween as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;

3- Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos;

4- Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Shehmaa se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria.

5- Porém assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas; e cortareis os seus bosques, e queimareis a fogo as suas imagens de escultura.

Não há para com esses povos (Já extintos) nenhum ato de misericórdia ou complacencia!

O 8º e 9º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 23:3 

ג לא יבא ממזר בקהל יהוה  גם דור עשירי לא יבא לו בקהל יהוה  {ס}

3- Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Shehmaa ; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Shehmaa eternamente.

 

O 10º povo proibido pelo Criador na Torá:

Devarim(Deut) 20:16-18

טז רק מערי העמים האלה אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה–לא תחיה כל נשמה
יז כי החרם תחרימם החתי והאמרי הכנעני והפרזי החוי והיבוסי–כאשר צוך יהוה אלהיך
יח למען אשר לא ילמדו אתכם לעשות ככל תועבתם אשר עשו לאלהיהם וחטאתם ליהוה אלהיכם  {ס}
 
16- Porém, das cidades destas nações, que o Shehmaa teu Elowween te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida.

17- Antes destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos perizeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o Shehmaa teu Elowween.

18- Para que não vos ensinem a fazer conforme a todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o Shehmaa vosso Elowween.

Quanto aos Amalequitas temos a seguinte ordem descrita na Torá!

Devarim(Deut) 25:17-19

יז זכור את אשר עשה לך עמלק בדרך בצאתכם ממצרים
יח אשר קרך בדרך ויזנב בך כל הנחשלים אחריך–ואתה עיף ויגע ולא ירא אלהים
יט והיה בהניח יהוה אלהיך לך מכל איביך מסביב בארץ אשר יהוה אלהיך נתן לך נחלה לרשתה–תמחה את זכר עמלק מתחת השמים לא תשכח  {פ}

17-  Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito;

18- Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a Shehmaa .

19-8- Será, pois, que, quando o Shehmaa teu Elowween te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Shehmaa teu Elowween te dá por herança, para possuí-la, então apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças.

De acordo com a Torá, a linhagem de Israel é sempre patrilinear!

Podemos ver através da Torá que a linhagem sempre foi patrilinear!

Veja a prova disso!

Bamidbar (Números) 1:44-46

מד אלה הפקדים אשר פקד משה ואהרן ונשיאי ישראל–שנים עשר איש איש אחד לבית אבתיו היו
מה ויהיו כל פקודי בני ישראל לבית אבתם מבן עשרים שנה ומעלה כל יצא צבא בישראל
מו ויהיו כל הפקדים–שש מאות אלף ושלשת אלפים וחמש מאות וחמשים

44- Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, doze homens, cada um era pela casa de seus pais.

45- Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel;

46- Todos os contados eram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

A prática patrilinear já era comum na região do Oriente Médio, mesmo antes da Tora ser entregue!

Veja:

Bereshit (Gên) 34:8-10

ח וידבר חמור אתם לאמר שכם בני חשקה נפשו בבתכם–תנו נא אתה לו לאשה
ט והתחתנו אתנו בנתיכם תתנו לנו ואת בנתינו תקחו לכם
י ואתנו תשבו והארץ תהיה לפניכם–שבו וסחרוה והאחזו בה

8 – Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de Siquém, meu filho, está enamorada da vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher;

9- E aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas, e tomai as nossas filhas para vós;

10- E habitareis conosco; e a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e tomai possessão nela.

Fica muito claro a Patrilinealidade na Torá!

Mas e a Matrilinealidade ?

Onde está na Torá ?

Isso simplesmente não existe na Torá!

Trata-se apenas de mais um mandamento rabinico seguido hoje dentro do judaismo, mas sem fundamento dentro da Torá.

Lição nº 34 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Glorificações = Taashbahn תשבחן

  1. A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:
    1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן;
    2. Orações = Seloowwaan צלואן
    3. Cantar = Shiraan שיראן
    4. Louvor = Reboowwaan רבואן
    5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

     

Glorificações (Elogios) = Taashbahn [Louvores]

A quinta fundação do culto israelita-samaritano é louvores, louvores a Shemaa, que também é uma das primeiras fundações.

Marqeh apontou para isto em sua poesia, embora em outro estilo mais cedo que o estilo do começo do segundo milênio CE.

Os hinos básicos da decantação do tempo de Marqeh e seus antepassados ​​são a série de hinos escritos em aramaico, que não é influenciado pela língua hebraica. Assim são os hinos do sexto e oitavo séculos EC.

Na primeira metade do segundo milênio dC, novos ingredientes foram adicionados à classificação. Os mais proeminentes destes são os tipos de hinos chamados “Shabbaoo” [Glorify] e “Yishtbah” [Serão glorificados “] e” Shiboo “[Glorificação].

O primeiro – Shabba’oo – começa com a menção do nome e passa por linhas curtas para lembrar os patriarcas, Yossef e Mooshe.

Na segunda parte do Shaba’oo, os versos são dedicados aos pais do sacerdócio, Aharon e seus filhos, e Phinhas, o filho de Elazar.

O restante do hino é dedicado a louvar Shemaka e ao evento sagrado ao qual se dedica. A linguagem que caracteriza esses poemas litúrgicos é uma combinação de aramaico e hebraico

Este também é o tipo de hino chamado “Yishtabbah” – um poema relativamente curto, seja na forma menor de até cinco linhas duplas ou na forma maior de dez linhas ou mais.

Incluiu uma referência a um evento na Torá ou na porção semanal da Torá com conexões com os eventos do presente.

Quando houver durante a semana uma ocasião feliz como novo nascimento masculino ou concluindo a leitura da Torá por um jovem garoto ou casamento, serão escritas linhas adicionais no Yishtabbah para glorificar a família feliz envolvida com a ocasião,

Quando o patriarca Abed Ela ben Shalmaa escreveu no século XIV, Laak nitten Taashbahn, ele quis dizer exatamente o tipo de hinos, a grande maioria dos quais são o fruto de sua composição, cujo autor é aparentemente desconhecido, composto por ele.

O terceiro tipo de glorificação é a série de hinos chamados “Shibboo” que possui linhas curtas em uma combinação de aramaico e hebraico, cantadas em sábados festivos, festas e peregrinações.

Os primeiros hinos das “glorificações” do segundo milênio, composto pelos sábios de Damasco.

O primeiro deles foi composto pelo Sumo Sacerdote Yoosef ben ‘Azzee, que foi transferido de Damasco para Nablus em 1290 para ser o chefe do sumo sacerdócio.

Seu filho Phinhas e seus netos Elazar e Aabishah eram os chefes da sabedoria samaritana da Idade Média.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

 

Lição nº 30 – Fundamentos da Adoração Israelita Samaritana – Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.

A Adoração Israelita Samaritana baseada em cinco fundamentos:

  1. Leituras = Maqrahn ou Qariaan מקראן, קריאן.
  2. Orações = Seloowwaan צלואן
  3. Canto = Shiraan שיראן
  4. Louvor = Reboowwaan רבואן
  5. Glorificações = Taashbahn תשבחן

 

A Leituras ou leitura sagrada  Maqrahn ou Qariaan [מקראן, קריאן];

Significa principalmente leitura da Lei [A Torá].

Esta parte é a primeira a todos os primeiros e parte integrante da identidade israelita.

Ninguém poderia ser identificado como israelita sem aprender completamente a Torá.

Ele / ela começa a ler a Torá em Hebraico Antigo e a pronúncia desde os cinco anos de idade.

Toda criança vai a cada dia a um professor samaritano israelita, homem ou mulher, por meia hora por dia para estudar a leitura da Torá de Mooshe.

Primeiro, a criancinha aprende os caracteres do hebraico antigo, depois aprende palavras de dois caracteres, depois palavras de três caracteres, depois quatro caracteres, etc.

Em seguida vem o aprendizado de versos curtos, depois de versos longos e depois de versos = Passagem = Qissaah קצה

  • Gênesis é dividido em 250 passagens em 18 partes;
  • Êxodo dividido em 200 passagens em 9 partes;
  • Levítico dividido em 135 passagens em 8 partes;
  • Números divididos em 218 passagens em 8 partes
  • Deuteronômio dividido em 160 passagens em 9 partes.

A Torá inteira dividiu em 963 passagens em 52 porções.

A leitura das porções da Torá começa no sábado após Sucot e termina no sábado antes de Sucot.

Quando uma criança conclui a leitura da Torá pela primeira vez, ele pode ler sua passagem como outros adoradores na leitura semanal de cada porção depois das orações da manhã de sábado por volta das 6 da manhã.

Para permitir que qualquer pessoa leia sua passagem na porção, os adoradores se dividiram em pequenos grupos para ler a porção da casa da pessoa mais velha do grupo.

Para estar preparado para a leitura, possivelmente, sem erro, cada criança aprende a leitura na sexta-feira de seus próprios pais.

Ler versículos ou passagens ou livros inteiros da Torá é parte integrante da adoração semanal e da oração diária duas vezes ao dia, ao amanhecer e à noite.

A LEITURA SAGRADA

A forma mais antiga de ler a Torá em orações chamadas Pegando – Qaataaf [קטף].

Pegando versos dos livros da Torá em torno de assuntos comuns:

  • Sábado,
  • Festivais,
  • Adão,
  • Naah,
  • Os Três Antepassados, Yoosef, Mooshe, Aarron e seus filhos e seus netos Phinhas, Yehoosha e Keelaab,
  • Memória,
  • Ordem,
  • a nuvem sagrada,
  • doação,
  • dízimo,
  • perdoar,
  • expiar,
  • ”Primeiro” para o primeiro mês,
  • “segundo” para o segundo mês,
  • “sétimo” para o sétimo mês, etc.

Em cada festival há uma passagem especial dedicada pela Torá para ser lida pelo sacerdote mais velho entre os adoradores.

É a leitura sagrada = Maqra Qaadesh – מקרא קדש.

Aprender a leitura e as orações também continua até os 15 anos, diariamente.

Orações na sinagoga são a melhor escola da leitura da Torá.

A Torá é lida inteira na Sinagoga nos dias:

  • Da Assembleia Solene.
  • No 46º dia da Contagem do Omer.
  • No Dia da Expiação.
  • E sobre a cabeça dos mortos antes do corpo ser enterrado.

Muitos gostam de ler o número de porções da Torá em particular, em casa, semanalmente antes e depois da oração do Sábado.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm


Fotos: Ensinando a leitura da Torá.

Lição nº 20 – Os Israelitas Samaritanos na primeira metade do século 21 (De 1919 a 1947)

Foi no ano de 1919 que os samaritanos israelitas atingiram o menor número de membros, com seus poucos 141 indivíduos.

Sendo que 10 desse número moravam em Jaffa perto da nova cidade judaica de Tel Aviv, 5 em Tul Karem em Samaria, 5 em Salt no leste lado do Rio Jordão e 121 em Naplusa em Samaria, com base em listas que o Sumo Sacerdote Yehsaaq Ben ‘Amram e o Sumo Sacerdote Abisha Ben Phinhas preparou sob os pedidos do mandato britânico sobre a Palestina e os sucessores do doador norte-americano Sr. Warren no estado de Michigan, EUA.

No entanto, houve uma pequena luz de esperança na história da comunidade pobre: ​​os ativistas sionistas Yitzhaq Ben-Zvi e Rachel Yanait Ben-Zvi, o casal e o líder David Ben-Gurion voltou do exílio nos Estados Unidos e cumpriu sua ambição de continuar sua atividade.

Para Ben-Zvi, um dos pontos em que se concentrou foi ajudar a nova sobrevivência dos samaritanos.

Aqueles que moravam em outras cidades como Tul Karem e Salt se mudaram para Jaffa e Nablus para criar os únicos dois centros dos samaritanos israelitas.

Ben-Zvi apontou a sobrevivência para uma melhor educação dos jovens samaritanos e encontrando empregos para os não empregados.

Através do Departamento de Educação do Executivo sionista, uma nova Escola Hebraica para crianças samaritanas foi aberta em Nablus em 1923, com professores judeus enviados de Jerusalém.

Esta escola estava ativa até o início da década de 1940. Ben-Zvi escreveu recomendações às autoridades judaicas para encontrar empregos para jovens samaritanos em Tel Aviv e Jaffa.

Além disso, as autoridades do mandato britânico descobriram que é positivo ajudar os sobreviventes samaritanos das duas Guerras mundiais, especialmente para ajudar aqueles que viveram em Nablus e continuar o Sacrifício da PEssach (páscoa) e também as três peregrinações anuais para o Monte Gerizim.

Os altos comissários britânicos visitaram os samaritanos em Nablus e organizaram a Cerimônia de Sacrifício do Pessach (Páscoa), ajudando a protegê-lo também durante os perigosos tumultos do confronto entre árabes e judeus na Palestina em 1923, 1929, 1936 e 1947.

Os britânicos também ajudaram os sobreviventes samaritanos em Nablus no grande terremoto em 1927.

O justo Achmad ElShaqah, o dignatário árabe de Naplus, deu-lhes um pedaço de terra para construir seu novo bairro em Nablus, no noroeste da cidade.

Os últimos altos comissários britânicos Wockof e Samuel ajudaram a comunidade com uma nova estrada até o topo do Monte Gerizim em 1937 e construíram uma nova sinagoga em seu novo bairro em Naplus em 1947.

O Sumo Sacerdote Yehsaaq Ben ‘Amram morreu em Nablus em 4 de dezembro de 1932.

Depois dele, Matzleeh Ben Phinhas foi o Sumo Sacerdote até 1943 e sucedeu por seu irmão Abisha Ben Phinhas com base no princípio do “O mais velho de seus irmãos“.

Bereshit 48:18

יח ויאמר יוסף אל אביו לא כן אבי כי זה הבכר שים ימינך על ראשו

18- E José disse a seu pai: Não assim, meu pai, porque este é o primogênito; põe a tua mão direita sobre a sua cabeça.

Em  TelAviv e Jaffa lideram os samaritanos que viveram lá Yefet Ben Abraham Tsedaka desde a morte de seu pai Abraham Ben Maahrib Tsedaka em 1928.

Os distúrbios entre árabes e judeus na Palestina tornaram-se cada vez mais frequentes.

Em novembro de 1917, o Senhor britânico Balbur anunciou, em nome do Governo de Sua Excelência, o direito dos judeus de estabelecer uma casa nacional na Palestina, 30 anos depois, em novembro de 1947, a Assembléia das Nações Unidas votou na divisão de Palestina entre os árabes e os judeus que moravam lá.

A resolução encorajou o derramamento de sangue de árabes e judeus que foi o gatilho para o estalbishment do primeiro Estado judeu chamado o Estado de Israel em 1948.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Lição nº 17 – Os Israelitas Samaritanos no século XVII até o século XVIII

O período de transmissão entre o domínio mameluco sobre a terra de Israel para os otomanos que ocuparam o país em 1517.

A triste história dos samaritanos israelitas continuou, eles não tinham mais comunidades fora do país apenas no Cairo, Damasco e Gaza, que suas comunidades foram destruídas durante os séculos XVII e XVIII.

Mas ainda no século 15, a ampla atividade cultural continuou dentro de Israel e as três cidades.

Esta atividade liderada pelos Sacerdotes Eleazar e Phinhas seu filho no século 16.

Em Damasco, a personalidade mais proeminente era o juiz de Israel Abraahm b. Yusef ElKabasi.

Por outro lado, muitas comunidades samaritanas cessaram na Grécia e na Itália e nas ilhas do mar Mediterrâneo.

As cidades locais samaritanas morreram uma após uma e muitos de seus moradores foram islamizados.

A Lei Otomana foi ainda pior para os Samaritanos do que para os Mamelucos.

A comunidade diminuiu no número de milhares para centenas.

Todas as terras privadas foram tomadas pelos governadores locais, o resto dos samaritanos escapou para Nablus para viver dentro do bairro Samaritano, que se tornou cada vez menor com o passar do tempo, e mais pobre do que nunca.

Benyamim Tsedaka

Tradução Livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Lição nº 16 – A Segunda Era de Ouro da Cultura Israelita Samaritana no século 14 

A identidade histórica de uma nação é medida pelo patrimônio cultural que transmitiu às gerações.

Como outros povos históricos, os samaritanos colocaram líderes políticos, altos sacerdotes como líderes espirituais, escritores e poetas, tradutores e comentaristas.

A sujeira cultural tem seus altos e baixos, mas persiste e passa de geração em geração.

Na história da atividade cultural recorde de períodos dourados.

Assim, o século IV dC foi proeminente, e o segundo período dourado ocorreu no século 14, principalmente nas cidades de Nablus e Damasco no século XIV sob o domínio mameluco.

A figura mais proeminente no período da segunda era de ouro é o Sumo Sacerdote Phinchas ben Yusef ben ‘Azzi.

Com o poder de sua personalidade forte, ele reuniu sob sua liderança cultural sábios samaritanos de Damasco, Cairo e Nablus, que se reuniram sob sua inspiração e orientação de vez em quando para conferências frutíferas que trouxeram a cultura samaritana a novos registros.

Seu pai, Yusef ben ‘Azzi, que veio de Damasco em 1290, o encorajou e o preparou para ser o Sumo Sacerdote com o período de serviço mais longo [1308-1363].

Os dois filhos de Pinchas, Elazar e Abishah também foram encorajados pelo pai e se tornaram dois dos sábios mais proeminentes da história samaritana.

O seu contemporâneo foi o grande Sábio Abed-Ela ben Shalmaa dos filhos do Sacerdote Itamar ben Aharon.

Não havia nenhum campo no trabalho cultural que ele não tocou, como Abishah, ele compôs um ótimo serviço em temas da Torá.

Durante este período, foram instituídos novos arranjos de orações que incluíram os hinos antigos na língua aramaica e os novos poemas escritos em hebraico e aramaico.

Havia músicas e comentários na língua árabe para ocasiões felizes, mas não foram incorporados ao adoração da sinagoga.

As obras dos estudiosos do século 14 servem como uma grande quantidade de materiais de pesquisa para estudiosos contemporâneos.

Benyamim Tsedaka

Tradução Livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Lição nº 14 – Os Israelitas samaritanos no primeiro período islâmico

Este capítulo trata da vida do povo samaritano na Terra de Israel sob as regras islâmicas criadas entre os anos 634 a 1099 da Era Comum – EC.

As crônicas samaritanas mencionaram que no início do Islã e a ascensão de seu profeta e líder Muhammad, uma delegação de três personalidades, um líder samaritano Zaahr Kabbassa.

Um líder judeu e um líder cristão foram para Muhammad e o Líder Samaritano obteve dele um documento de aliança que ele assinou e por sua mão protegeu os samaritanos de qualquer dano das mãos de qualquer inimigo e instruiu os muçulmanos a proteger os samaritanos.

Esta é a razão pela qual todas as fontes samaritanas mencionam Muhammad como uma personalidade muito positiva.

Mas a realidade histórica era diferente, como as mesmas fontes mencionam.

Perto da ocupação islâmica da Terra de Israel das mãos dos bizantinos, muitos samaritanos deixaram suas propriedades nas mãos e sob a autoridade do Sumo Sacerdote Elazar o Rabban e escaparam para o leste da Ásia do medo dos muçulmanos.

Mas os samaritanos no norte da terra receberam os novos governantes islâmicos e até alguns deles espionaram por eles contra os bizantinos.

Os samaritanos no sul do país lutaram com os bizantinos contra os muçulmanos e muitas dezenas de milhares morreram nas batalhas em torno das cidades Cesaria e Gaza e muitas aldeias no meio.

Finalmente, muitos samaritanos mataram durante as lutas entre diferentes governantes islâmicos sobre a terra.

Os governantes bizantinos mataram três quartos do povo samaritano como resultado de suas revoltas contra eles.

Um quarto da população que sobrou (estudiosos calculam que foram 300.000 samaritanos), a maioria deles morreu ou foi convertida a força a religião do Islã como resultado dos impostos mais elevados feitos aos não-muçulmanos.

Durante o período islâmico, o número dos samaritanos diminuiu de centenas de milhares para dezenas de milhares em todas as cidades e aldeias da terra.

Benyamim Tsedaka

Tradução livre
Ariel Haddad Ben Abraahm

Lição nº 7 – O Lugar Escolhido

Monte Gerizim – O Lugar Escolhido de Shehmaa

Fechou-se o circulo.

Não é de admirar que Abraão, nosso antepassado, tenha construído o primeiro Altar para Shehmaa em “Um lugar de Siquém”?

A resposta para essa pergunta foi encontrada em um fragmento de Qumran e foi exposto pela primeira vez em 2008, esse fragmento contém o texto de Devarim(deut) 27:4-6, onde foi escrito em antigo roteiro aramaico por um escriba judeu:

“E vocês devem construir um Altar para Shehmaa seu Eloowwem no Monte Gerizim “.

Isto é fechar o circulo.

- O Fragmento de Qumran
– O Fragmento de Qumran

 

O fragmento encontrado confirma a existência do 10° Mandamento da Torá na versão Israelita Samaritana conforme consta em Shemot(Êx.) 20:14 e em Devarim(deut.) 5:18 e que instrui sobre a construção de um Altar para Shehmaa, o primeiro Altar do povo de Israel que foi construído logo após a sua entrada na terra prometida, o Monte Gerizim ou seja AARGAAREEZEM – הרגרזים –  uma palavra de 7 letras.

- O Monte do Eterno
– O Monte Eterno

 

A história que consagra a Montanha do Templo em Jerusalém, foi escrita por judeus ,ocorreu muito tempo depois,  centenas de anos depois de toda a Torá ter sido escrita e estar completa.

A localização de Monte Gerizim é apresentada claramente por sete pontos de marcação geográfica no Devarim(deut) 11:29-30, como também no título do capítulo seguinte, o capitulo 12, onde Shehmaa ordena ao povo de Israel que destrua todos os locais de culto e concentre agora o novo culto no lugar escolhido.

O altar de Isaac / Abraham
O altar de Isaac / Abraham

 

Este mandamento de “Adoração apenas no Lugar Escolhido” se repete 22 vezes nos próximos capítulos do Devarim(deut) desde o capítulo 12 até o 31.

Os capítulos 11 e 12 não deixam dúvidas de que o local mencionado é a Montanha da Bênção – O Monte Gerizim [Aargaareezem].

As Doze Pedras de Joshua
As Doze Pedras de Joshua

Fazemos 3 peregrinações por ano.

Ao topo do monte Gerizim, os samaritanos israelitas fazem 3 peregrinações por ano:

  1. No sétimo dia da Páscoa.
  2. No Festival das Semanas [Shavuot].
  3. No Festival de Sucot.

Existem 7 locais sagrados:

  1. As pedras entregues por Joshua
  2. O lugar onde estava o Altar de Adão e Seth
  3. O Monte Eterno
  4. O Lugar onde Abraão encontrou o Ram para oferecer em vez de seu filho Isaac
  5. 5- Isaac Altar 6 Alo Noé
  6. 7 O lugar onde Joshua ergue o Templo de Moisés

 

A visita é feita em 3 principais locais sagrados no cume do Monte Gerizim:

  1. Na rocha plana onde o Tabernáculo de Mooshe ficou por 260 anos após a entrada na terra prometida;
  2. No Altar de Abraão e Isaque.
  3. Até as Pedras que Josué [Yeooshua] trouxe do rio Jordão até o topo do monte Gerizim.

Todos estes locais são áreas naturais desde a criação, não alterados mão do homem.

Por isso ao iniciar e terminar cada oração dizemos:

“Monte Gerizim, a Casa do El, por toda nossa vida”.

Por milhares de vezes, desde Josué, o Sacrifício da Páscoa tem sido oferecido no Monte Gerizim no 14° o dia do 1° Mês no Monte Gerizim, também chamado de “Monte da Primavera – Ebeb”.

No período de [1983-2008] , ou seja, por 25 anos, foram feitas escavações no Monte Gerizim, que expuseram a antiga cidade israelita-samaritana de Luza com muitas descobertas importantes desde o 6º século AEC até o 4° do século, incluindo 510 inscrições em pedras, que até agora demostram a devoção do Israelitas-Samaritanas por Shehmaa o Único e Absoluto..

Benyamim Tsedaka

As fotos:
– O Fragmento de Qumran
– O Monte Eterno
– O altar de Isaac / Abraham
– As Doze Pedras de Joshua
– יהוה Inscrição do Nome.

Lição n° 6 – A Torá

O texto original está nas mãos dos Israelitas Samaritanos.

Os Israelitas Samaritanos consagram os Cinco Livros de Moisés como o livro mais sagrado de Shehmaa:

  • Gênesis.
  • Êxodo.
  • Levítico.
  • Números.
  • Deuteronômio.

A Torá escrita por Mooshe, o maior profeta, foi narrada por Shehmaa, o que também inclui alguns versos acrescentados após a morte de Mooshe por Yoshua Ben Nun e pelos 70 anciãos do povo de Israel.

Mais de 3000 diferenças significativas.

Existem duas versões principais da Torá:

Uma entregue nas mãos dos samaritanos israelitas, que é, sem dúvida, o texto original.

E uma outra versão, que é o texto tradicional judaico que está na versão dos judeus, elaborado principalmente no século VII AEC.

Esse fato gerou mais de 3.000 diferenças significativas entre as duas versões.

Durante muitos séculos, os judeus tomaram uma atitude condescendente em relação à versão da Torá nas mãos dos Israelitas Samaritanos, alegando que o texto dos samaritanos é uma elaboração do “texto original” que eles alegavam possuir.

A descoberta dos Pergaminhos do Mar Morto [2º século AEC até 1 ° século EC] copiados por judeus mostra que alguns desses Pergaminhos são idênticos ao texto da versão que está nas mãos dos samaritanos e o fato de que na maioria dos casos a tradução grega da Torá dos judeus [3º século AEC] concorda com o texto que está nas mãos dos samaritanos – Dois mais importantes comprovam que o texto da Torá na versão Israelita Samaritana é o texto mais próximo, senão, é o mesmo texto do original.

Os judeus negligenciaram os caracteres da escrita original da Torá – Ancient Hebrew Script (caracteres das letras usadas no hebraico antigo) – e preferiram usar os caracteres no Script Aramaico.

Logicamente, eles não fizeram apenas esta grande mudança ao copiar o texto de sua Torá.

Portanto, atualmente mais e mais estudiosos do texto bíblico tem feito utilização dos textos da versão Israelita Samaritano por ser um melhor texto para pesquisar o texto original da Torá [ podemos citar entre muitos estudiosos Nodet, Schmidt, Schorch, Hjelm, Charlesworth, Talmon e muitos outros].

Tora1

 

Leitura da Torá

A Torá de Mooshe nas versão Israelita Samaritana é organizada em 48 porções para sua leitura anual e 52 porções para leitura no ano bissexto.

Sua leitura é feita a cada sábado pela manhã e meio dia. Exceto nos sábados das três peregrinações anuais, ou se um dos outros quatro festivais cair no sábado, uma ou duas das porções serão lidas duas vezes, no sábado pela manhã e meio dia.

A primeira parte começa com Gênesis 1, será lida no primeiro sábado após o último festival do ano, o sétimo – O festival do oitavo dia após Sucot e a última parte será lida antes do Festival de Sucot .

A Torá inteira é lida na Assembleia do Sinai, Dia da Expiação e direto a morte de cada samaritano israelita – em público.
Benyamim Tsedaka

Lição n° 2 – Os Israelitas Samaritanos – O idioma e caracteres através do tempo

OS ISRAELITAS SAMARITANOS

Os Israelitas Samaritanos na Terra Prometida se comportaram como um povo em todos os aspectos desde a separação final ocorrida entre eles e os israelitas judeus no terceiro século Antes da Era Comum, conforme consta nas antigas escrituras hebraicas, a tradição preservada por suas mãos tem sido exclusiva deles nos últimos três mil anos, antes do terceiro século Antes da Era Comum.

Estas eram a herança do povo hebreu, os antepassados ​tanto ​dos judeus como dos dos samaritanos.

Durante o domínio grego sobre a Terra de Israel, os samaritanos israelitas falaram o grego.

As inscrições e manuscritos gregos pelos samaritanos permanecem até hoje.

Foi a língua falada em Eretz Israel também durante o governo dos romanos pagãos.

No topo do Monte Gerizim já foram descobertos entre os anos de 1983 a 2008 e até o momento, mais de 500 inscrições sob pedra gravada principalmente em caracteres aramaicos e o restante em hebraico antigo e grego cujo período de tempo foi a partir do século VI Antes da Era Comum até o século 4 do século.

No final do século III, o idioma aramaico da Era Cristã substituiu o grego como língua de comércio internacional.

O aramaico tem muitos dialetos.

Um deles é o aramaico samaritano, no qual a tradução samaritana aramaica da Torá foi escrita no século III da era comum.

Os hinos antigos da oração samaritana foram principalmente escritos em aramaicos e o que restante em hebraico antigo.

Até o primeiro século da Era Comum, judeus e samaritanos escreviam em hebraico antigo, como também em aramaico.

Depois, judeus desejando se separar dos samaritanos, abandonaram o uso dos caracteres do antigo hebraico que permaneceu em uso apenas pelos Israelitas Samaritanos.

Os Israelitas Judeus continuaram a escrever o texto da Torá usando os caracteres do aramaico.

A CULTURA É LIMITADA AO ANTIGO HEBREU E ARAMAICO

Os Sacerdotes samaritanos e seus Anciãos permitiram a integração do aramaico nas orações de culto, cujos componentes foram compostos em hebraico e parte em aramaico.

Nessas duas línguas, os Israelitas Samaritanos compuseram e escreveram seus poemas até hoje.

O hebraico antigo e o aramaico escrito pelos Israelitas Samaritanos é usado no hebraico antigo em suas duas formas: caracteres quadrados e cursivos com 22 letras.

Alaf-Bit-Gaman-Dalat-Eyy-Baa-Zen-It-Tit-Yoot-Kaaf-Labat-Meem-Noon-Singaat-In-Fyy-Saadyy-Qoof-Rish-Shan-Taaf

Começando no décimo século da Era Comum, a lingua árabe pressionou a língua aramaica e se tornou um idioma de uso diário.

O hebraico e o aramaico permaneceram apenas para uso na adoração, na sinagoga, no sacrifício da Pessahc (Páscoa), nas peregrinações e em ocasiões de alegria e luto fora da sinagoga.

Nos últimos cem anos, dois centros se formaram para a comunidade samaritana na Terra Prometida, a ponto de que metade da comunidade hoje vive no Monte Gerizim em Nablus e a outra metade em Holon, próximo a  Tel Aviv.

Estes últimos falam hebraico moderno como língua no cotidiano.

No monte Gerizim, o dialeto palestino do árabe é a língua usada cotidianamente.

Muitos também falam hebraico moderno, como resultado dos cinquenta anos que se passaram desde que as duas comunidades se uniram em uma única comunidade.

Benyamim Tsedaka
Tradução livre por Ariel Haddad Ben Abraahm